Petróleo é ameaçado por fungo que fabrica combustível

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Um fungo encontrado recentemente em árvores da floresta da Patagônia fabricam combustível de maneira mais eficiente do que qualquer outro método. 

Na realidade o fungo é tão bom ao transformar material vegetal em combustível que os pesquisadores disseram que a descoberta coloca em questão a teoria de como o petróleo cru foi feito pela natureza.

Lia toda a matéria em: http://hypescience.com/petroleo-e-ameacado-por-fungo-fabricante-de-combustivel/

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Temor de recessão derruba bolsas mundiais

Bolsa de Tóquio despencou e teve 2º pior desempenho de sua história.
Na Europa, mercados operam com fortes quedas.

Os crescentes temores de uma recessão duradoura nos países do hemisfério norte voltam a pressionar as bolsas de todo o mundo nesta quinta-feira (16). Com os investidores em pânico por conta dos sinais crescentes de contração econômica, os mercados europeus operam com fortes baixas pelo segundo dia consecutivo.

 

Por volta das 8h40 (horário de Brasília), o FTSE-100, da bolsa de Londres, perdia 2,96%. Em Paris, o CAC-40 recuava 3,34%. Também operavam no vermelho os mercados de Frankfurt, a -2,07%, e da Espanha, a -2,72%.

 

Na Ásia, contaminada pela queda de Wall Street na quarta-feira, o índice Nikkei 225 da Bolsa de Tóquio despencou e encerrou o pregão com perdas de 11,41%, o segundo maior tombo de sua história. A situação não foi melhor nas outras bolsas da região: o pregão em Seul, na Coréia do Sul, foi concluído em baixa de 9,44%. Hong Kong teve baixa de 4,8%. Em Xangai, na China, o indicador geral também não resistiu e fechou no negativo: 4,25%. 

Fonte: www.g1.com.br

Câmbio já afeta Zona Franca de Manaus

São Paulo – A disparada do dólar já começa a paralisar a produção e as vendas da indústria de aparelhos eletroeletrônicos e motocicletas. No Pólo Industrial da Zona Franca de Manaus, a Moto Honda, fabricante de motocicletas, e a Elgin, que produz eletroeletrônicos, comunicaram o Sindicato dos Metalúrgicos que darão férias coletivas, segundo informa o secretário do sindicato, João Brandão.

Ele conta que a Honda dará férias coletivas de 20 dias, a partir de segunda-feira (dia 13), a 4,8 mil funcionários. A Elgin planeja dar férias coletivas de 25 dias para 200 funcionários, a partir de quarta-feira da semana que vem (dia 15). “Todas as grandes fabricantes de eletroeletrônicos – LG, Samsung, Sony, Semp Toshiba e Philips – já sinalizaram para a diretoria do sindicato dos metalúrgicos que darão férias coletivas. Elas ficaram de confirmar a decisão na sexta-feira”, afirma Brandão.

De acordo com o sindicato, a Sony teria demitido 100 trabalhadores na terça-feira (dia 7), enquanto a Honda e a Elgin não descartariam demissões no retorno das férias coletivas. A diretoria da Sony confirma as demissões, mas não o número de trabalhadores que foram cortados. Segundo a companhia, reduções de quadro de pessoal são normais nesta época do ano porque o estoque de algumas linhas de produtos já atingiu o nível desejado. “Faz quatro anos que não temos um volume tão grande de empresas sinalizando férias coletivas ao mesmo tempo”, observa Brandão. A decisão ganha mais relevância porque a interrupção ocorre exatamente no pico de produção das encomenda de fim de ano.

Economista prevê restrições de créditos para o próximo ano

Brasília – O primeiro semestre de 2009 será mais difícil para quem quiser fazer empréstimos ou financiar a compra de um carro ou um imóvel. Os bancos deverão exigir mais garantias, como comprovação de renda e de emprego, para diminuir o risco do empréstimo, além de reduzir os prazos de pagamento. A previsão é do economista Andrew Storfer, vice-presidente da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac).

No entanto, ele acredita que essas restrições não vão durar muito tempo. “Num momento como esse, pode ser que os bancos restrinjam a concessão de créditos, dificultem, queiram mais garantias. Mas isso não pode perdurar. Num prazo relativamente curto, de três quatro meses, eles terão que voltar a emprestar, porque é a essência de sua atividade”, avalia. Ele disse que os financiamentos devem voltar a ter prazos interessantes em um período de um ano.

Na concessão e crédito ao consumidor, o primeiro setor a ser afetado pela crise financeira serão os créditos de maior risco, como o crédito direto. Mas, segundo Storfer, mesmo para os créditos que têm uma garantia, como o financiamentos de imóveis e veículos, pode ser exigido um pagamento inicial maior, para que a prestação paga seja menor e o risco diminua.

Segundo ele, essas medidas são reflexo do medo do setor financeiro. “Existe hoje no mercado financeiro um medo generalizado de emprestar, de fazer um empréstimo e a capacidade de pagamento do tomador ficar comprometido e, por consequência, comprometer o resultado dos bancos”.

Para o economista, essas restrições não são boas para a economia, pois foi a oferta de crédito que possibilitou o crescimento sustentado do país nos últimos anos, permitindo o acesso da população de menor renda a bens de consumo que não conseguiriam comprar se não tivessem esses prazos mais longos. “Quando você enxuga a liquidez, reduz os prazos, exige um pagamento de uma entrada maior. Iisso implica que uma camada da população fique sem acesso a esses bens”, explica

Para os consumidores, o economista recomenda evitar compras supérfluas e fazer financiamentos a prazos mais curtos, além de procurar pagar a maior parte dos bens à vista, se for possível. “É um momento que exige atenção. Faça as coisas com bastante cuidado, não compre nada por emoção. Faça as contas, veja se é isso mesmo que precisa e o quer comprar”, diz.

Fonte: http://www.folhavitoria.com.br/site/?target=noticia&cid=3&ch=2889ea6f5bbd3f7fc265a1f35cae62c7&nid=71431

Como burlar a greve dos bancários e manter as contas em dia

Folha Vitória

Os consumidores que tiverem dificuldades em pagar contas em decorrência da greve dos bancários, que prossegue nesta quinta-feira (9), têm à disposição alternativas para burlar os piquetes e manter as contas em dia. Uma delas é o atendimento remoto, composto por postos de atendimento e pela rede de correspondentes não bancários, como casas lotéricas, agências dos correios, redes de supermercados e estabelecimentos credenciados. Além disso, os consumidores podem pagar contas que estiverem dentro do prazo de vencimento utilizando as centrais telefônicas dos bancos.

As orientações são da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban). Os clientes podem contar, ainda, com os serviços de débito automático oferecidos pelas concessionárias para pagamento de contas de consumo – como água, luz e telefone, por exemplo – além de realizar transações com segurança por meio de internet banking, telefone e mobile banking – operações realizadas por meio de celulares.

Todos esses canais funcionam normalmente durante a greve, assim como os serviços de compensação de cheques, transferência de recursos via Documento de Ordem de Crédito (DOC) ou Transferência Eletrônica Disponível (TED), o recolhimento de depósitos e pagamentos nos caixas eletrônicos e o abastecimento desses equipamentos.

No Espírito Santo, de um total de 415 agências e postos de atendimento, foram fechadas nesta quarta 116 (27,95%), entre bancos públicos e privados. Na Grande Vitória, foram paralisadas 90 unidades (45,69% de um total de 197). No interior foram 26. O movimento continua nesta quinta, com previsão de maior adesão.

Os bancários reivindicam aumento de 13,23% sobre o salário, isto é, reposição da inflação (7,15% pelo INPC) mais aumento real de 5,67% (capitalizado); PLR de três salários mais R$ 3.500 (sem limitador); tíquete-refeição de R$ 17,50 por dia, cesta-alimentação de R$ 415 (valor do salário mínimo) e a 13ª cesta-alimentação e refeição, além do fim do assédio moral, mais segurança nas agências e mais bancários.

Fonte: http://www.folhavitoria.com.br/site/?target=noticia&cid=3&ch=40121e6d39a5e3e3ee75e58bc9bcebd0&nid=71438

Pessoas saudáveis ‘custam mais que obesas a serviços de saúde’

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Uma pesquisa feita por economistas holandeses publicada na revista especializada Public Library of Science Medicine mostrou que a obesidade não aumenta os custos dos serviços públicos de saúde – ao contrário do que se pensava – porque obesos morrem mais cedo.

Segundo o estudo liderado pelo Instituto Holandês de Saúde Pública e Meio Ambiente, os tratamentos e cuidados com pessoas que levaram uma vida saudável e acabam vivendo mais custam bem mais aos cofres públicos do que os tratamentos com obesos ou fumantes.

A estimativa é que, ao longo da vida, pessoas saudáveis “custariam” US$ 50 mil (cerca de R$ 87 mil) a mais para os serviços de saúde.

No estudo, o economista Pieter van Baal e sua equipe criaram três grupos hipotéticos de 1.000 pessoas com idade entre 20 e 56 anos para comparação: um grupo de pessoas com peso saudável, mas fumantes; um grupo de obesos não-fumantes e um grupo de não-fumantes com o peso saudável.

Os pesquisadores então estimaram, tomando como base dados do serviço de saúde holandês de 2003, a proporção de cada grupo que desenvolveria doenças crônicas ao longo da vida e o provável custo do tratamento médico dessas doenças.

Segundo os pesquisadores, o grupo de não-fumantes com peso saudável apresentou os custos médicos mais altos ao longo da vida (U$ 417 mil, cerca de R$ 729 mil), porque eles vivem por mais tempo e desenvolvem doenças relacionadas ao envelhecimento.

Em média, as pessoas saudáveis viveram 84 anos. Os fumantes viveram até os 77 anos e custaram US$ 326 mil (cerca de R$ 570 mil); e os obesos custaram U$ 371 mil (cerca de R$ 648 mil) e viveram até os 80 anos. Os fumantes e obesos apresentaram maior incidência de doenças cardíacas do que os saudáveis.

A incidência de câncer – exceto o de pulmão – foi a mesma nos três grupos. Os obesos foram os que apresentaram maior incidência de diabetes e os saudáveis, maior incidência de derrames.

O estudo não levou em consideração outros custos de doenças relacionadas à obesidade e ao fumo, como a diminuição da produtividade econômica (muitos dos obesos e fumantes desenvolveriam doenças durante a vida produtiva) ou custos sociais.