AIDS pode ser ‘erradicada’ em alguns anos

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Um dos ganhadores do Prêmio Nobel de medicina de 2008acredita que a transmissão da AIDS pode ser eliminada em alguns anos. 

Luc Montagnier, descobridor da AIDS e diretor do Fundo Mundial para a Pesquisa da AIDS, disse que parar a transmissão do HIV tornaria a AIDS como várias outras doenças atuais.

Ele também afirmou que não acredita que em poucos anos haja uma cura para a AIDS, mas que parar a transmissão é um objetivo realizável em muito menos tempo.

Luc e Francoise Barre-Sinoussi, do Instituto Pasteur, descobriram o vírus que já matou mais de 25 milhões de pessoas desde os anos 1980.

Leia toda a matéria em: http://hypescience.com/

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Cientistas fazem primeira seqüência completa de genoma do câncer

 

Pesquisadores comparam amostras de DNA sadio e canceroso.
Foram encontrados 8 novos genes ligados a leucemia mielóide aguda.

Salvador NogueiraDo G1, em São Paulo

ddfffHá tempos muitos grupos de pesquisadores — inclusive no Brasil — vêm trabalhando no chamado Projeto Genoma do Câncer, na esperança de decifrar as razões genéticas para o aparecimento dessa doença devastadora. E um grande avanço foi atingido nesta semana. Cientistas americanos anunciam ter, pela primeira vez, sequenciado um genoma inteiro do câncer, acompanhado por sua versão correspondente, só que sadia. 

As células que forneceram o DNA canceroso a ser decifrado vieram do sangue de um paciente que sofria de leucemia mielóide aguda. Os cientistas seqüenciaram — ou seja, colocaram em ordem — todos os mais de 3 bilhões de unidades químicas (“letras”) que compõem o DNA completo do câncer. 

Para acompanhar, refizeram todo o trabalho com o DNA saído de células sadias do paciente. 

Anos atrás, esse volume de trabalho era impensável — basta lembrar que se foi quase uma década de esforço e bilhões de dólares para que um consórcio público internacional conseguisse seqüenciar apenas um genoma humano completo. Agora, as coisas progrediram muito, sobretudo no aspecto da automação do seqüenciamento. 

Assim, o grupo liderado por Timothy Ley, da Universidade Washington, nos EUA, passou a ter em mãos tanto o conjunto normal do DNA do paciente como o conjunto mutado, para saber o que mudou, produzindo a doença. 

Eles encontraram um total de dez genes que estão “transformados” nas células cancerosas. Dois deles já eram conhecidos de esforços anteriores; outros oito são completamente novos e é certo que estão envolvidos no desenvolvimento da doença. 

Como? “A função deles ainda não é conhecida”, afirmam os cientistas, em artigo publicado na edição desta semana do periódico científico britânico “Nature”. 

O trabalho é especialmente importante, por duas razões. No caso da leucemia mielóide aguda, já aparecem aqui pistas de possíveis novos alvos para novas drogas e estratégias de tratamento. 

Mas, para outros tipos de câncer, os pesquisadores também vêem algum valor. “Nosso estudo estabelece o seqüenciamento do genoma inteiro como um método não-enviesado de descobrir mutações que iniciam o câncer em genes antes não-identificados que podem responder a terapias específicas”, escreveram os cientistas. 

Ou seja, o método pode ser uma forma mais abrangente de prosseguir com a busca por todos os genes que, de um modo ou de outro, estão no surgimento dos vários tipos de tumor existentes.

 

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Estudo liga enxaqueca a risco reduzido de câncer de mama

Flutuações hormonais podem explicar razões por trás da conclusão de estudo nos EUA.

Da BBC

Um estudo conduzido por pesquisadores americanos sugere que mulheres que sofrem de enxaqueca têm menos riscos de desenvolver câncer de mama.
A equipe, do Centro de Pesquisa sobre o Câncer Fred Hutchinson, em Seattle, não explicou os mecanismos pelos quais as duas condições estão ligadas, mas suspeitam que flutuações hormonais sejam a resposta.
O estudo, publicado na revista especializada Cancer Epidemiology, Biomakers and Prevention, analisou 1.938 mulheres diagnosticadas com câncer de mama e 1.474 que não tinha histórico da doença.
Os especialistas pediram que as voluntárias relatassem se haviam sido diagnosticadas com enxaqueca por um profissional de saúde.
Eles observaram que as mulheres com câncer de mama tinham 30% menos riscos de sofrer de enxaqueca.
O coordenador da pesquisa, Christopher Li, disse que o alto nível do hormônio estrogênio, como o registrado durante a gravidez, está relacionado tanto à redução dos ataques de enxaqueca quanto às condições propícias para o desenvolvimento do câncer de mama.
“Esses resultados devem ser melhor investigados, mas apontam para um novo fator que pode estar relacionado ao risco de câncer de mama”, disse Li.
“Isto nos abre uma nova avenida para explorar a biologia por trás da redução de riscos”.
Segundo os cientistas, cerca de 30% das mulheres sofrem de enxaqueca pelo menos uma vez na vida.

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Um em 4 passageiros na Inglaterra ‘tem bactérias fecais nas mãos’

Pesquisa envolveu 409 pessoas em estações de ônibus e trem.

Mais de um em quatro passageiros que usam o transporte público na Inglaterra e no País de Gales têm bactérias fecais em suas mãos, segundo uma pesquisa da London School of Hygiene and Tropical Medicine.

 

A pesquisa envolveu 409 pessoas em estações de ônibus e trem em cinco grandes cidades.

 

Segundo os pesquisadores, o tipo de bactéria encontrado sugere que as pessoas não estão lavando as mãos de maneira adequada depois de ir ao banheiro.

 

“Os números são bem mais altos do que nós esperávamos e sugerem que há um problema real em relação a lavar as mãos na Grã-Bretanha”, disse Val Curtis, diretor do Centro de Higiene na London School of Hygiene and Tropical Medicine.

 

“Se qualquer uma dessas pessoas estivesse sofrendo de uma doença que provoca diarréia, a possibilidade de essa doença ser transmitida aumentará porque essas pessoas não estão lavando as mãos”, completou.

 

Quanto mais ao norte geograficamente eles seguiam, mais os cientistas encontravam passageiros com bactérias fecais nas mãos – homens em Newcastle, no nordeste da Inglaterra, eram os piores.

 

Em Newcastle e em Liverpool, mais homens apresentavam mãos contaminadas com bactérias do que as mulheres. Nas outras três cidades – Londres, Cardiff e Birmingham – o inverso foi constatado.

 

O estudo também verificou que as pessoas que usavam o ônibus apresentavam taxas mais altas de contaminação do que as que usavam o trem.

 

Trabalhadores braçais tinham mãos mais limpas do que outros profissionais, estudantes, aposentados e desempregados.

 

Especialistas enfatizaram a importância de manter as mãos limpas para prevenir doenças.

 

“Todos sabemos que lavar as mãos é uma das maneiras mais importantes de evitar que infecções se espalhem, especialmente as que causam diarréia e vômito, resfriado e gripe”, disse Mike Catchpole, diretor do Centro de Infecções da Health Protection Agency.

O estudo foi realizado como parte do primeiro Dia Mundial da Lavagem de Mãos.

Fonte: www.g1.com.br

Depressão na Diabetes: a Galinha ou o Ovo?

 Diabetes pode causar depressão ou depressão causar diabetes? Confira no resumo de pesquisas científicas

Dr. Cesar Vasconcellos de Souza

Diabetes pode causar depressão ou depressão causar diabetes? Confira no resumo de pesquisas científicas.

Este é o título do Editorial da revista médica “Psychosomatic Medicine”, Maio 2007, volume 69, número 4, p.297-299 (“Depression in Diabetes: The Chicken or the Egg?”). Diabetes é uma doença ligada ao controle do açúcar (glicose) no sangue. Há o Tipo 1 e o Tipo 2. No Tipo 1 a pessoa precisa injetar insulina diariamente em seu corpo, enquanto que no Tipo 2 ela usa medicamentos diferentes da insulina por via oral.

Há cerca de 200 milhões de pessoas com diabetes no mundo e cerca de 121 milhões sofrendo de depressão importante. Estudos revelam que provavelmente no ano 2020 a depressão ocupará o segundo lugar dentre as doenças dos seres humanos. A primeira ainda deverá ser a cardiovascular. Tudo isto sintomas do estilo de vida ruim que as pessoas vivem. Vale lembrar que há uma diferença entre padrão de vida e qualidade de vida. Muitas pessoas ricas têm alto padrão de vida, mas têm péssima qualidade de vida, sofrendo de diabetes, hipertensão arterial, câncer, seqüelas de acidente vascular cerebral, doença de Alzheimer, doenças pulmonares como o enfisema, enfarto, etc.

Estilo de vida ruim significa má alimentação (qualidade, quantidade, horário das refeições), uso de álcool, falta de exercícios físicos, dormir tarde e pouco, trabalho excessivo, competição exagerada, visão da vida como um fim em si mesma, relações afetivas e sociais complicadas, práticas corruptas que aumentam os hormônios do estresse, fumo, uso de drogas ilícitas, falta de lazer saudável, falta de uma prática espiritual que dê sentido à existência (não ritual vazio e automático), etc.

A violência da sociedade entristece o povo e cria desesperança gerando depressão. Como solução a procura é medicar as pessoas, quando a sociedade favorece a depressão em função de cânceres sociais como a violência, a corrupção, etc. A saída não é medicar a sociedade! É buscar a mudança do caráter contaminado da pessoa.

A sociedade perdida gera em alguns depressão, e em outros causa cinismo. O cinismo produz indiferença para com o sofrimento alheio. Acostuma-se com a tragédia. Passa-se até a gostar de programas de TV que só mostram e falam disso! Dá IBOPE! E aumenta o desespero e o cinismo de quem os assiste. Este cinismo é a marca registrada dos maus políticos descarados que juram inocência até o momento quando não podem mais porque são confirmadas suas fraudes. E podem ser reeleitos na próxima eleição! E são! Meu Deus… como pode isso??? É muito cinismo para um bando de falsários! É muita maldade e corrupção para um país só! Isso não pode continuar assim!

Voltemos à ciência médica. Na referida revista “Psychosomatic Medicine” citada, tanto no editorial quanto no artigo “Sintomas Depressivos em Sujeitos com Diagnóstico e Não-Diagnosticados Diabetes Tipo 2” (p.300-305), é explicado que fizeram pesquisas para ver se poderia ser confirmada a prevalência de depressão em pessoas com diabetes (Tipo 1 ou Tipo 2) comparados com as sem diabetes. Em nove estudos com avaliações médicas feitas por um período variando de 3 à 16 anos (follow-up) concluiu-se que adultos deprimidos tiveram 37% de risco aumentado para desenvolver diabetes Tipo 2. Isto mostra a importância da depressão (depressão doença e não tristeza temporária) ser diagnosticada e tratada para evitar esta complicação clínica nos susceptíveis.

Por outro lado, outros estudos parecem mostrar algo diferente, ou seja, que somente alguns pacientes após saberem que têm diabetes ficam deprimidos. Daí a pergunta: O que vem primeiro, a galinha ou o ovo? Ou seja, a depressão provoca diabetes Tipo 2 em um grupo de pessoas ou a diabetes Tipo 2 (e Tipo 1) provoca depressão em alguns?

Diabetes e depressão em muitos casos estão realmente juntas (comorbidades). Um dos estudos revelou que havia duas vezes mais depressão em pessoas com diabetes Tipo 2 do que em pessoas sem diabetes.

Em estudos da associação destas duas doenças pensaram em dois mecanismos prováveis: 1)Trocas bioquímicas associadas com a diabetes poderiam pesar no aumento do risco do aparecimento da depressão e, 2)A depressão em diabéticos poderia ser vista como um resultado do fardo que esta doença produz na vida do indivíduo.

Verificou-se que pessoas sabendo ter diabetes tiveram um aumento do risco de desenvolver depressão, enquanto que as que não sabiam ter diabetes não tiveram. Então, o consenso que os cientistas chegaram após vários estudos é que o aumento do risco de surgir depressão em pessoas com diabetes deve-se às conseqüências do fardo de ter a diabetes e não devido à reações químicas pelos altos níveis de glicose (açúcar) no sangue. É, portanto, mais provável que sintomas depressivos sejam conseqüência do diagnóstico de diabetes. Entretanto, alguns estudos sugeriram que a diabetes poderia ser conseqüência da depressão em algumas pessoas.

Nova vacina mata células do câncer de mama

É obvio que você já sabe como se prevenir contra o câncer de mama, mas uma vacina? Isso mesmo. Uma vacina experimental para o câncer de mama fez com que os tumores fossem rejeitados pelos corpos de roedores, mesmo aqueles tumores já insensíveis aos anticorpos sintéticos.

 

A vacina tem como alvo tumores de mama que crescem rapidamente em resposta a um fator de crescimento chamado de HER-2. Cerca de 25% de mulheres com câncer de mama possuem este fator e são tratadas com o anticorpo sintético Herceptin. Mas depois de algum tempo as células cancerosas tornam-se resistentes ao medicamento.

Leia a matéria completa em: http://hypescience.com/nova-vacina-mata-celulas-do-cancer-de-mama/

Crianças fumantes passivas têm maior risco de infecção

O risco de ser hospitalizado foi maior entre bebês de seis meses ou menos, mas o risco aumentado persistiu até que as crianças completavam oito anos, segundo o Dr. M. K. Kwok da Universidade de Hong Kong e seus colegas. Crianças que haviam nascido prematuras ou com baixo peso eram particularmente vulneráveis.

Leia a matéria completa em: http://hypescience.com/criancas-fumantes-passivas-tem-maior-risco-de-infeccao/