Sábado é dia de campanha contra o câncer de pele

Segundo o Inca, são registrados 120 mil novos casos por ano.
Dica é se prevenir com filtro solar e roupas adequadas.

Do G1, no Rio, com informações do JH

O Brasil deve ter este ano cerca de 120 mil novos casos de câncer de pele, o tumor com maior incidência no país, segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca). Neste sábado (8), é dia de campanha nacional contra a doença, com exames gratuitos em 174 postos.

 

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A doença é causada principalmente pelos raios ultravioletas, que penetram na pele e provocam o crescimento descontrolado das células. A incidência é maior no Sul do país, seguido das regiões Sudeste e Centro-Oeste. 

 

Melanoma

De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia, os tipos mais comuns de câncer de pele podem ser percebidos. O primeiro sinal é a mudança na tonalidade da pele. Outra dica dos especialistas é observar o aparecimento de pintas escuras, marrons ou pretas. Também é importante dar atenção a feridas que não cicatrizam. O tipo mais grave é conhecido como melanoma. 

”Cada vez há mais casos de câncer de pele. Qualquer lesão que tenha surgido na pele e que esteja em modificação, a pessoa deve procurar imediatamente o médico”, diz o médico Sérgio Serpa. 

Na maioria das vezes a doença pode ser evitada com cuidados muito simples. O uso do protetor solar é indiscutível. Ele deve ser usado até em dias de mormaço. Mas a tecnologia também pode ajudar. 

Além disso, existem roupas e acessórios que ajudam na prevenção, como chapéu, saída de praia, camiseta e até calças. Normalmente, eles são confeccionados com tecido que bloqueia os raios ultravioletas. 

Descendente de italianos, a comerciante Juliana Carrizzo tem a pele clara e muito sensível. O filho dela, João, tem o mesmo tipo de pele. A dica é não sair de casa sem muita proteção. “Eu aprendi com a minha mãe e faço com meu filho”.

 

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Deixar de fumar pode ajudar em casos de artrite

Estudo foi apresentado em conferência de reumatologia.
Pesquisa é do Centro Médico da Universidade de Nova York.

Eric NagourneyDo ‘New York Times’

Pacientes que sofrem de artrite reumatóide podem experimentar melhoras se pararem de fumar, segundo descobertas de um novo estudo. 

O estudo, descrito como preliminar, aparece para trazer a primeira evidência de que deixar de fumar pode ajudar pacientes com artrite, afirmam os pesquisadores. O estudo foi apresentado em uma conferência recente da American College of Rheumatology. 

“Essa é apenas uma razão a mais para motivar os pacientes a deixar de fumar”, disse o autor responsável pelo estudo, Dr. Mark C. Fisher, da Centro Médico da Universidade de Nova York. 

O estudo observou mais de 14 mil pessoas com artrite reumatóide e as dividiu em três grupos: não-fumantes, fumantes e ex-fumantes. Quando o estudo começou, 1.851 pacientes eram fumantes ativos, mas um quinto deles conseguiram deixar de fumar. 

Aqueles que conseguiram abandonar o cigarro, disse Fisher, viram seus sintomas melhorarem significativamente. 

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Geriatra indica caminhada como atividade mais completa

Ideal é caminhar três vezes por semana durante 20 minutos por dia.
Caminhada deve ocorrer entre 6h e 8h30 ou a partir das 17h.

Do G1, com informações do Via Brasil

Além de ser um exercício que contribui para a saúde física e metal de quem o pratica, a caminhada é considerada por especialistas a atividade física mais completa para o corpo. A busca pela boa forma é, geralmente, a principal motivação de quem opta pela caminhada. A atividade é uma das mais recomendadas pelos médicos. 

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“É uma atividade que você trabalha, em conjunto, o corpo, a esfera psicológica, o social, já que você se relaciona com outras pessoas enquanto pratica, e com a natureza“, diz a geriatra Zalí San Lucas. A caminhada ideal, segundo a especialista, deve ocorrer entre 6h e 8h30 ou depois das 17h. 

Para quem está se iniciando na atividade, a recomendação é começar devagar: caminhar três vezes por semana, em média 20 minutos por dia. Na escolha do tênis, é importante considerar o local onde a caminhada será praticada. Outras dicas fundamentais são a proteção contra o sol e o uso de roupas que facilitem a transpiração durante a prática da caminhada. 

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Horário de verão aumenta risco de infarto, diz estudo

Hora de sono perdida ao se adiantar o relógio traz riscos ao coração.

Da BBC

Adiantar os relógios em uma hora por causa horário de verão aumenta o risco de infartos, alerta um estudo divulgado nesta quinta-feira pelo Instituto Karolinska da Suécia.
Segundo o estudo, publicado no New England Journal of Medicine, os casos de infarto do miocárdio aumentam cerca de 5% na semana seguinte ao ajuste dos relógios – principalmente nos três primeiros dias.
“A hora de sono perdida e os conseqüentes distúrbios de sono que isto provoca são as explicações mais prováveis”, disse Imre Janszky, um dos pesquisadores envolvidos no estudo.
Em entrevista à agência de notícias sueca TT, outro cientista ligado ao estudo chegou a sugerir o fim dos ajustes anuais dos relógios.
“Talvez seja melhor adotar o horário de verão durante todo o ano, em vez de ajustar os relógios duas vezes por ano. Este é um debate que está ocorrendo atualmente”, disse o Dr. Rickard Ljung.
Com base no registro de infartos na Suécia desde 1987, os cientistas do Instituto Karolinska chegaram às conclusões do estudo após examinar as variações na incidência de ataques cardíacos durante os períodos de ajuste dos relógios, no início e no fim do horário de verão.
 

 Sono a mais

Os cientistas também observaram que o reajuste dos relógios no fim do horário de verão (que na Suécia ocorre sempre no último domingo do mês de outubro), que é sempre seguido por um dia de uma hora extra de sono, representa uma leve redução do risco de infartos na segunda-feira seguinte.
A redução no índice de ataques cardíacos durante toda a semana que se inicia, no entanto, é significativamente menor do que o aumento registrado no início do horário de verão.
Estudos anteriores demonstram que a ocorrência de infartos é mais comum às segundas-feiras. Segundo os cientistas do Instituto Karolinska, o ajuste dos relógios no horário de verão oferece outra explicação para este fato.
“Sempre se pensou que a causa da maior incidência de infartos às segundas-feiras fosse principalmente o estresse relacionado ao início de uma nova semana de trabalho. Mas, talvez outro fator seja a alteração dos padrões de sono ocorrida durante o fim de semana”, observou o Dr. Janszky.
Os cientistas explicam que os distúrbios do sono produzem efeitos negativos no organismo humano e alertam que níveis elevados de estresse podem desencadear um ataque cardíaco nas pessoas que se situam em grupos de risco.
“Pessoas mais propensas a sofrer um infarto devem viver de maneira saudável, e isto inclui ciclos regulares de sono durante toda a semana”, diz Rickard Ljung. “Como um cuidado extra, podem talvez também relaxar mais nas manhãs de segunda-feira”, acrescentou ele.
Os cientistas suecos esperam que o estudo possa aumentar a compreensão sobre os impactos que as alterações dos ritmos diários do organismo podem ter sobre a saúde humana.
“Cerca de 1,5 bilhão de pessoas em todo o mundo são expostas todos os anos aos ajustes dos relógios, mas é difícil generalizar a ocorrência de infartos do miocárdio que isto pode provocar”, observou Ljung.
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Peso não afeta comportamento sexual da mulher, diz estudo

Gordinhas relataram mais experiências sexuais do que mulheres magras.

Da BBC

O peso não afeta o comportamento sexual de uma mulher e, na realidade, mulheres gordinhas relatam mais experiências sexuais com homens do que as que são consideradas de “peso normal”, segundo um estudo publicado na revista acadêmica Obstetrics & Gynecology.

O estudo é baseado na Pesquisa Nacional de Crescimento Familiar 2002, que coletou dados sobre o comportamento sexual de mais de 7 mil mulheres.

O objetivo era avaliar o impacto do Índice de Massa Corporal (IMC) das mulheres no seu comportamento sexual, incluindo aspectos como orientação sexual, idade da primeira relação sexual, número de parceiros e freqüência de relações sexuais.

“A nossa análise demonstrou que mulheres gordinhas ou obesas não apresentam muitas diferenças em algumas medidas de comportamento sexual comparadas com mulheres de peso normal”, disse Bliss Kaneshiro, da Universidade do Havaí, que realizou a pesquisa quando em conjunto com Marie Harvey, da Universidade do Estado de Oregon, nos Estados Unidos.

“O estudo indica que todas as mulheres devem receber o mesmo tipo de orientação em relação à gravidez indesejada e prevenção de doenças sexualmente transmissíveis, independentemente do IMC delas”, afirmou.

Segundo Kaneshiro, alguns estudos anteriores sugerem que mulheres que estão acima do peso têm um risco maior de gravidez não planejada. Apesar de vários fatores, incluindo o uso de contraceptivo e sua eficiência, poderem contribuir para isso, comportamento sexual e freqüência das relações sexuais também poderiam contar.

Na opinião de Kaneshiro, é importante estudar a relação entre IMC e comportamento sexual porque idéias pré-concebidas de médicos podem afetar como mulheres gordinhas recebem informações e aconselhamento sobre gravidez e doenças sexualmente transmissíveis.

 Estereótipos

O estudo também parece contradizer estereótipos de que mulheres mais gordinhas não são tão sexualmente ativas quanto as mais magras.

“Eu fiquei satisfeita de ver que o estereótipo de que é preciso ser magra para ter sexo é apenas isso, um estereótipo”, disse Kaneshiro.

A pesquisadora disse que os dados mostram que as gordinhas relatam mais experiências sexuais com um homem, mesmo quando fatores como idade, raça e tipo de residência foram levados em conta.

Noventa e dois por cento de mulheres acima do peso afirmam ter uma história de relações sexuais com um homem, comparado com 87% das mulheres com um IMC normal.

“Os resultados foram inesperados e nós não sabemos porque isso acontece”, disse Kaneshiro.

A pesquisadora Marie Harvey, que participou do estudo, disse que um aspecto importante da pesquisa é que indica que profissionais da saúde não devem fazer suposições sobre o comportamento sexual de uma mulher com base na sua aparência.

“Alguns profissionais podem não fazer um acompanhamento apropriado com mulheres que estão acima do peso porque eles supõem que elas não estão tendo sexo até que recebam informações contrárias”, disse Harvey.

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Utensílios domésticos hospedam vírus da gripe, diz estudo

Pesquisadores detectaram vírus em superfícies de torneiras e controles remotos.

Da BBC

Uma pesquisa realizada por especialistas americanos afirma que utensílios domésticos, como controles remotos, torneiras e maçanetas, são hospedeiros comuns do vírus da gripe.
A equipe de pesquisadores da Universidade de Virgínia examinou 30 casas e identificou a presença do rinovírus, como o vírus da gripe é conhecido, em 42% dos objetos analisados. Segundo os cientistas, o vírus pode sobreviver em superfícies por até dois dias.
O estudo aponta que, apesar de tosses e espirros serem um dos maiores meios de transmissão da gripe, objetos que manuseamos em casa no dia-a-dia são outra grande forma de contágio da doença.
Na pesquisa, divulgada em uma conferência sobre doenças infecciosas nos Estados Unidos, os pesquisadores dizem ter identificado o vírus nas pontas dos dedos de um quarto dos 30 voluntários analisados até meia hora após terem tocado superfícies contaminadas.
Os pesquisadores concluíram ainda que o material genético do vírus foi transmitido para metade dos participantes do estudo até 48 horas depois de os utensílios serem contaminados.
O coordenador da pesquisa, Birgit Winther, diz que as pessoas devem estar atentas às formas de contágio da gripe.
“Algums pessoas usam spray desinfetante, mas o rinovírus não fica voando pelo ar”, afirma Winther. “A mensagem que este estudo quer passar é que precisamos manter limpas as superfícies que mais tocamos em casa.”
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‘Brincar como criança’ pode ser mais eficaz que exercícios regulares, diz estudo

Sessões rápidas e intensas de atividades são mais fáceis de seguir, diz pesquisa.

Da BBC

Brincar e correr como criança pode ser melhor do que praticar exercícios tradicionais, como corrida e ciclismo, sugere uma pesquisa da Universidade de Glamorgan, no País de Gales.
Segundo os pesquisadores, correr vigorosamente por 30 segundos pode ser tão benéfico para a saúde como praticar sessões de uma hora de exercícios cinco vezes por semana.
Cientistas da Universidade de Glamorgan, em colaboração com a Universidade McMaster, no Canadá, estão examinando os benefícios potenciais de exercícios de alta intensidade e como podem ser empregados no tratamento de doenças cardiovasculares.
Os cientistas afirmam que, no País de Gales, apenas 29% dos adultos praticam 30 minutos de atividades físicas de intensidade moderada pelo menos cinco dias por semana.
Segundo os pesquisadores, sessões rápidas de brincadeiras podem ser mais fáceis de seguir do que a prática regular de exercícios tradicionais.
“Seis baterias de 30 segundos de corridas vigorosas três vezes por semana podem trazer os mesmos benefícios para a saúde e a redução de peso do que correr ou andar de bicicleta em intensidade moderada por 45 minutos várias vezes por semana”, diz o professor Julien Baker, um dos autores da pesquisa.
Praticidade
De acordo com Baker, corridas de 30 a 100 metros, com duração de 30 segundos, e intervalos de quatro minutos para descanso, têm resultados positivos para a saúde.
“Programas de alta intensidade são muito mais fáceis de executar e mais práticos de seguir. Para crianças que estão acima do peso ou são obesas, pode ser melhor seguir um programa de exercícios de alta intensidade durante um período curto”, afirma Baker.
“Esse tipo de atividade também pode agir como uma defesa contra doenças cardiovasculares, e pesquisas em laboratório demonstraram reduções significativas de pressão arterial após os exercícios”, diz o cientista.
“Essas descobertas indicam que a prática de exercícios intermitentes pode trazer benefícios similares àqueles proporcionados por sessões mais longas de exercícios moderados no tratamento de hipertensão”, afirma Baker.
Segundo o cientista, são necessárias mais pesquisas para compreender totalmente os mecanismos envolvidos na obtenção do máximo de benefícios dos exercícios de alta intensidade e como isso pode ser usado no tratamento de pressão alta.
“O aspecto empolgante desse tipo de exercício é que pode ser praticado em qualquer lugar e não precisa de equipamentos sofisticados ou roupas caras”, diz Baker.
Segundo o instrutor de ginástica Sebastian Navarro, que é ex-oficial do Exército, a idéia da pesquisa segue o mesmo princípio de alguns exercícios seguidos por militares.
“É um treinamento em intervalos. É muito útil para a maioria das pessoas, porque poucas vão conseguir fazer uma hora ou uma hora e meia de treinamento constante”, diz Navarro.
“A maioria das pessoas faz algum tipo de exercício intenso e rápido, como correr para pegar um ônibus. É uma boa maneira de treinar e ainda incentiva as pessoas a se divertirem – o que sempre é bom”, afirma Navarro.

fonte: http://www.g1.com.br