Hormônio masculino melhora desempenho sexual de mulheres

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Mulheres com pouca libidomostraram melhora na função sexual após utilizarem um adesivo com o hormônio masculino testosterona. 

O estudo foi feito com mulheres na pós-menopausa, das quais muitas costumam ter atividade sexual para manter a harmonia doméstica, mesmo com alto nível de insatisfação, de acordo do a Dra. Susan R. Davis, da Universidade Monash, na Austrália.

Leia a matéria comleta em: http://hypescience.com/testosterona-libido-mulher/

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Exercício na esteira ajuda a reprogramar cérebro após derrame

Pesquisadores verificaram efeitos benéficos em pacientes de AVC.
Melhora nos parâmetros cardiovasculares também foi acentuada.

Os programas habituais de fisioterapia após um AVC são focados na recuperação possível logo após o evento. Muitos pacientes se habituam com a perda motora que se estabeleceu e aprendem a conviver com ela. Um estudo realizado por especialistas da Universidade Johns Hopkins, em Baltimore (EUA), descobriu que o treino em esteira rolante parece remodelar a atividade cerebral. Os pacientes da pesquisa haviam sofrido o problema cerebral havia até quatro anos.

 

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Para avaliar o efeito na função cerebral foram utilizados exames de ressonância nuclear magnética. Durante quatro anos os médicos recrutaram pacientes que haviam sofrido um derrame e tinham seqüelas motoras. Metade do grupo foi treinar em esteira rolante dentro de suas limitações. O treinamento foi progressivamente intensificado até um valor de 60% da capacidade cardio- respiratória máxima dos participantes. O grupo controle recebeu tratamento fisioterápico com alongamentos durante o mesmo período de tempo.
O treinamento levou a alterações da capacidade física e mobilidade dos indivíduos que foram treinados e a mudanças no padrão de sua atividade cerebral. As imagens de ressonância magnética mostraram que, no grupo dos que treinavam na esteira, acontecia a ativação de áreas contralaterais do cérebro, responsáveis pelo equilíbrio e mobilidade.No lado cardio-respiratório o ganho foi mais de quatro vezes maior nos que caminhavam na esteira, quando comparado aos que receberam tratamento habitual.
Os pesquisadores acreditam que o ganho final em mobilidade e diminuição da deficiência possa ter duas vertentes. A reprogramação cerebral e o aumento da oferta de oxigênio estão envolvidas nessa melhora importante conseguida. A pesquisa foi publicada na revista “Stroke”, da Associação Americana do Coração.

 

Luis Fernando Correia é médico e apresentador do “Saúde em Foco”, da CBN

 

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Efeito iô-iô de dietas reduz expectativa de vida, diz estudo

Peixes submetidos a dietas rigorosas tiveram 25% menos chances de viver.

Um estudo conduzido por especialistas escoceses sugere que o efeito iô-iô provocado por dietas – quando a pessoa volta a engordar após um regime alimentar rigoroso – podem reduzir significantemente a expectativa de vida.

 

Os cientistas, da Universidade de Glasgow, realizaram uma experiência com peixes, alimentando os animais com grande quantidade de comida para, em seguida, os submeterem a uma dieta rigorosa.

 

Eles perceberam que o desequilíbrio alimentar reduziu a expectativa dos peixes em até 25%.

 

O trabalho, publicado na revista especializada Proceedings of the Royal Society B., sugere que a diminuição na expectativa de vida não foi uma conseqüência do processo de envelhecimento acelerado dos peixes – provocado pela alimentação irregular – mas do aumento do risco de morte súbita.

 

As chances de morte súbita, explicaram os especialistas, foram conseqüência do “crescimento anormal” dos animais, provocado pela irregularidade em suas dietas.

 

“Os peixes que foram submetidos à dieta se reproduziram normalmente, mas, em média, tiveram expectativa de vida 25% menor do que a dos animais que comeram quantidades regulares de comida”, afirmou Neil Metcalfe, coordenador do trabalho.

 

Os especialistas acreditam que os resultados podem ser aplicados a adolescentes e crianças que fazem o mesmo tipo de regime, por estarem em fase de crescimento.

 

“Se fizemos o paralelo com humanos, a pesquisa pode ser aplicada a crianças e adolescentes, porque estão se desenvolvendo”, alertou o professor.

 

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Novo remédio reverte sintomas de Alzheimer em camundongos

Medicamento usa técnicas de biologia molecular para atacar placas no cérebro.
Se testes comprovarem segurança, medicação pode chegar ao mercado em 5 anos

Marília Juste Do G1, em São Paulo

Um novo remédio, capaz de “pegar carona” nas células, conseguiu reverter os sintomas do mal de Alzheimer no cérebro de camundongos. Se funcionar em humanos, o medicamento pode se tornar uma arma futura contra a doença, acreditam os cientistas.

 

Os pacientes com Alzheimer têm placas de proteínas no cérebro que se depositam exatamente no local onde os neurônios são destruídos. Os médicos acreditam que a formação dessas placas está diretamente ligada ao avanço da doença.

 

O remédio — desenvolvido pelos pesquisadores do Instituto Max Planck de Biologia Molecular e Genética, na Alemanha -– funciona ao bloquear a enzima que controla esses aglomerados de proteínas. O mais difícil, no entanto, foi levar a medicação até o interior das células e até as áreas ricas em colesterol, onde a enzima funciona. “Conseguimos fazer isso com nosso conhecimento da biologia das membranas celulares e essa é a grande inovação”, afirmou ao G1 o líder do estudo, Lawrence Rajendran.

 

Os resultados até agora só foram testados em camundongos e a equipe pretende continuar os estudos em animais por um tempo. “Precisamos melhorar como levar o remédio diretamente ao cérebro. Estamos trabalhando nisso nos modelos camundongos”, disse Rajendran. O desafio é transpor a barreira natural que protege o cérebro de substâncias químicas no sangue –- até agora o medicamento só foi usado com injeções diretamente na cabeça; coisa que não seria possível fazer em pessoas.

 

Se tudo der certo nos testes animais, os em humanos devem levar cerca de dois anos. Se a medicação se provar segura, deve chegar ao mercado dentro de cinco ou dez anos.
A novidade foi apresentada na revista “Science”.

 

Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL446129-5603,00-NOVO+REMEDIO+REVERTE+SINTOMAS+DE+ALZHEIMER+EM+CAMUNDONGOS.html

Uma Banana por dia dispensa o Médico

“Uma banana por dia dispensa o médico”.

Se deseja uma solução rápida para baixos níveis de energia, não
 
há melhor lanche que a banana.

Contendo 3 açúcares naturais: sacarose, frutose e glicose,

 
Combinados com fibra, a banana dá uma instantânea e
 
Substancial elevação da energia.
 
 
Pesquisas provam que apenas 2 bananas fornecem energia
 
Suficiente para 90 minutos de exercícios extenuantes.
 
Não é por acaso que a banana como energético, é a fruta nº
 
1 dos atletas bem sucedidos do mundo.

A banana também ajuda a curar ou prevenir um grande número

 
De doenças e condições físicas, que a tornam obrigatória na sua
 
Dieta diária.
 

Anemia

Contendo muito ferro, as bananas estimulam a produção de hemoglobina no sangue e ajudam nos casos de anemia.

Tensão arterial

Contém elevadíssimo teor de potássio mas, reduzido de sódio, tornando-a perfeita para combater a tensão alta. Tanto que a FDA (agência americana responsável pelo controle de alimentos e remédios) autorizaram as indústrias de bananas, a informar oficialmente a redução do risco de tensão alta e enfarte.

Capacidade Mental

200 estudantes de uma escola em Twickenham (Middlesex) tiveram ajuda da banana (no café da manhã, lanche e almoço), para elevar sua capacidade mental.
Pesquisa mostra que frutas com elevado teor de potássio ajudam alunos a aprender e a manter-se mais alerta.

Intestinos

Com elevado teor de fibra, incluir bananas na dieta pode ajudar a normalizar as funções intestinais, superando o problema, sem recorrer a laxantes.

Depressão

De acordo com recente pesquisa realizada pela MIND, entre pessoas que sofrem de depressão, muitas sentiram-se melhor após uma dieta rica em bananas. Isto porque a banana contém “trypotophan” , um tipo de proteína que o organismo converte em seratonina, reconhecida por relaxar, melhorar o humor e, de modo geral, aumentar a sensação de bem estar.

Ressaca

Uma das formas mais rápidas de curar uma  ressaca é fazer uma vitamina de banana com leite e mel.
A banana acalma o estômago e, com a ajuda do mel, eleva o baixo nível de açúcar, enquanto o leite suaviza e re-hidrata o sistema.

Azia

As bananas têm efeito antiácido natural. Se você sofre de azia, experimente comer uma banana para aliviar-se.

Enjôo Matinal

Comer uma banana entre as refeições ajuda a manter o nível de açúcar no sangue elevado e evita as náuseas.

Picadas de Mosquito

Antes de usar remédios, experimente esfregar a parte interna da casca da banana na região afetada. Muitas pessoas têm resultados excelentes em reduzir o inchaço e a irritação.

Nervos

As bananas contêm elevado teor de vitamina B, que ajuda a acalmar o sistema nervoso.

Excesso de Peso 

E estresse 

No trabalho

Estudos do Instituto de Psicologia, na Áustria, mostram que a pressão no trabalho leva à excessiva ingestão de comidas, como chocolate e biscoitos. Examinando 5 mil pacientes em hospitais, pesquisadores concluíram que os mais obesos eram os que tinham trabalhos com maior pressão. O relatório concluiu que, para evitar a ansiedade por comida, precisa-se controlar os níveis de açúcar no sangue.

TPM

Esqueça as pílulas e coma banana. Ela contém vitamina B6, que regula os níveis de glicose no sangue, que afetam o humor.

Úlcera

Usada na dieta diária contra desordens intestinais, é a única fruta crua que pode ser comida sem desgaste em casos de úlcera crônica. Também neutraliza a acidez e reduz a irritação, protegendo as paredes do estômago.

Controle 

De 

Temperatura

Muitas culturas vêem a banana como fruta ‘refrescante’, que pode reduzir tanto a temperatura física como a emocional de mulheres grávidas. Na Tailândia, por exemplo, as grávidas comem bananas para os bebês nascerem com temperatura baixa.

Desordens afetivas ocasionais

A banana auxilia os que sofrem de DAO, porque contêm um incrementador natural do humor, o “trypotophan”.

Fumo

As bananas podem ajudar as pessoas que estão deixando de fumar, porque os seus elevados níveis de vitaminas C, A1, B6 e B12, além de potássio e magnésio, ajudam o corpo a se recuperar dos efeitos da retirada da nicotina.

Estresse

Potássio é um mineral vital, que ajuda a normalizar os batimentos cardíacos, levando oxigênio ao cérebro e regulando o equilíbrio de água no nosso corpo.
Quando estressados, a taxa metabólica eleva-se, reduzindo os níveis de Potássio, que podem ser reequilibrados com a ajuda da banana.

Infarto

De acordo com pesquisa publicado no Jornal de Medicina de New England, comer bananas regularmente pode reduzir o risco de morte por infarto em até 40% !

Verrugas

Os naturalistas afirmam que se quiser eliminar verrugas, basta colocar a parte interna da casca de banana sobre elas e prendê-la com gase ou fita cirúrgica.

Regulação 

Dos níveis de carboidratos

Comendo alimentos ricos em carboidratos, como bananas, a cada 2 horas, mantém-se estável o nível de açúcar.

     Como vêem, a banana é um remédio natural contra muitos problemas.
     Comparada à maçã, tem:

  • 4 vezes mais proteína,
  •  
  • 2 vezes mais carboidratos,
  •  
  • 3 vezes mais fósforo,
  •  
  • 5 vezes mais vitamina A e ferro e

       ·        2 vezes mais outras vitaminas e sais minerais.
     Também é rica em potássio e, como um todo, é um  
     dos alimentos mais valiosos.

Pílula ‘evitou 100 mil casos de câncer’ na Grã-Bretanha

Estudo mediu eficácia do contraceptivo na prevenção do câncer de ovário.

Um estudo conduzido por pesquisadores britânicos sugere que até 100 mil casos de câncer de ovário tenham sido evitados nos últimos 50 anos graças à pílula anticoncepcional.
A equipe de cientistas da Universidade de Oxford acredita que a crescente popularidade da pílula poderá, num futuro breve, evitar 30 mil casos de câncer de ovário todos os anos.
O estudo, publicado, na revista “Lancet”, se baseou em dados compilados em 45 estudos realizados anteriormente.
A ligação entre contraceptivos orais e baixas taxas de câncer nos ovários é amplamente conhecida, mas o novo estudo é um dos mais precisos ao retratar o grau de eficácia do medicamento ao longo da vida da mulher.

 Acesso

Os especialistas afirmam que apesar de as doses hormonais encontradas nas cartelas modernas serem pelos menos a metade das contidas nas pílulas dos anos 60 e 70, o nível de proteção contra tumores continua o mesmo.
Ainda segundo os pesquisadores, a proteção contra o câncer pode permanecer por décadas depois que a mulher pára de tomar a pílula.
Outros estudos, no entanto, concluíram que o uso do contraceptivo por mais de oito anos pode estar associado a um aumento do risco de desenvolver câncer de mama e de colo do útero.
O coordenador da nova pesquisa, Richard Peto, afirmou que mulheres jovens não precisam se preocupar com os riscos.
“A redução no (número de casos de) câncer de ovário é maior do que o aumento da incidência de outros tipos de câncer”, disse Peto.
O editor da Lancet, Richard Horton, disse que os resultados do estudo podem ser um bom argumento a favor de facilitar o acesso à pílula.
“Há poucos medicamentos que conferem uma proteção eficaz e duradoura contra o câncer. Nós defendemos o acesso direto ao medicamento, que pode não somente prevenir contra o câncer, mas também salvar a vida de dezenas de milhares de mulheres”, disse Horton.