Geriatra indica caminhada como atividade mais completa

Ideal é caminhar três vezes por semana durante 20 minutos por dia.
Caminhada deve ocorrer entre 6h e 8h30 ou a partir das 17h.

Do G1, com informações do Via Brasil

Além de ser um exercício que contribui para a saúde física e metal de quem o pratica, a caminhada é considerada por especialistas a atividade física mais completa para o corpo. A busca pela boa forma é, geralmente, a principal motivação de quem opta pela caminhada. A atividade é uma das mais recomendadas pelos médicos. 

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“É uma atividade que você trabalha, em conjunto, o corpo, a esfera psicológica, o social, já que você se relaciona com outras pessoas enquanto pratica, e com a natureza“, diz a geriatra Zalí San Lucas. A caminhada ideal, segundo a especialista, deve ocorrer entre 6h e 8h30 ou depois das 17h. 

Para quem está se iniciando na atividade, a recomendação é começar devagar: caminhar três vezes por semana, em média 20 minutos por dia. Na escolha do tênis, é importante considerar o local onde a caminhada será praticada. Outras dicas fundamentais são a proteção contra o sol e o uso de roupas que facilitem a transpiração durante a prática da caminhada. 

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Quantidade de áreas verdes afeta peso e saúde das crianças, diz estudo

Quanto mais parques, menor a chance de obesidade infantil por perto.
Efeito é verificado mesmo em regiões com grande densidade populacional.

Luis Fernando CorreiaEspecial para o G1

A quantidade de árvores na vizinhança influencia na evolução do peso e na saúde das crianças. A afirmação veio de uma pesquisa realizada nos Estados Unidos.Os especialistas conseguiram demonstrar que crianças que vivem em vizinhanças mais arborizadas apresentam uma evolução mais lenta no peso corporal. Os pesquisadores acompanharam 4 mil crianças e adolescentes, com idades entre 3 e 18 anos, por dois anos, registrando seu peso e altura, o que permitiu o cálculo do índice de massa corporal.

 

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A obesidade infantil é um problema nos Estados Unidos e uma tendência que se espalha pelos outros países ocidentais. O excesso de peso nas crianças está associado à hipertensão arterial, diabetes tipo 2, asma e distúrbios emocionais. 
Nos últimos 30 anos, a obesidade infantil dobrou na faixa etária de 2 a 5 anos e de 12 a 19 anos. No grupo com idades entre 6 e 11 anos, o índice triplicou. As crianças obesas tendem a manter esse padrão corporal na idade adulta, agravando o risco cardiovascular.
O estudo utilizou tecnologias de avaliação de medida por satélite, não só da quantidade de vegetação como também da saúde dessas plantas. A presença de árvores e outro tipo de vegetação reduz a poluição, diminui a temperatura do local e estimula as atividades ao ar livre.
A análise estatística da relação entre arborização e peso das crianças se manteve mesmo nas áreas onde a concentração populacional era elevada. Estudos como esse podem auxiliar prefeitos e gestores de áreas urbanas a promoverem mudanças que podem ajudar a prevenir doenças no futuro, economizando nos gastos de saúde.

 

Luis Fernando Correia é médico e apresentador do “Saúde em Foco”, da CBN 

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Crianças podem se beneficiar de ‘agenda cheia’, sugere pesquisa

Ao contrário do mito, pequenos superocupados são relativamente raros.
Atividades extracurriculares, se dosadas, ajudam na escola e na vida.

Luis Fernando CorreiaEspecial para o G1

Qual é a agenda ideal para as crianças? Essa é uma das preocupações constantes dos pais nos dias de hoje. São atividades físicas e cursos extracurriculares, muitas vezes deixando a agenda das crianças com cara de agenda de executivos. Mas existe uma dose ideal de atividades? 
 

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Os especialistas se dividem, e artigos são publicados a favor e contra. Um trabalho científico buscou quantificar o tempo gasto pelas crianças nas atividades extras e qual o impacto sobre seu resultado acadêmico. Apesar de avaliar um grupo populacional americano, os dados mostram que o excesso de atividades não é tão freqüente quanto se imagina. 

A pesquisa mostrou que 40% das crianças não fazem atividades extra curriculares e mais de 50% ocupam cinco horas por semana em atividades estruturadas. Apenas 5% delas se mostraram com uma agenda muito ocupada, com até 20 horas de atividades extras. A análise dos resultados acadêmicos mostrou que as crianças ocupadas têm melhores resultados na escola e também têm desenvolvimento psicológico superior, com bom ajustamento social. 

Por outro lado, os pais das crianças envolvidas em muitas atividades relatam queixas de cansaço por parte das crianças e que todos sofrem com as demandas de transporte e ajuste de tempo entre as aulas. De qualquer forma, os dados levantados na pesquisa mostram que esse, como outros problemas, deve ser avaliado de forma individualizada e imparcial, buscando-se sempre o equilíbrio entre as atividades e deixando tempo para que as crianças possam ser crianças.

 

Luis Fernando Correia é médico e apresentador do “Saúde em Foco”, da CBN  
 

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Horário de verão aumenta risco de infarto, diz estudo

Hora de sono perdida ao se adiantar o relógio traz riscos ao coração.

Da BBC

Adiantar os relógios em uma hora por causa horário de verão aumenta o risco de infartos, alerta um estudo divulgado nesta quinta-feira pelo Instituto Karolinska da Suécia.
Segundo o estudo, publicado no New England Journal of Medicine, os casos de infarto do miocárdio aumentam cerca de 5% na semana seguinte ao ajuste dos relógios – principalmente nos três primeiros dias.
“A hora de sono perdida e os conseqüentes distúrbios de sono que isto provoca são as explicações mais prováveis”, disse Imre Janszky, um dos pesquisadores envolvidos no estudo.
Em entrevista à agência de notícias sueca TT, outro cientista ligado ao estudo chegou a sugerir o fim dos ajustes anuais dos relógios.
“Talvez seja melhor adotar o horário de verão durante todo o ano, em vez de ajustar os relógios duas vezes por ano. Este é um debate que está ocorrendo atualmente”, disse o Dr. Rickard Ljung.
Com base no registro de infartos na Suécia desde 1987, os cientistas do Instituto Karolinska chegaram às conclusões do estudo após examinar as variações na incidência de ataques cardíacos durante os períodos de ajuste dos relógios, no início e no fim do horário de verão.
 

 Sono a mais

Os cientistas também observaram que o reajuste dos relógios no fim do horário de verão (que na Suécia ocorre sempre no último domingo do mês de outubro), que é sempre seguido por um dia de uma hora extra de sono, representa uma leve redução do risco de infartos na segunda-feira seguinte.
A redução no índice de ataques cardíacos durante toda a semana que se inicia, no entanto, é significativamente menor do que o aumento registrado no início do horário de verão.
Estudos anteriores demonstram que a ocorrência de infartos é mais comum às segundas-feiras. Segundo os cientistas do Instituto Karolinska, o ajuste dos relógios no horário de verão oferece outra explicação para este fato.
“Sempre se pensou que a causa da maior incidência de infartos às segundas-feiras fosse principalmente o estresse relacionado ao início de uma nova semana de trabalho. Mas, talvez outro fator seja a alteração dos padrões de sono ocorrida durante o fim de semana”, observou o Dr. Janszky.
Os cientistas explicam que os distúrbios do sono produzem efeitos negativos no organismo humano e alertam que níveis elevados de estresse podem desencadear um ataque cardíaco nas pessoas que se situam em grupos de risco.
“Pessoas mais propensas a sofrer um infarto devem viver de maneira saudável, e isto inclui ciclos regulares de sono durante toda a semana”, diz Rickard Ljung. “Como um cuidado extra, podem talvez também relaxar mais nas manhãs de segunda-feira”, acrescentou ele.
Os cientistas suecos esperam que o estudo possa aumentar a compreensão sobre os impactos que as alterações dos ritmos diários do organismo podem ter sobre a saúde humana.
“Cerca de 1,5 bilhão de pessoas em todo o mundo são expostas todos os anos aos ajustes dos relógios, mas é difícil generalizar a ocorrência de infartos do miocárdio que isto pode provocar”, observou Ljung.
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‘Brincar como criança’ pode ser mais eficaz que exercícios regulares, diz estudo

Sessões rápidas e intensas de atividades são mais fáceis de seguir, diz pesquisa.

Da BBC

Brincar e correr como criança pode ser melhor do que praticar exercícios tradicionais, como corrida e ciclismo, sugere uma pesquisa da Universidade de Glamorgan, no País de Gales.
Segundo os pesquisadores, correr vigorosamente por 30 segundos pode ser tão benéfico para a saúde como praticar sessões de uma hora de exercícios cinco vezes por semana.
Cientistas da Universidade de Glamorgan, em colaboração com a Universidade McMaster, no Canadá, estão examinando os benefícios potenciais de exercícios de alta intensidade e como podem ser empregados no tratamento de doenças cardiovasculares.
Os cientistas afirmam que, no País de Gales, apenas 29% dos adultos praticam 30 minutos de atividades físicas de intensidade moderada pelo menos cinco dias por semana.
Segundo os pesquisadores, sessões rápidas de brincadeiras podem ser mais fáceis de seguir do que a prática regular de exercícios tradicionais.
“Seis baterias de 30 segundos de corridas vigorosas três vezes por semana podem trazer os mesmos benefícios para a saúde e a redução de peso do que correr ou andar de bicicleta em intensidade moderada por 45 minutos várias vezes por semana”, diz o professor Julien Baker, um dos autores da pesquisa.
Praticidade
De acordo com Baker, corridas de 30 a 100 metros, com duração de 30 segundos, e intervalos de quatro minutos para descanso, têm resultados positivos para a saúde.
“Programas de alta intensidade são muito mais fáceis de executar e mais práticos de seguir. Para crianças que estão acima do peso ou são obesas, pode ser melhor seguir um programa de exercícios de alta intensidade durante um período curto”, afirma Baker.
“Esse tipo de atividade também pode agir como uma defesa contra doenças cardiovasculares, e pesquisas em laboratório demonstraram reduções significativas de pressão arterial após os exercícios”, diz o cientista.
“Essas descobertas indicam que a prática de exercícios intermitentes pode trazer benefícios similares àqueles proporcionados por sessões mais longas de exercícios moderados no tratamento de hipertensão”, afirma Baker.
Segundo o cientista, são necessárias mais pesquisas para compreender totalmente os mecanismos envolvidos na obtenção do máximo de benefícios dos exercícios de alta intensidade e como isso pode ser usado no tratamento de pressão alta.
“O aspecto empolgante desse tipo de exercício é que pode ser praticado em qualquer lugar e não precisa de equipamentos sofisticados ou roupas caras”, diz Baker.
Segundo o instrutor de ginástica Sebastian Navarro, que é ex-oficial do Exército, a idéia da pesquisa segue o mesmo princípio de alguns exercícios seguidos por militares.
“É um treinamento em intervalos. É muito útil para a maioria das pessoas, porque poucas vão conseguir fazer uma hora ou uma hora e meia de treinamento constante”, diz Navarro.
“A maioria das pessoas faz algum tipo de exercício intenso e rápido, como correr para pegar um ônibus. É uma boa maneira de treinar e ainda incentiva as pessoas a se divertirem – o que sempre é bom”, afirma Navarro.

fonte: http://www.g1.com.br 

Estudo liga pouco sono a câncer de mama

Estudo indica que mulheres que dormem menos têm mais chances de ter a doença.

Da BBC

Mulheres que regularmente dormem seis horas ou menos por noite podem estar aumentando o risco de ter câncer de mama em mais de 60%, segundo um estudo de pesquisadores japoneses.
O estudo, realizado por uma equipe da Tohoku University Graduate School of Medicine in Sendai, no Japão, foi publicado na revista acadêmica British Journal of Cancer.
Os cientistas analisaram os hábitos de quase 24 mil mulheres com idades entre 40 e 79 anos durante oito anos. Nesse período, 143 foram diagnosticadas com câncer de mama.
Eles descobriram que aquelas que dormiam regularmente seis horas ou menos por noite tinham 62% mais chances de ter câncer de mama comparado com as que dormiam regularmente sete horas.
Além disso, mulheres que dormiam, em média, nove horas por noite tinham 28% menos chances de ter o tumor.
Os cientistas acreditam que a ligação pode estar no hormônio melatonina, produzido pelo cérebro durante o sono para regular o relógio interno do corpo. A melatonina teria um papel importante na prevenção do câncer de mama ao controlar a quantidade de hormônios sexuais que é liberada.
Eles afirmam, no entanto, que não tiveram informações sobre a qualidade do sono das mulheres, o uso de remédios para dormir ou a presença de problemas na hora de dormir.
A organização Cancer Research UK disse que um “número crescente de estudos” aponta para uma ligação entre falta de sono e câncer.
“A evidência atual sugere que hábitos na hora de dormir podem ter um pequeno efeito no risco de câncer de mama”, disse Henry Scowcroft, da Cancer Research UK ao jornal Daily Mail.
“Mas ainda é muito cedo para dizer se esse efeito é importante quando comparado com outros fatores de risco no estilo de vida, como peso, exercícios e consumo de álcool”, concluiu.
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A Saúde Não Está na Farmácia

  Dr. Cesar Vasconcellos de Souza

Uma grande parte de enfermidades podem ser prevenidas e curadas, sem a necessidade de medicamentos convencionais ou cirurgia.

Nosso corpo foi criado para viver bem segundo leis constantes e imutáveis. Se cooperarmos com a Natureza, ela fará o melhor trabalho possível, seja quanto ao aspecto físico ou mental. No estudo da fisiologia humana encontramos maravilhosos mecanismos de ação e recuperação da saúde. É importante compreender isto e colaborar para que a Natureza execute sua sábia obra de manter e restaurar a vida.

Praticando princípios de saúde simples, como o exercício físico, uso da água pura por dentro e por fora do corpo, alimentação vegetariana, desenvolvimento das relações afetivas e espirituais, etc., uma grande parte de enfermidades podem ser prevenidas e curadas, sem a necessidade de medicamentos convencionais ou cirurgia.

Dr. Dean Ornish, cardiologista da Universidade de São Francisco, Califórnia, provou que pacientes com doença cardíaca coronariana (entupimento das artérias do coração), quando submetidos à prática de exercícios físicos, dieta vegetariana, programa de redução do estresse, grupos de apoio emocional, e melhora nas relações de afeto, tiveram a redução da placa de gordura naquelas artérias! Isto foi um resultado espetacular porque se constatou a existência de uma alternativa para o que a medicina convencional recomenda que é cirurgia cardíaca, seja para fazer a ponte de safena, mamária, radial, (indicada, é verdade, em casos graves) ou a colocação de uma “mola” para abrir a artéria e possibilitar a passagem do sangue que não passa por causa da camada de gordura acumulada dentro dela. Mas se o paciente após a cirurgia cardíaca permanecer com o mesmo estilo de vida que favoreceu a doença, ela deverá voltar.

Quando se tenta combater enfermidades somente com medicamentos e/ou cirurgia, sem mudança do estilo de vida, é um risco de perpetuar a doença e até criar outros problemas devido aos efeitos colaterais dos remédios.

Um exemplo pode ser sobre o uso de antibióticos que são drogas poderosas e têm prevenido muitas mortes, sem dúvida. Entretanto, o uso indiscriminado ou abusivo deles tem causado mais problemas na medicina.

Há uma bactéria muito difícil de ser tratada é o Clostridium difficile. Geralmente ela produz colites (infecções intestinais) como efeito colateral do uso de antibióticos. Dr. Gregory W. Rutecki, Diretor de Educação Médica e Professor da Ohio State University em Columbus e da Wright State University em Dayton, Ohio, comenta sobre um paciente que usou por uma semana um antibiótico, desenvolvendo como efeito colateral uma colite por C. difficile, necessitando de 12 litros de fluído de ressuscitação e uma colectomia total (retirada total do intestino) devido ao efeito secundário do antibiótico.

Estudos mostram que colectomias e mortes por infecção por esta bactéria C. difficile têm crescido 5 vezes mais em uma década. Rutecki comenta que esta bactéria não é somente a que mais atinge as pessoas, como de efeitos mais severos no corpo. Num estudo, diz ele, 25 em cada 100 pacientes hospitalizados sem malignidade hematológica e com glóbulos brancos acima de 30 mil/µL tiveram infecção por esta bactéria.

Nos Estados Unidos o custo médio para tratar infecção por C. difficile é cerca de 10970 dólares e o uso durante 7 dias de vancomicina pode chegar até 7 mil dólares. Isto tem feito com que o custo total nos cuidados de saúde somente para tratar a infecção por esta bactéria possa exceder a 1 bilhão de dólares por ano! Só por causa de uma bactéria!

Recentemente descobriram um subtipo ainda mais virulento e resistente de C. difficile associado ao uso de fluoroquinolona. Isto mostra que o uso de novos antibióticos usados frequentemente tem criado uma ainda mais resistente “super” C. difficile.

O Dr. Rutecki, termina dizendo: “Ainda que antibióticos têm salvo muitas vidas, existem momentos quando seria melhor deixá-los na prateleira. Cortar esta germinativa epidemia requerirá restrição em nosso uso destas ‘drogas maravilhosas’” “What Hath Antibiotics Wrought? The Nightmare of Clostridium difficile Colitis, Consultant, September 1, 2006, p. 1104, 1107, www.ConsultantLive.com

Os drs. Murray e Pizzorno, autores da Enciclopédia de Medicina Natural, afirmam que para obter saúde é simples, e dão a receita: alimentação natural, exercícios físicos e atitude mental positiva. Eles ensinam o que o Criador dos seres humanos havia dito milhares de anos atrás: “Filho Meu, atenta para as Minhas palavras; às Minhas razões inclina o teu ouvido. Não as deixes apartar-se dos teus olhos; guarda-as no meio do teu coração. Porque são vida para os que as acham, e saúde para o seu corpo.” Provérbios 4:20-22.