Supernovas – Boletim Brasileiro de Astronomia – Ed. 458‏

Quinta-feira, 24 de Abril de 2008 – Edicao No. 458

Indice:

_ OLIMPIADA DE ASTRONOMIA E ASTRONAUTICA TEM PROVAS EM BRAILE
_ ESTADOS UNIDOS ADOTAM POLITICA DE DADOS ABERTOS PARA SATELITE LANDSAT
_ OBSERVATORIO DO CEFET-CAMPOS GANHA NOME DE EX-DIRETOR DO ON
_ REUNIAO INTERNACIONAL DISCUTE USO DE DADOS ESPACIAIS NA EDUCACAO
_ ESFERA DESVENDADA
_ MAIS UMA EVIDENCIA DA EXISTENCIA DE UM BURACO NEGRO NO CENTRO DA VIA
LACTEA
_ FOI LANCADO HOJE O SATELITE DE NAVEGACAO MAIS AVANCADO DA ESA
_ EVENTOS
_ EFEMERIDES PARA A SEMANA

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ASTRONOMIA NO BRASIL
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OLIMPIADA DE ASTRONOMIA E ASTRONAUTICA TEM PROVAS EM BRAILE
22/04/2008. A 11к Olimpiada Brasileira de Astronomia e Astronautica
(OBA) tem como novidade o fato de que as provas tambem terao traducao
para o braile – sistema de leitura para pessoas com deficiencia
visual. Os professores responsaveis pelo evento em cada escola
precisam informar ‘a organizacao da Olimpiada a quantidade de provas
necessarias para cada nivel. As escolas especializadas no atendimento
a portadores de deficiencia visual que nao tenham se cadastrado na OBA
devem preencher, tambem, o formulario disponivel no site
http://www.oba.org.br. Essas informacoes precisam ser encaminhadas
ate’ esta quarta-feira (23) para a Comissao Organizadora da OBA, por
meio do e-mail oba@uerj.br, pelos faxes (21) 2587.7150, 2258.0586 ou
pelos telefones (21) 3521.8489 e 8272.3810. A organizacao da OBA esta’
enviando cartas ‘as escolas cadastradas explicando como sera’ a
aplicacao das provas. A gerente do Programa AEB Escola, da Agencia
Espacial Brasileira (AEB/MCT), Ivette Rodrigues, explica que a OBA
enviara’ todas as provas para os alunos com deficiencia visual ja’
transcritas e impressas em braile. Para os demais alunos, ira’ apenas
uma matriz que deve ser reproduzida pelas escolas. Esta iniciativa e’
possivel gracas ao apoio do Senado Federal e da Associacao Brasiliense
de Deficientes Visuais (ABDV) e reforca o proposito dos organizadores
da OBA de contribuir com a politica de inclusao social promovida pelo
Governo Federal. A OBA e’ realizada pela AEB, por meio do Programa AEB
Escola, e pela Sociedade Brasileira de Astronomia (SAB). As provas
serao realizadas no dia 9 de maio. Mais de 350 mil estudantes
participaram da ultima edicao. A Olimpiada objetiva divulgar a
Astronomia e as atividades espaciais a estudantes em todo Pais.
Segundo Ivette, as questoes das provas sao elaboradas de forma a levar
conteudos informativos tanto a alunos como a professores. Podem
participar estudantes dos ensinos fundamental e medio de escolas
publicas ou privadas de todo o Pais. A inscricao deve ser feita em
escolas previamente cadastradas. Para alunos que nao necessitem das
provas em braile, a inscricao pode ser feita ate’ 8 de maio. ( Fonte:
Assessoria de Comunicacao do MCT )
Ed: CE

ESTADOS UNIDOS ADOTAM POLITICA DE DADOS ABERTOS PARA SATELITE LANDSAT
23/04/2008. Programa estara’ disponivel na Internet sem custo ate’
fevereiro de 2009. O United States Geological Survey (USGS), orgao do
governo americano responsavel pela recepcao e disseminacao de imagens
de satelites de sensoriamento remoto, acaba de anunciar que ate’
fevereiro de 2009 todo o acervo do programa Landsat estara’ disponivel
na Internet sem custo. Com este anuncio, os Estados Unidos se unem ao
Brasil e ‘a China ao adotar uma politica de livre acesso para dados de
sensoriamento remoto com resolucao moderada (mais de 5 metros). “O
Brasil ja’ adota esta politica desde 2004 para o programa Cbers e a
China, a partir de 2007, passou tambem a aplicar esta politica
aberta”, comenta Gilberto Camara, diretor do Instituto Nacional de
Pesquisas Espaciais (Inpe), que ja’ distribuiu gratuitamente mais de
350.000 imagens do Programa Cbers. O programa Landsat e’ o programa
mais antigo de sensoriamento remoto da area territorial do planeta.
Foi iniciado em 1972, com o lancamento do Landsat-1. Inclui os
satelites Landsat-2 (lancado em 1975), Landsat-3 (1978), Landsat-4
(1982), Landsat-5 (1984) e Landsat-7 (1999). Atualmente, apenas o
Landsat-5 continua em operacao plena, o que faz dele o satelite de
observacao da terra de maior duracao ate’ hoje. O Landsat-5 ja’ obteve
mais de 600 mil imagens do planeta. Para o diretor do Inpe, esta
decisao dos Estados Unidos torna muito provavel que, a partir do
inicio da proxima decada, todos os satelites de sensoriamento remoto
com mais de 10 metros de resolucao estejam disponiveis de forma aberta
e gratuita para o mundo inteiro. “Esta situacao ira’ permitir um
gerenciamento muito melhor dos recursos terrestres de nosso planeta,
muito necessario em tempos de mudancas ambientais globais”, avalia
Gilberto Camara. Brasil e’ pioneiro no acesso livre a dados orbitais.
Alem dos usuarios brasileiros, as imagens Cbers tambem sao fornecidas
gratuitamente para paises da America do Sul que estao na abrangencia
das antenas de recepcao do Inpe em Cuiaba’, Mato Grosso. O Brasil e’
hoje o maior distribuidor de imagens de satelite do mundo, gracas ‘a
politica adotada em junho de 2004 que permite o download gratuito a
partir do site http://www.obt.inpe.br/catalogo Apenas no Brasil ja’
foram distribuidas aproximadamente 350 mil imagens Cbers para cerca de
15 mil usuarios de varias instituicoes publicas e privadas,
comprovando os beneficios economicos e sociais da oferta gratuita de
dados. Na China, apos a adocao de uma politica similar ‘a brasileira,
foram distribuidas mais de 200 mil imagens, sendo o Ministerio da
Terra e de Recursos Naturais seu principal usuario. Recentemente,
Brasil e China decidiram oferecer gratuitamente as imagens do Cbers
para todo o continente africano. A distribuicao das imagens contribui
para que governos e organizacoes na Africa monitorem desastres
naturais, desmatamento, ameacas ‘a producao agricola e riscos ‘a saude
publica. Brasil e a China estabeleceram, em 1988, uma parceria para a
construcao, lancamento e operacao conjunta dos satelites. O Programa
Cbers permite aos dois paises produzir dados e imagens de seus
territorios a custo reduzido. As informacoes ajudam na formulacao de
politicas publicas em areas como monitoramento ambiental,
desenvolvimento agricola e planejamento urbano. No Brasil, o
desenvolvimento do Cbers cabe ao Inpe – Instituto Nacional de
Pesquisas Espaciais. Na China, o programa esta’ sob a responsabilidade
da Cast – Chinese Academy of Space Technology. Saiba mais no site
http://www.cbers.inpe.br. ( Fonte: Marjorie Xavier, da Assessora de
Imprensa do Inpe )
Ed: CE

OBSERVATORIO DO CEFET-CAMPOS GANHA NOME DE EX-DIRETOR DO ON
23/04/2008. Cientista Domingos Fernandes da Costa (1882-1956),
ex-diretor do Observatorio Nacional, ganha homenagem no norte do
estado do Rio de Janeiro. O Observatorio Astronomico Domingos
Fernandes da Costa, na Unidade de Pesquisa e Extensao Agro-Ambiental
(Uepa) do Cefet-Campos, no Norte do Estado do Rio de Janeiro, foi
inaugurado no dia 2 de abril. O observatorio fica proximo ‘a fronteira
dos municipios de Campos e Sao Joao da Barra, no lado direito da
estrada. Trata-se de uma homenagem a esse importante cientista
brasileiro, natural de Sao Joao da Barra, que ja’ teve seu nome dado a
escola homenageado em sua propria terra, em 11 de marco de 2002 (ver
JC e-mail 1993, 15/03/2002). Domingos Fernandes da Costa foi oficial
da Marinha do Brasil e astronomo do Observatorio Nacional, de 1909 a
1956, tendo sido diretor da instituicao em 1951. O Observatorio
Astronomico Domingos Fernandes da Costa possui um telescopio
Celestron, de 8 polegadas de diametro de espelho (um pouco mais de 20
cm), montado em equatorial (permite acompanhar o movimento do ceu) e
apontamento GoTo. Isso significa que, por meio de um sistema de
computacao, se coloca a posicao do astro, como a Lua, e ele
automaticamente aponta para o corpo celeste. O Observatorio, que foi
instalado no terraco da Uepa, possui um abrigo proprio para o
equipamento. Tem ainda uma camera de TV, que permite observar os
astros em uma tela de televisao. Esta’ aberto as escolas e ao publico,
por meio de agendamento, assim como a trabalhos de pesquisas.
Historico O “Comandante Costa”, como era conhecido no Observatorio
Nacional, ingressou na instituicao em 1909, na recem criada Diretoria
de Meteorologia e Astronomia/ON, epoca que meteorologia e astronomia
caminhavam juntas, quando a instituicao funcionava no morro do
Castelo, no centro da cidade do Rio de Janeiro. Depois de 1920 a
diretoria passou a novamente ser denominada Observatorio Nacional,
ganhando sede nova, no morro de Sao Januario, com 40.000 m2, onde
Costa permaneceu trabalhando mesmo depois de aposentado, em 1954, ate’
seu falecimento em 1956. Costa gostava de orientar os estudantes na
carreira de ciencia, deixando muitos seguidores. Em 1912 esteve com o
astronomo Arthur Eddington (futuro pai da Astrofisica), na expedicao
do eclipse de Passa Quatro, e em 1925 com o cientista Albert Einstein,
quando de sua visita ao Rio de Janeiro. Ele tambem teve oportunidade
de participar da observacao do mais famoso eclipse total do Sol, em 29
de maio de 1919, na cidade de Sobral, no interior do Ceara’, quando
astronomos ingleses (com equipe de brasileiros do ON e de americanos)
puderam obter placas fotograficas do Sol eclipsado e das estrelas no
fundo do ceu, as quais puderam comprovar, pela primeira vez, a Teoria
de Relatividade do cientista Albert Einstein. ( Fonte: Marcomede
Rangel, do Observatorio Nacional )
Ed: CE

REUNIAO INTERNACIONAL DISCUTE USO DE DADOS ESPACIAIS NA EDUCACAO
25/04/2008. O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe)
sediara’ a 9к Reuniao Anual do Grupo de Trabalho sobre Educacao,
Formacao e Capacitacao (GT-Edu) do CEOS – Commitee on Earth
Observation Satellites (Comite’ de Observacao da Terra por Satelites),
que acontece entre os dias 28 e 30 de abril no auditorio do IAI, na
sede do Instituto, em Sao Jose’ dos Campos (SP). Para o GT-Edu/CEOS, a
educacao e’ a chave para futuras tecnologias de observacao da Terra,
tanto no desenvolvimento como em suas aplicacoes. Alem disso, a
formacao de recursos humanos e’ essencial para levar os dados
espaciais e seus beneficios ao cidadao comum. Tania Maria Sausen,
pesquisadora do Inpe que e’ vice-presidente do GT-Edu/CEOS, tem atuado
na capacitacao de professores e alunos no uso de dados de
sensoriamento remoto como material didatico em sala de aula. Segundo
ela, as imagens de satelites podem ser usadas em muitas disciplinas,
desde o ensino de geografia e historia a ecologia, e seu uso tambem
costuma servir de motivacao a alunos e professores no saber cientifico
da Terra. Mais informacoes no site http://wgedu.ceos.org
Ed: CE

ESFERA DESVENDADA
28/04/2008. Foram divulgados os resultados das primeiras analises de
um artefato espacial, de formato esferico e envolto em fibras de
carbono, que caiu ha’ pouco mais de um mes em uma fazenda proxima ao
municipio de Montividiu, no interior de Goias. De acordo com o
coordenador de gestao tecnologica do instituto, Marco Antonio Chamon,
o pesquisador responsavel pelas analises no Inpe, o objeto, que tem
cerca de 80 centimetros cubicos, e’ um tanque de nitrogenio de alta
pressao utilizado em sistemas de propulsao liquida, comum em foguetes
e satelites. “A hipotese mais provavel e’ a de que se trata de um
tanque de propulsao utilizado por um foguete da Nasa. Essa ainda nao
e’ uma informacao oficial, mas chegamos a essa conclusao preliminar
porque os Estados Unidos ja’ solicitaram a posse do tanque com uma
reivindicacao que confirma essa nossa conclusao”, disse Chamon ‘a
Agencia FAPESP. “Ao que tudo indica o tanque pertencia ao foguete
Atlas 5, de propriedade da agencia espacial norte-americana”, conta.
Segundo ele, a suspeita inicial de que se tratava de um material
reentrado, ou seja, uma peca do espaco que reentrou na atmosfera, foi
confirmada. “Esses objetos, chamados de lixo espacial, sao residuos ou
partes de foguetes ou satelites que ficam, sem uso, flutuando no
espaco. Calcula-se a existencia de cerca de 10 mil objetos desse tipo
circulando ao redor da Terra. O espaco e’ realmente bastante sujo”,
explica o engenheiro. Antes de ser levada para o Laboratorio Associado
de Combustao e Propulsao do Inpe, em Cachoeira Paulista (SP), onde se
encontra atualmente, a peca foi examinada in loco, logo que foi
encontrada por moradores locais de Montividiu, por pesquisadores da
Comissao Nacional de Energia Nuclear (CNEN) para a identificacao de
possiveis cargas radioativas. Na ocasiao foram feitos testes de niveis
de concentracao de substancias toxicas, como a hidrazina, cujos
resultados foram todos negativos. “Na ocasiao, por meio de detectores
de gases, foi comprovado que nao havia nenhum tipo de radiacao
ionizante na peca. A hidrazina, por exemplo, um produto quimico usado
na propulsao de satelites, era o que mais nos preocupava por ser
altamente toxica e letal ao ser humano. Apenas residuos de nitrogenio
foram encontrados na peca”, conta Chamon. O Brasil e’ signatario de
convencoes internacionais para a devolucao de objetos espaciais a
outros paises. “Como o pais reclamante precisa provar que o objeto e’
de sua propriedade, ainda estamos aguardando uma manifestacao
norte-americana mais especifica. Enquanto isso, os tratados
internacionais nao nos permitem fazer nenhum tipo de teste destrutivo
no objeto. Devemos devolve-lo tal como ele foi encontrado”, afirma. As
negociacoes para a recuperacao do objeto, segundo Chamon, serao feitas
por intermedio do Ministerio das Relacoes Exteriores. “Assim que as
provas forem apresentadas e logo que for acordado como o artefato
sera’ devolvido, muito provavelmente um aviao da Nasa pousara’ em Sao
Jose’ dos Campos, no interior paulista, para levar o equipamento de
volta ‘aquele pais”, explica. “Apesar de a peca estar totalmente fora
de uso, normalmente esse tipo de resgate se justifica para a
realizacao de investigacoes de falha de missoes espaciais. Isso
devera’ ocorrer nesse caso, se realmente for comprovado que o artefato
realmente pertencia ao Atlas 5”, disse Chamon. ( Fonte: Thiago Romero,
Agencia FAPESP )
Ed: CE

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ASTRONOMIA NO MUNDO
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MAIS UMA EVIDENCIA DA EXISTENCIA DE UM BURACO NEGRO NO CENTRO DA VIA
LACTEA
16/04/2008. Os cientistas acreditam que a maior parte das galaxias,
para nao dizer todas, albergam na sua regiao central um Buraco Negro.
A nossa galaxia nao foge ‘a regra, existem fortes indicacoes de que na
regiao central da nossa galaxia podera’ estar um Buraco Negro com
cerca de 4 milhoes de vezes a massa do Sol. Trata-se de uma estrela
ana’ adulta (dita da sequencia principal) de classe espectral G. A
temperatura na sua superficie e’ aproximadamente 5800 graus
centigrados e o seu raio atinge os 700 mil quilometros, conhecido como
Sagittarius A*. Em muitas galaxias, estes candidatos a Buracos Negros
sao responsaveis por emissoes extremamente energeticas provenientes da
regiao que os circunda, resultado do campo gravitico que atrai a
materia que cai em sua direcao e forma um disco de acrecao. No caso da
Via Lactea, ao que tudo indica, nao ha’ muita materia nas regioes que
podem ser afetadas pelo campo gravitico do objecto compacto, pelo que
este mostra um aspecto adormecido. Imagens recentes, obtidas com os
satelites de Raios-X da ESA , NASA e Agencia Espacial Japonesa,
mostram que ha’ cerca de 3 seculos houve uma poderosa emissao
proveniente da regiao. Os cientistas chegaram a esta conclusao ao
analisar imagens da regiao onde se encontra uma grande nuvem conhecida
como Sagittarius B2, a cerca de 300 anos-luz de distancia de
Saggitarius A*. Ao que tudo indica a regiao apresenta sinais de
interacao de emissoes de Raios-X, provenientes do disco de acrecao que
circunda o possivel buraco negro na regiao central da nossa galaxia,
com a nuvem. A combinacao de observacoes de varios telescopios
permitiu eliminar outras hipoteses como por exemplo reacoes ocorridas
na propria nuvem causadas por particulas subatomicas. Esta descoberta
e’ mais um ingrediente a acrescentar ‘a lista de evidencias a favor da
existencia de um Buraco Negro no centro da nossa galaxia e parece
mostrar que ele nem sempre esteve em estado dormente. ( Fonte: ESA –
http://www.esa.int/esaSC/SEMV9Z3XQEF_index_0.html )
Ed: GMM

FOI LANCADO HOJE O SATELITE DE NAVEGACAO MAIS AVANCADO DA ESA
27/04/2008. Foi dado mais um passo para a implementacao do Galileu, o
sistema europeu de navegacao global por satelite, gracas ao sucesso do
lancamento do GIOVE-B, o segundo satelite Galileu da ESA, que
transporta o relogio atomico mais exacto alguma vez lancado no espaco.
O satelite GIOVE-B foi colocado, pelo operador de lancamento Starsem,
numa orbita de media altitude em redor da Terra atraves de um foguetao
Soyuz/Fregat, que partiu do Cosmodromo de Baikonur no Cazaquistao. A
descolagem teve lugar ‘as 04:16, hora local, no dia 27 de Abril (00:16
hora de Verao da Europa Central). A fase superior do Fregat efectuou
uma serie de manobras para alcancar uma orbita circular a uma altitude
de aproximadamente 23.200 km, tendo efectuado uma inclinacao de 56
graus em relacao ao Equador, antes de colocar o satelite em orbita, 3
horas e 45 minutos mais tarde. Os dois paineis solares que geram
electricidade para alimentar a nave espacial foram correctamente
activados ‘as 05:28 CEST. Este satelite de 500 kg foi construido por
uma equipa industrial europeia, liderada pela EADS-Astrium GmbH, com a
Thales Alenia Space a efectuar a integracao e testes em Roma. Dois
anos apos a bem sucedida missao GIOVE-A, este novo satelite
continuara’ a demonstracao de tecnologias essenciais para a carga util
de navegacao de futuros satelites Galileu operacionais. ( Fonte: ESA –
artigo completo em: http://www.esa.int/esaCP/SEMIKG2QGFF_Portugal_0.html )
Ed: GMM

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EVENTOS
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02/05/2008 a 03/05/2008 – IV EINA e I CoNAst: O IV Encontro
Interestadual Nordestino de Astronomia – IV EINA – e o I Concurso
Nordestino de Astrofotografia – I CoNAst – acontecem nos dias 02 e 03
de Maio de 2008 no CEFET em Joao Pessoa, PB. Inscricoes para IV EINA
no site: http://www.apapb.com/iveina/. Valor: 30 reais, ate’ o dia
15/04/2008. As inscricoes para o I CoNAst sao pelo site:
http://www.apapb.com/iveina/. Valor: 1 real durante o credenciamento.
( Fonte: Caio Correia )
Ed: AM

02/05/2008 a 04/05/2008 – I Encontro Internacional de Astronomia e
Astronautica: Nos dias 2, 3 e 4 de maio de 2008 estara’ sendo
realizado, na regiao Norte-Fluminense (Estado do Rio de Janeiro –
Brasil) o I Encontro Internacional de Astronomia e Astronautica. O
evento sera realizado no CEFET de Campos dos Goytacazes. As inscricoes
sao gratuitas e poderao ser feitas pela internet ate’ o dia 25 de
abril de 2008. Apos essa data somente serao aceitas inscricoes na
abertura do evento. A pagina com informacoes sobre o evento estao
disponiveis no endereco: http://eiaa.pagetab.com ( Fonte: CALC )
Ed: CE

05/05/2008 a 17/05/2008 – Curso de astronomia aberto ‘a comunidade: O
Planetario da UFSC, em parceria com o Grupo de Estudos de Astronomia
(GEA), oferece a partir do dia 5 de maio o curso “Leitura do Ceu e
Sistema Solar”. As aulas serao ministradas por astronomos amadores do
GEA e pela equipe do Planetario, de 2к a 6к, das 19h30 ‘as 21h30,
durante duas semanas. No final do curso o aluno recebe um certificado
emitido pela universidade. O cronograma inclui, alem de aulas
teoricas, praticas no planetario nas quais os alunos observarao o ceu
lidando com equipamentos astronomicos, como o telescopio. Estao
abertas 44 vagas, e as inscricoes acontecem a partir do dia 7 de abril
ate’ todas as vagas serem preenchidas ou ate’ o primeiro dia de aula,
na secretaria do Planetario. O custo da inscricao e’ de R$40 para
estudantes e R$60 para nao estudantes. Mais informacoes no telefone
3721-9241 ou no site http://www.cfh.ufsc.br/~planetar ( Fonte: Gabriela Bazzo
/ Agecom )
Ed: CE

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EFEMERIDES PARA A SEMANA
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24/04/2008 a 03/05/2008
Efemerides dia-a-dia
Ed: RG

24 Abril
Lancamento: STS-124, Space Shuttle Discovery, JEM-PM Kibo
(International Space Station 1J)
Mercurio em Perielio 14:01

25 Abril
Imersao da estrela 3 Sgr, SAO 185755 (dupla proxima), 4.5mag na borda
iluminada lunar (evento rasante para Sao Paulo) Altitude h=42.1° 00:07
Emersao da estrela 3 Sgr, SAO 185755 na borda escura 00:19

26 Abril
Sonda Cassini: sobrevoo distante a Titan
Ocultacao da estrela Sigma SGR, 2.1mag
Informacoes e mapa de visibilidade: http://www.reabrasil.org/lunar

27 Abril
Cometa 124P Mrkos em perielio, elongacao 103.5° a 1.469AU do Sol 01:08
Lua e Jupiter , -2.4mag, separados a 2.82° 01:04
Ganymed (5.0 mag), final de transito 00:08
Europa (6.0 mag), inicio de sombra 01:31
Europa, inicio de transito
Europa, final de sombra 04:13
Callisto (6.1 mag), inicio de transito

28 Abril
Hoje, Eugene Shoemaker (1928) faria 80 anos
Io (5.4 mag), inicio de sombra 03:23
Io, inicio de transito 04:39
Lua Quarto Minguante 11:12

29 Abril
Io (5.4 mag), inicio de eclipse 00:41
Europa (6.0 mag), Reaparece de ocultacao 01:11
Io, reparece de ocultacao 04:12
Luz cinerea Lunar 05:06
Io, inicio de transito 23:07

30 Abril
Sonda Cassini: Sobrevoo distante a Telesto e Pallene
Cometa C;2007 M3 LINEAR passa a 3.094 AU da Terra
Io (5.4 mag), final de sombra 00:07
Io, final de transito 01:23
Luz Cinerea 05:06
Ganymed, inicio de eclipse 05:56
Lua em Libracao Oeste 06:26
Io, reaparece de ocultacao 22:39

1 Maio
Luz Cinerea 05:06

2 Maio
Luz Cinerea 05:06
Mercurio e Pleiades separados a 2.0 graus 19:53

3 Maio
Chuveiro Piscideos de maio, ativo ate’ 27/05 em Cyg 21:00
Luz Cinerea 05:06
Saturno estacionario inicia movimento progressivo 10:00
Ganymed (4.9 mag), final de sombra 22:53

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GLOSSARIO
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Os verbetes deste Glossario foram extraidos do Astro.dic –
Dicionario de Astronomia e Areas Afins, que disponibiliza todo seu
conteudo no Site: http://www.ceaal. al.org.br/ astrodic/
Ed: LL

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Supernovas – Boletim Brasileiro de Astronomia, e’ uma publicacao
semanal em forma de boletim eletronico, via e-mail, estruturado em
diferentes Editorias e elaborado pela comunidade astronomica
profissional e amadora brasileira com o objetivo de ampliar a
divulgacao de informacoes sobre a Astronomia no Brasil e no mundo.
Semanalmente, ele e’ enviado a aproximadamente 10000 interessados.
Informacoes gerais sobre Astronomia e Ciencias afins podem ser
encontradas no site do Boletim na Internet, no endereco:
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2 Respostas

  1. 31/01/2008 – 10:42

    Teorias: origem, essência, transformação da natureza e da unidade da matéria, do espaço, da energia, do cosmo e dos astros

    O professor e pesquisador Ancelmo Luiz Graceli apresenta a seguir teoria do universo fluxonário estruturante a partir do espaço denso, e teoria da energeticidade e radiação.

    Apresentação: São duas novas teorias dentro da física: a primeira – que trata da origem do universo, da origem da matéria, o fluxo de processos e estruturação que ocorre a partir do espaço denso; já a segunda teoria – onde dá novas respostas, causas e fundamentações para todos os fenômenos da matéria e astros com duas causas, que são a energia e radiação produzidos pelo próprio astro.

    Introdução a Origem do Universo: O Universo não surgiu de um ponto central para fora, por meio de uma grande explosão, mas sim o Universo surgiu de fora para dentro, ou seja, o espaço denso foi se aglutinando até formar a matéria e a energia, para depois se formar os astros. Segundo esta teoria, o espaço que se pensa que é um vazio, na verdade, possui densidade, e que, por aglutinação, vai sempre mais se densificando, até formar-se em bolhas, de onde vai dar surgimento à matéria, por isto que a matéria é infinitamente divisível. Assim, a Teoria do Universo Fluxonário Estrutrante consegue dar uma fundamentação à origem da matéria, da energia e dos astros.Vemos que, pela teoria da grande explosão e expansão, não é possível ser provado a quantidade de matéria que existe no Universo, sendo originado por um ponto ínfimo.

    Universo Fluxonário Estruturante – Com a matéria e a energia já densificadas, surgem as bolhas de energia que dão início à formação dos primeiros astros, às nuvens de gases, às galáxias e aos aglomerados, ou seja, o Universo tem uma origem que inicia pelo espaço denso, passa pela fase de bolhas de energia até se tornar matéria, para depois formar os astros. A partir da fase de astros, o mesmo continua o seu processo numa segunda fase, produzindo as fusões nucleares nas estrelas, aumentando o processamento de energia, temperatura e radiação, onde será expelido parte da sua energia e matéria no espaço, onde formarão a temperatura, a radiação, a atmosfera, os anéis que se reagruparão e se esferificando, formando astros menores, no caso, planetas por estrelas, satélites por planetas e outros. Por isto que o Universo é um infinito fluxo de construção, desintegração e processamento, que sempre outros astros se formarão a partir de outros maiores e com mais energia, com menos intensidades de fenômenos e com menos dinâmica. Logo, este Universo tende a ser lento, enquanto outros em outros pontos do espaço se encontram em outras fases. Por isto que é encontrado aglomerados de nuvens de gases no espaço.

    Enquanto uns se encontram numa fase mediana, que é no caso o nosso, outros se encontram mais envelhecidos e mais lentos, na fase final. E outros ainda, com mais dinâmica e mais energia, que se encontram na fase inicial.

    Universo em Rotação – O Universo não se encontra em expansão, mas sim em rotação, translação e afastamento mínimo, se considerar o afastamento anual do Planeta Terra em relação ao Sol não chega a um metro. Tal situação é provada matematicamente pela Teoria da Energeticidade e Radiação. Na verdade, o que dá o sentido aos observadores de que as galáxias estão se afastando é o efeito Doppler, onde dá uma cor vermelha, que é a cor para o afastamento, quando se observa algum objeto luminoso se afastamento, porém, esta cor é observada quando qualquer objeto luminoso se encontra em rotação e translação. Foi a partir daí que levou a concepção da formação da Teoria da Expansão do Universo, e mais tarde a concepção da grande explosão.

    Contestação – se o Universo estivesse em expansão, considerando o tempo de vida do Universo e que todo movimento inicial e maior não seria possível de ver nenhuma estrela no espaço. O outro ponto é que dá a aparência no espaço de que todos estão se afastando em relação a nós aqui na Terra, seria como se nós estivéssemos no centro do Universo, e isto seria uma grande coincidência. Outro aspecto se constitui na seguinte cogitação: como um ponto ínfimo teria tanta matéria? Como último ponto – de onde e de que surgiu a matéria? (não consegui reparar a gramática sem alterar o sentido – desenvolve você).

    A Teoria do Universo Fluxonário Estruturante defende que o Universo se encontra em fases, e, enquanto uns já estão numa fase mais avançada, outros estão iniciando, e que o Universo se encontra em afastamento mínimo, em rotação e translação.

    A Teoria da Energeticidade e Radiação – Através da procura para uma só explicação dos fenômenos da natureza que englobasse a origem das estrelas, dos planetas, dos satélites, dos cometas, dos asteróides, dos anéis, das atmosferas e dos outros fenômenos, como as órbitas, a rotação, a translação, o distanciamento, as fusões naturais, as atividades tectônicas, a origem e a evolução da matéria e da energia, dentre outros, cheguei à conclusão de que a energia é a responsável pelo processamento dos fenômenos, e que a energia e a matéria, por sua vez, se originam do espaço denso. Ou seja, o espaço denso produz a estrutura – que é a matéria, e produz o agente propulsor – que é a energia. No mais, constatei que a energia é a responsável pela dinâmica e pela órbita dos astros, porém, a dinâmica e a órbita passam por três fases, sendo elas:

    Primeira: A Inicial – ocorre quando o astro se origina do primário, no caso – o Planeta do Sol. Nesta fase, o primário tem grande influência sobre o secundário, e a translação é grande, já a rotação é mínima; a órbita tem uma excentricidade, enquanto a inclinação tem uma irregularidade média. Isto se confirma de Mercúrio a Vênus.

    Segunda: A Mediana – ocorre quando o astro já saiu de perto do primário e passa a desenvolver a sua dinâmica pela sua própria energia e radiação. Nesta fase, a translação diminui progressivamente, enquanto a rotação aumenta conforme o diâmetro e a energia do próprio astro, e as irregularidades da excentricidade, a inclinação da órbita e rotação diminuem. isto se confirma do Planeta Terra até Netuno. Ressalte-se que o menos irregular e com mais rotação é Júpiter, por ser o maior entre os planetas, conseqüentemente, ainda conserva grande quantidade de energia em processamento.

    Terceira: A Final – nesta, o astro já se encontra com pouca energia e produção de radiação, levando ao mesmo a diminuir progressivamente a sua rotação e translação, porém, o seu comando também diminui, levando a aumentar as suas irregularidades na excentricidade da elipse, na inclinação da órbita e da rotação. Isto se confirma em Plutão e em todos os satélites distantes de seus primários, como também nos cometas e asteróides distantes.

    É bom ressaltar que as duas teorias – a do Universo Fluxonário Estruturante e da Energeticidade e Radiação – são provadas matematicamente e com exatidão por fórmulas simples, onde não uso distância, massa ou gravitação para encontrar estes resultados. Na verdade, só uso o diâmetro, a radiação, a temperatura, a rotação e a velocidade equatorial.

    Por outro lado, consigo ainda provar a origem e causa da rotação e sua inclinação, bem como o afastamento entre os planetas, usando também os seus diâmetros, fenômenos esses impossíveis de serem fundamentados e calculados pela Teoria da Gravitação e Teoria da Relatividade.

    Estas duas novas teorias abrirão novas portas para a pesquisa da cosmologia, da astronomia e da micro-física.

    . Teoria da Origem da Matéria e do Cosmo, e do Universo Fluxonário Estruturante. | . Teoria da Cosmogenese da Energeticidade e Radiação.

    . Cosmogenese, Cosmologia, Cosmofísica, Astrofísica e Cosmogonia – Esta teoria é a que mais se aproxima do poder de Deus. Pois vai contra qualquer forma de caos.

    Do quase nada tudo pode surgir – exceto Deus.| . O Universo é uma auto criação, porém uma obra deste porte só pode ter o poder do criador – Deus.

    Esta teoria vai de encontro à harmonia e eternidade cósmica em detrimento ao caos e a finitude do universo proposto pela teoria da grande explosão.

    Enquanto um entra em fluxo de desintegração e reintegração com menos energia, outros nascem mais distantes a partir da aglutinação do espaço denso.

    Teorias do Cosmo Fluxonário Estruturante, e Energeticidade e Radiação – Esta não é apenas uma teoria do movimento, mas sim da origem, da essência, da transformação, da natureza e da unidade da matéria, do espaço, da energia, do cosmo e dos astros.

    Cosmo Estruturante e Desintegrante. | . Modelo Graceliano.

    Teoria da Bolha de Espaço Denso e Energia – Enquanto na teoria da grande explosão o universo se expande a partir de um ponto do espaço e de uma pequena quantidade de energia, e é um só. Na teoria da bolha o universo se contrai a partir do espaço denso para produzir a matéria e a energia de vários pontos do infinito do espaço, numa constante produção de novos universos em vários pontos do cosmo. Ou seja, ele se contrai para produzir a matéria para depois formar os astros e se expandir pela radiação. E são vários universos em infinitos pontos do cosmo em infinitas fases.

    De nascimento na Fase Bolha de Espaço Denso – Fase Estruturante-, Na Fase de Energia, Na Fase de Matéria. E na Fase de Desintegração e Desprendimento e Afastamento no Espaço pela própria radiação da densidade da matéria. E reintegração formando secundários a partir do material irradiado pelo primário.

    Fórmula para contração de espaço Denso – O espaço denso se contrai e diminui de tamanho para produzir a matéria, e se dá numa contração e diminuição infinita, que pode ser calculada com a formula do limite infinitesimal. Que do todo menos uma parte, dividido pelo todo, assim infinitamente.

    Espaço Denso – parte / total espaço denso se estruturando. Assim, infinitamente, até transformar-se em energia e matéria. ED – P / ED … até chegar a ser energia e matéria. Assim, temos a fórmula para formação da matéria, energia e para origem do universo.

    Infinitos universos em fases estruturantes e desintegrantes.

    Primeira Teoria da Origem e Natureza da Matéria – Sempre foi procurado pelos filósofos e químicos gregos, depois pela física moderna uma explicação para a origem, natureza e essência da matéria, em que o mundo em épocas foi dividido em forma e estrutura, espírito, mente e matéria, pois aqui mostro a primeira teoria do que a matéria pode surgir e do que ela é formada, que é de filamentos de espaço denso, sempre se procurou a matéria pela matéria e dividi-la infinitamente do átomo dos gregos até a centena de partículas que são catalogadas hoje.

    Assim, temos aqui a primeira teoria do que a matéria possa ser formada, que é de filamentos de espaços denso.

    Cálculo formação de matéria e para cosmo estruturante – Poder de contração do espaço denso * quantidade de espaço denso / tempo cosmológico = matéria e cosmo estruturante.

    Cálculo para cosmo desintegrante – Poder de desintegração * quantidade de matéria, temperatura, radiação e energia por distancia ao cubo / tempo cosmológico. Pd*[qm / d cubo ] / t c.

    Espaço Denso e Matéria, e Energia e Astros – O universo não se formou a partir de uma grande explosão, mas sim do espaço denso, o espaço denso é todo espaço que nos circunda, que temos a noção que ele é um grande vazio, mas não é, possui densidade, e dele a matéria e a energia se originaram para formar os primeiros astros, galáxias e aglomerados.

    É falsa a expansão, é na verdade uma translação e rotação e um mínimo de afastamento.

    O que temos a noção de uma grande expansão do universo é na verdade a translação e rotação do mesmo. Pois, se ele é infinitamente velho e começou a se expandir no momento de uma suposta grande explosão, os astros estariam tão distantes uns dos outros que nem a sua luz seria capaz de ser captada por qualquer tipo de telescópio.

    A energia produz a radiação que produz o afastamento mínimo – Há sim um afastamento mínimo proveniente da ação da radiação e de altas temperaturas, afastamento produzido pela energia processada no interior dos astros.

    Universo de Energia Estruturante, ou Universo de Contração e Desintegração – O Universo passa por dois processos – o primeiro da formação da matéria e energia pela contração dos filamentos do espaço denso.

    O segundo da formação dos astros, seus processos de energia e produção de temperatura à proporção que a matéria se aglutina, com a matéria aglutinada é produzida grande quantidade de energia e temperatura, dando surgimento a radiação e a conseqüente desintegração do astro no espaço. Por isto que o universo é um fluxo de energia estruturante, onde primeiro se contrai para depois se desintegrar e se afastar uns dos outros, sempre em porções menores.

    . Ancelmo Luiz Graceli é professor, pesquisador teórico, com graduação em filosofia, e já apresentou pesquisas à Secretaria Estadual de Ciência & Tecnologia do Espírito Santo (SECT), juntamento com o colaborador Márcio Piter Rangel (marciopiterrangel@hotmail.com). Para contatos: Rua Itabira N° 05, Rosa da Penha, Cariacica (ES) Brasil | CEP: 29143-269 | Telefone (27) 3216-7566 | E-mail: ancelmoluizgraceli@hotmail.com

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  2. TEORIA DO UNIVERSO FLUXONÁRIO ESTRUTURANTE A PARTIR DO ESPAÇO DENSO, e TEORIA DA ENERGETICIDADE E RADIAÇÃO.

    Autor – Ancelmo Luiz Graceli.

    Ancelmoluizgraceli@hotmail.com
    Tel. 27- 32167566
    Rua Itabira, nº 5, Conjunto Itapemirim,
    Rosa da Penha, Cariacica, E.S. cep.29143 -269.
    Brasileiro, professor, graduação em filosofia e pesquisador teórico.
    Livros publicados- ASTRONOMIA, e MUNDO DAS INTERAÇÕES FÍSICAS.

    Colaborador – Marcio Piter Rangel.

    Trabalho apresentado a SECT- Espírito Santo- Brasil.
    E a Sociedade Brasileira de Física.
    Introdução publicada na WEB pelo Portal Fator Brasil – Canal Perfil. No dia 30.01.2008.
    Se outras teorias com fundamentos e formulas tiveram aceitação, por que estas não terão? Pois, possui todos os fundamentos e todas as formas de cálculos, e que se confirmam com a realidade e a observação até hoje alcançada. Com mais de cento e dez fórmulas, com as mais variadas formas de se calcular um mesmo fenômeno, com mais de duzentos fundamentos em todas as áreas da física moderna. Inclusive, com novas previsões dentro da cosmologia e astronomia.

    Apresentado a Revista de Ensino da SBFISICA. Soced. Bras. de Física.
    Brazilian Journal of Physics – SBFISICA

    APRESENTAÇÃO.

    As teorias defendem o poder divino e vital sobre o cosmo, a vida, a mente e tudo o mais, contra o mecanicismo e o materialismo. Com fundamentos contundentes sobre possibilidades de como tudo possui uma origem e um direcionamento pelo poder divino em direção a vida, a harmonia, a perfeição, o aprimoramento e a eternidade em detrimento ao caos e ao fim.

    Na cosmologia é defendido o universo que se estrutura como um fluxo de produção e destruição de astros. Na astronomia é defendido que o movimento é produzido pela própria energia do astro.
    INTRODUÇÃO.

    TEORIA DA ORIGEM DA MATÉRIA E DO COSMO, E DO UNIVERSO FLUXONÁRIO ESTRUTURANTE.

    Esta teoria é a que mais se aproxima do poder de Deus. Pois vai contra qualquer forma de caos.

    DO QUASE NADA TUDO PODE SURGIR – EXCETO DEUS.

    O UNIVERSO É UMA AUTO CRIAÇÃO, PORÉM, UMA OBRA DESTE PORTE SÓ PODE TER O PODER DO CRIADOR.

    Esta teoria vai de encontro à harmonia e eternidade cósmica em detrimento ao caos e a finitude do universo proposto pela teoria da grande explosão.
    Enquanto um entra em fluxo de desintegração e reintegração com menos energia, outros nascem mais distantes a partir da aglutinação do espaço denso.

    COSMO ESTRUTURANTE E DESINTEGRANTE.

    Modelo Graceliano.
    O universo é fluxo constante e infinito.

    Primeira parte.

    TEORIA DA BOLHA DE ESPAÇO DENSO E ENERGIA.

    Enquanto na teoria da grande explosão o universo se expande a partir de um ponto do espaço e de uma pequena quantidade de energia, e é um só – DE FORA PARA DENTRO -Na teoria da bolha o universo se contrai a partir do espaço denso para produzir a matéria e a energia de vários pontos do infinito do espaço, numa constante produção de novos universos em vários pontos do cosmo. Ou seja, ele se contrai para produzir a matéria para depois formar os astros e se expandir pela radiação. E são vários universos em infinitos pontos do cosmo em infinitas fases.

    De nascimento na fase bolha de espaço denso – fase estruturante-
    Na fase de energia,
    Na fase de matéria
    E na fase de desintegração, de desprendimento e afastamento no espaço pela própria radiação da densidade da matéria.
    E reintegração formando secundários a partir do material irradiado pelo primário.

    PASSAGENS PARA FORMAÇÃO DA MATÉRIA, ELEMENTOS, ASTROS E OS UNIVERSOS.

    Assim, o espaço denso se contrai até ser filamentoso – chega a matéria difusa – matéria densa – energia – núcleos difusos – astros – fusão nuclear – elementos químicos – de elementos leves em pesados – radiação – reengrupamentos em novos astros, os secundários – volta a se desintegrar – e o processo continua até se tornar matéria difusa.

    OBSERVAÇÃO.

    Não sentimos a ação do espaço denso porque estamos num universo em uma fase que já se transformou em matéria.

    FÓRMULA PARA CONTRAÇÃO DE ESPAÇO DENSO.

    O espaço denso se contrai e diminui de tamanho para produzir a matéria, e se dá numa contração e diminuição infinita, que pode ser calculada com a formula do limite infinitesimal. O todo menos uma parte, dividido pelo todo, assim infinitamente.

    Espaço denso ED – parte P/ total espaço denso se estruturando. Assim, infinitamente, até transformar-se em energia e matéria.

    ED – P / ED … até chegar a ser energia e matéria.

    Assim, temos a fórmula para formação da matéria, energia e para origem do universo.

    INFINITOS UNIVERSOS EM FASES ESTRUTURANTES E DESINTEGRANTES.

    PRIMEIRA TEORIA DA ORIGEM E NATUREZA DA MATÉRIA.

    Sempre foi procurado pelos filósofos e químicos gregos, depois pela física moderna uma explicação para a origem, natureza e essência da matéria, em que o mundo em épocas foi dividido em forma e estrutura, espírito, mente e matéria, pois aqui mostro a primeira teoria do que a matéria pode surgir e do que ela é formada, que é de filamentos de espaço denso, sempre se procurou a matéria pela matéria e dividi-la infinitamente do átomo dos gregos até a centena de partículas que são catalogadas hoje.
    Observação – nenhuma teoria exposta até hoje conseguiu dar uma fundamentação de que originou a matéria. Todas partem do pressuposto de algo pronto.

    CÁLCULO DE FORMAÇÃO DE MATÉRIA E PARA COSMO ESTRUTURANTE.

    Poder de contração do espaço denso = quantidade de espaço denso / tempo cosmológico = matéria e cosmo e fases estruturante.

    CÁLCULO PARA COSMO DESINTEGRANTE.

    Poder de desintegração = quantidade de matéria, temperatura, fusão núcleo estelar, radiação e energia / tempo cosmológico.

    Pd*[qm] / t c.

    ESPAÇO DENSO E MATÉRIA, E ENERGIA E ASTROS.

    O universo não se formou a partir de uma grande explosão, mas sim do espaço denso, o espaço denso é todo espaço que nos circunda, que temos a noção que ele é um grande vazio, mas não é, possui densidade, e dele a matéria e a energia se originaram para formar os primeiros astros, galáxias e aglomerados.

    ROTAÇÃO E TRANSLAÇÃO DO UNIVERSO.

    É falsa a expansão, é na verdade uma translação e rotação e um mínimo de afastamento.

    O que temos a noção de uma grande expansão do universo é na verdade a translação e rotação do mesmo. Pois, se ele é infinitamente velho e começaram a se expandir no momento de uma suposta grande explosão, os astros estariam tão distantes uns dos outros que nem a sua luz seria capaz de ser captada por qualquer tipo de telescópio.

    O FORMATO DO UNIVERSO.

    A disposição das galáxias em discos com os sistemas de estrelas também em disco prova que o universo é um processo de estruturação e passa por fluxos, pois se tivesse surgido num só momento numa grande explosão o formato do universo seria esférico, ou seja com todos os astros numa mesma distancia de um centro, e como também com a mesma translação e rotação.

    Observação. Já temos aqui uma fundamentação da origem e de que material o cosmo se formou. Fundamentos não exposto até hoje por outras teorias.

    A ENERGIA PRODUZ A RADIAÇÃO QUE PRODUZ O AFASTAMENTO MÍNIMO.

    Há sim um afastamento mínimo proveniente da ação da radiação e de altas temperaturas, afastamento produzido pela energia processada por fusões nucleares no interior dos astros.

    UNIVERSO DE ENERGIA ESTRUTURANTE. OU UNIVERSO DE CONTRAÇÃO E DESINTEGRAÇÃO.

    O universo passa por dois processos – o primeiro da formação da matéria e energia pela contração dos filamentos do espaço denso.

    O segundo da formação dos astros, seus processos de energia e produção de temperatura à proporção que a matéria se aglutina, com a matéria aglutinada é produzida grande quantidade de energia e temperatura, dando surgimento a radiação e a conseqüente desintegração do astro no espaço. Por isto que o universo é um fluxo de energia estruturante, onde primeiro se contrai para depois se desintegrar e se afastar uns dos outros, sempre em porções menores.

    É UM FLUXO POR QUE SE CONTRAÍ DE ESPAÇO DENSO ATÉ A MATÉRIA, DE MATÉRIA EM ASTRO, SE DESINTEGRA EM RADIAÇÃO, VOLTA A REINTEGRAR-SE EM ASTROS MENORES E COM MENOS DIÃMETRO E ENERGIA, QUE VOLTA DESINTEGRAR-SE. E FLUXO CONTINUA INFINFINITAMENTE. ATÉ SE TORNAR MATÉRIA DIFUSA.

    O mesmo processo passa as partículas e os átomos.

    A PRODUÇÃO DOS SECUNDÁRIOS PELA RADIAÇÃO E ATMOSFERA.

    Parte da radiação se transforma também em atmosfera, que vai sempre direcionar para o equador, em que vai formar cinturões de gases como é o caso de Júpiter, ou num estágio mais avançado os cinturões vão formar anéis que é o caso de Saturno e Urano, destes anéis vão se formar pequenos aglomerados de gases, que sempre irão se aglutinar mais e mais, onde surgirão os primeiros núcleos rarefeitos, e o processo de aglutinação continua, onde os secundários começam a surgir mesmo antes de se formarem, como gases eles já possuem translação e rotação e se afastam dos primários. Ou seja, antes de existir como astro o secundário já desenvolve a sua translação.

    PROVA PELO FORMATO E DINÃMICA DA ATMOSFERA.

    Isso pode ser confirmado com a Terra, em que a sua atmosfera já se concentra mais no equador e menos nos pólos, proveniente do magnetismo da Terra e ação centrifuga da rotação, e que a atmosfera possui dinâmica própria. Que se filamentará até chegar a dar inicio a um novo satélite. Porém isto não é para hoje.
    O MAGNETISMO DO PRIMÁRIO ACELERA A FORMAÇÃO DO SECUNDÁRIO.

    Se não fosse o magnetismo e a ação centrifuga da rotação dos astros, os seus secundários demorariam muito mais tempo para se formar. Pois o magnetismo e ação centrifugam agem na produção dos filamentos de gases para o equador e na produção destes filamentos no processo de esferificação, onde surgirão núcleos rarefeitos, até formar novos astros.

    E o fluxo continua de desintegração do primário por radiação proveniente da produção de energia, para a produção de atmosfera e aglutinação em filamentos pelo magnetismo e ação centrifuga da rotação do próprio astro até chegar a esferificação, também através do magnetismo dos gases.

    FASES DO FLUXO.

    1 – com a contração dos filamentos do espaço denso para formar a matéria e depois da matéria produzida se forma em astros. Com os astros formados eles passam a se desintegrar como forma de radiação e temperatura.

    2- o material da desintegração volta a se contrair e produzir astros menores, e destes outros menores o processo continua. Isto se confirma em que os astros possuem o formato esférico. Pois o arredondamento mostra que houve um processo lento de formação através de materiais que surgiram de fora para dentro, onde lentamente por aglutinação o astro foi se estruturando. Confirmam-se porque os núcleos são mais densos e a Terra é formada por camadas e núcleos.

    No caso da produção dos planetas pelo Sol, a atmosfera nem chegou a se formar, e a radiação foi logo se filamentando para se esferificar e surgir os planetas.

    UNIVERSO INFINITO NA IDADE, NO ESPAÇO, E NO PROCESSAMENTO.

    A esferificação prova que o astro foi produzido por camadas de material de radiação por justaposição – uma sobre a outra, por isto que os núcleos são mais densos, que foi já provado na física do átomo. E o arredondamento prova que levou muito mais tempo para esta formação circular, logo o universo é um processo muito mais lento e constante que se pode imaginar. Assim, o arredondamento do universo prova a teoria do fluxo e que todo o universo de hoje não surgiu em um só momento, são vários universos em várias fases se processando e se estruturando, enquanto uns envelhecem pela perca e processamento de energia, outros surgem pelo espaço denso. Estas fases se confirmam pela observação atual, assim o universo é infinito na origem e no fim, no espaço e no seu processamento.

    FASES DO UNIVERSO.
    UNIVERSOS BOLHA ESTRUTURANTE E FLUXONÁRIO.

    1- Origem – universo bolha de espaço denso e bolha de energia.
    2- Tipo – estruturante fluxonário, se contrai para produzir a matéria a partir da bolha do espaço denso. Depois se expande após a contração e produção de energia, temperatura e radiação.
    3- Forma de existir – processos de produção energia.
    4- Quantidade – vários tipos em várias fases, da bolha até astro quase sem energia.
    5- Tamanho – infinito na produção de novos universos, infinito no espaço e no tempo.
    6- Forma – infinitas e variadas formas, de bolhas, gases, energia difusa, matéria densa e menos densa, astros, anéis, radiação, atmosfera, etc.
    7- estruturante da matéria e do cosmo.

    CRIAÇÃO MÁGICA – MATÉRIA A PARTIR DO ESPAÇO DENSO.

    Antes de se falar da criação do universo, deve-se falar da criação da energia e da matéria, pois foi a partir da matéria que surgiu os astros.

    O ARREDONDAMENTO E ESFERIFICAÇÃO DOS ASTROS.

    A esferificação dos astros prova que,

    1- Formou-se por um processo lento para ter o formato esférico, do contrário não o seria.

    2- Formou-se de partes mínimas que foram se justa posicionando para formar o astro, do contrário não teria a formação redonda. Vê-se que enquanto Saturno e Urano possui anéis de gases na direção do equador, Júpiter possui uma lista de atmosfera que está em movimento na direção do equador, onde se confirma a origem dos astros por componentes do primário.

    3- Os astros são mais velhos do que se pensa. E o seu núcleo é mais denso do que a parte exterior, e o planeta Terra é formado por camadas sobre formadas.

    4- Fiz um cálculo para a idade da Terra, porém foi levado em conta apenas o afastamento, e não o tempo para a esferificação, que provavelmente foi muito maior.

    5- Prova que o universo tem a sua origem através de elementos minúsculos, que foram se juntando para formar os astros, como partes mínimas de radiação, gases, luz e sobras de grandes temperaturas.

    6- Aí se tem o universo se formando por partes mínimas, como energia e matéria, de dentro para fora com os núcleos mais densos que a crosta – parte exterior. Um universo muito mais velho, redondo e infinito no tempo de origem e de fim, infinito em relação a sua produção, logo, que nunca surgiria num só momento numa grande explosão.

    RADIAÇÃO NA FORMAÇÃO DE SECUNDÁRIOS.

    Assim, com o formato dos astros se tem mais uma prova da teoria do universo fluxonário estruturante. Por compressão do espaço denso, e desintegração pela radiação e temperatura, e uma nova compressão desta radiação no espaço, formando novos astros menores, como planetas, satélites e cometas.
    E o processo estruturante e desintegrante continua produzindo asteróides e outros que se desintegrarão sempre produzindo astros e asteróides menores.

    Existem universos só de espaço denso, de gases, de energia, de matéria difusa, de matéria e astros e de gases, luz e radiação, com isto se confirma a teoria aqui sustentada de que o universo não tem idade, pois ele é uma infinita produção e desintegração de si mesmo. E enquanto uns se desintegram outros em outros pontos do infinito do espaço começam a se formar lentamente pelo espaço denso.

    Se o cosmo fosse produzido num só momento, os astros não teriam uma forma esférica tão definida, uns seriam longos e outros achatados.

    SOBRE O ESPAÇO DENSO, MATÉRIA E ENERGIA.

    A energia existe em função da matéria, desde sua produção até o seu transporte inclusive pelo ar, pois a matéria contém e produze a energia, pois a energia não tem como existir sem a matéria, e a matéria se origina e é espaço denso densificado.

    MATÉRIA E ENERGIA = ESPAÇO DENSO DENSIFICADO.

    Não tem como falar de um universo que se origina de uma pequena bola numa grande explosão, pois qual a origem desta bola, e dá aonde veio a energia para explodi-la.

    A grande explosão contém varias contradições e falta de fundamentos de origem, causa e efeito.

    ATMOSFERA INTERPLANETÁRIA E ESPACIAL.

    O espaço interplanetário é constituído de gás a uma [ pressão de dez elevado a menos 19 atmosferas terrestres]. Isto é uma direção que o espaço não é um vazio sem densidade, sem pressão, e não é um vácuo.

    CONTESTAÇÃO.
    Se a gravitação atraísse os astros, todos os satélites ficariam a prumo entre o planeta e o Sol, pois o planeta seguraria de um lado e o Sol de outro, e estaríamos constantemente em eclipse. Por isso que a dinâmica depende da energia e radiação do astro.
    Ver teoria da energeticidade e radiação.

    ASSIM TEMOS AS FASES DO UNIVERSO.

    A fase espacial filamentosa de densidade.
    A fase energética espacial filamentosa.
    A fase da materialidade – átomos, e elementos químicos.
    A fase de astros imensos, com pouca densidade, e pouca radiação.
    A fase da aglutinação, onde a matéria foi se aglutinando, aumentando a temperatura interna e a radiação.
    A fase da desintegração pela temperatura interna e radiação.
    A fase de formação de novos astros pela aglutinação do material expelido da radiação dos primeiros astros, assim vemos que é um fluxo e processo de integração, desintegração e novas aglutinações.

    FORMAÇÃO DIRETA PELO ESPAÇO DENSO, E FORMAÇÃO DE SECUNDÁRIO PELA MATÉRIA JÁ FORMADA.

    O material que já se tornou astro não volta a ser espaço denso após a desintegração, mas este material se integra formando novos astros menores.
    Assim há dois processos.
    1- o processo de formação direta pelo espaço denso.
    2- e o processo pela desintegração do astro já produzido, que vai reintegrar-se e formar outros menores.

    Assim, o espaço denso é um imenso todo, como uma imensa geléia sem forma definida.
    O universo é um processo de forma direta pelo espaço denso, e um processo de ciclo, em que uns se desintegram e parte do seu material vai construir outros. Com isto vemos que a origem, produção e tempo do universo são infinitos, e o sistema de produção de universos é muito mais velho do que se imagina, em trilhões de anos.

    E que existe vários tipos de universos, uns de espaço denso, campo de energia sem matéria, campo de energia com matéria, universos de núcleos atômicos, de gases, de matéria e astros se desintegrando e integrando outros.

    EVOLUÇÃO CÓSMICA E EVOLUÇÃO DOS ELEMENTOS QUÍMICOS.

    Assim, o universo é uma constante produção e de evolução cósmica, de produção direta e de desintegração, e produção secundária de integração em novos astros, enquanto os elementos químicos vão se processando e evoluindo.

    SOBRE O AFASTAMENTO.

    O universo não sofreu uma grande explosão para produzir o seu afastamento, mas sim, o afastamento é produto da radiação, rotação e das grandes temperaturas, que impulsiona os astros para frente, alterando a sua órbita. Ou seja, as fusões nucleares, a produção de temperatura e radiação produz o afastamento ínfimo entre os astros. Por isto que há uma proporção entre as distancias dos planetas e satélites.

    CONTESTAÇÃO.

    Se o universo tivesse sofrido uma grande explosão só as galáxias estariam se afastando, e os astros menores como planetas, cometas e satélites não estariam se afastando, e o afastamento progressivo provam que todos os astros se encontram em afastamento uns em relação aos outros, assim, todos os astros se encontram em afastamento proveniente de sua energia, radiação e temperatura externa.

    CONTESTAÇÃO.

    APARÊNCIA AO VERMELHO PELO EFEITO DOPPLER PELA ROTAÇÃO E TRANSLAÇÃO DO COSMO.

    Será visto mais a frente que o universo não se encontra em expansão, mas sim em afastamento mínimo, e o que é detectado como aparência ao vermelho nem é este afastamento. Pois ele é insignificante no que tange ao deslocamento no espaço, e o que dá a aparência ao vermelho no efeito Doppler é o deslocamento da translação e rotação de astros e galáxias no espaço.

    AFASTAMENTO PELA AÇÃO DA RADIAÇÃO.

    Vemos então que, o universo é uma constante criação por filamentos de espaço denso de novas matérias e novos cosmos pela aglutinação dos materiais já fundidos e reintegrados, enquanto outros cosmos mais evoluídos se desintegram por radiação e alta temperatura, outros astros menores se integram com o material dos que já se desintegraram e que vão desenvolver uma órbita próxima aos que lhe deu origem e impulsão inicial, pela radiação e intensa temperatura.
    Assim forma-se uma produção direta pelo espaço denso, e uma produção por ciclo de desintegração e integração pelo material desintegrado, enquanto os elementos químicos evoluem.
    E, enquanto o universo se alarga pela radiação produzida pelos próprios astros. E não por uma suposta grande explosão, pois o afastamento é um processo continuo pela ação da radiação, pois só que decresce progressivamente e a impulsão inicial tende a perder intensidade.
    Enquanto o universo material se expande, o universo de filamentos do espaço denso se contrai, ou seja, há duas situações inversas.

    A radiação é proveniente principalmente das interações de fusões nucleares no interior dos astros.
    Ou seja, o mesmo fenômeno – a radiação – que produz a órbita e a dinâmica dos planetas e satélites, produz também o alargamento do universo e produz novos astros, e é o produtor da estrutura deles, e de novos elementos químicos.
    Conclui-se assim, que o cosmo é infinito na sua origem e será no seu futuro, como também é infinito no espaço e na produção de novos cosmos, e novos elementos químicos. O processo de criação lenta vai contra o processo de criação instantânea proposto pela grande explosão.
    Para se provar a tese exposta acima é simples, é só constatar que a expansão se encontra em progressão decrescente. Porém como já foi visto, o universo se encontra em produção e em afastamento e não em expansão.
    Assim, enquanto um se desintegra e vai produzir outros em outros cantos do universo o espaço denso se processa dando origem a galáxias de gases espaciais.
    Assim, o universo é um processo de nascimento direto pelo espaço denso, dos já nascidos, e nascimento de outros a partir dos já nascidos.
    Tudo ocorre por uma transformação direta da matéria na origem, é uma transformação fluxonária na produção de novos elementos químicos, novos astros e novas órbitas.
    Segunda parte.

    SOBRE A MATÉRIA.

    M = ED = E / t – matéria é igual a espaço denso solidiquicado, que é igual à energia dividido pelo tempo.

    A matéria é espaço denso energético solidificado, ou seja, as partículas e os elementos químicos são na verdade o espaço denso se processando energeticamente e produzindo solidificação.
    E num estágio evolutivo mais avançado. Assim, a matéria passa por um processo evolutivo, e a matéria – espaço denso energético solidificado – se encontra sempre num aprimoramento, e passa por um processo lento e unificado por isso que toda a matéria e a estrutura do átomo são iguais.

    FASES DE FORMAÇÃO DOS ASTROS.

    O nosso universo não iniciou ínfimo anterior a uma grande explosão, mas sim, infinitamente grande, entrando numa contração para produzir a matéria, passando por energia solidificada que é a matéria, para depois estruturarem-se em partículas, elementos químicos, e finalmente astros.

    Ou seja, o universo não formou astros instantaneamente, por isso que os astros e átomos possuem núcleos.

    Primeiro forma-se a energia, depois a matéria e por fim os astros, diferente do que defende a grande explosão.

    Assim, o universo passa da contração.
    1- do espaço para energia e a matéria.
    2- da matéria para astros.

    Depois da desintegração através da radiação e intensas temperaturas.
    Passa para a integração, onde novos astros são formados a partir do material da radiação.
    Assim, o universo e um fluxo de ciclos de produção e estruturação e evolução, através de.
    1 – Contração e solidificação.
    2 – Evolução química.
    3 – Desintegração, afastamento e dinâmica do universo pela energia e radiação.
    4 – E integração em novos astros.

    E que a órbita, a dinâmica, o afastamento e a desintegração do universo são provenientes da energia e radiação, tornando o universo de estrutura achatada, onde os astros já estão estruturados e em afastamento progressivo como é o nosso, enquanto outros são circular e em formação através de gases, e outros com tentáculos como grandes galáxias.

    COSMOFÍSICA E ASTROFÍSICA.

    PRODUTOR DE SI.

    O universo é um sistema vivo e dinâmico de produção e estruturação, onde produz a sua própria energia para o seu funcionamento,estruturação e dinâmica, sendo que a energia aumenta à proporção que vai realizando o seu funcionamento, e é um sistema de fluxo, onde a mesma interação que produz os elementos químicos, produz os astros por fusão. E também produz campos, radiação, altas temperaturas, dinâmica, órbitas, estruturas dos astros, e o afastamento no universo. Ou seja, ele é um produtor de si, da sua estrutura e de seu funcionamento. Assim, é uma constante produção de integração e desintegração.

    IDADE DO UNIVERSO.

    Com isto, pode-se deduzir que o universo não possui uma origem determinada no tempo, muito menos em algum lugar do espaço, e não possui uma origem determinada na estruturação da matéria e dos astros que o compõem. Porém, tem idade infinita, pois o espaço denso sempre esteve aí e produzindo energia, matéria, até chegar a astros.

    FORMA DE SER DO UNIVERSO

    De contração pelo espaço denso.
    De afastamento pela radiação.
    De aglutinação pelo material da radiação.

    O universo passa por fluxos enquanto produz os elementos químicos nas interações de fusões nucleares no centro dos astros, onde produz energia ao processar as interações físicas e produzir a sua estrutura de astros, órbitas e dinâmica.

    SOBRE O MOVIMENTO

    Se o movimento esta relacionado com a radiação, altas temperaturas, e interações físicas no interior dos astros que estão soltos no espaço denso para desenvolverem a sua dinâmica. Logo o movimento é natural e dinâmico, e varia conforme as situações de produção de energia em que se encontra o astro. E se a dinâmica obedece a um fluxo, logo o movimento é dinâmico, disforme e variável.

    SOBRE O ESPAÇO DENSO.

    Espaço denso produz a matéria, enquanto a matéria já produzida produz os astros e os elementos químicos vão sendo fundidos nas estrelas e secundários.

    SOBRE A MATÉRIA

    A matéria são filamentos do espaço denso contraído, que vai estruturar o universo em matéria, astros, elementos químicos, radiação, alta temperatura, e no universo auto dinâmico.

    SOBRE O COSMO

    O universo é auto dinâmico e enquanto produz a energia as interações físicas vão sendo processadas, e a radiação agindo e espalhando a matéria, os astros estão em dinâmica pela própria energia e radiação, os elementos químicos evoluem e se aprimoram, aprimorando a matéria e estruturando o universo, o cosmo se contrai pelo espaço denso, e se alarga pela ação da radiação, logo o universo é vivo e auto dinâmico.

    SOBRE O TEMPO

    O tempo não existe, o que existe é o cronômetro da memória marcado pelo funcionamento do cérebro como forma de consciência do que acontece entre intervalos de acontecimentos. Podemos considerar o tempo como algo secundário, que existe em função do funcionamento da consciência produzida pelo funcionamento do cérebro. A velocidade do cronômetro do homem é a velocidade de funcionamento do cérebro humano.

    SOBRE O AFASTAMENTO E ALARGAMENTO DO COSMO.

    Assim, a dinâmica do universo é proveniente da constante radiação, por isso que seu alargamento se encontra em progressão decrescente.
    E os astros surgiram da aglutinação do espaço denso, enquanto a radiação e as altas temperaturas desintegram os astros. Logo no futuro e nesta parte e estágio do universo em que nos encontramos os astros serão mais frios e menores.

    Assim, os astros estão soltos e livres no espaço, e não presos por supostos campos, onde a rotação das galáxias é menor que a translação.
    Enquanto a matéria surge do espaço denso, onde são produzidos os astros, outros se formam em outros pontos do espaço, enquanto a dinâmica é comum a todos os astros e não só nas galáxias. Prova disto nós temos no sistema solar. Com isto vemos que o alargamento é uma produção constante pela radiação, e não por uma suposta grande explosão. Pois o mesmo fenômeno que produz a translação, rotação, órbitas, produz também o alargamento, por isso que o afastamento é progressivo decrescente, cresce progressivamente, porém tem um percentual de decréscimo na progressão.

    O universo tenderá a se dissipar e se diluir em astros menores, e com menos energia, enquanto em outras partes se iniciará outros universos com o material do espaço denso.
    O universo possui três formas fundamentais de produção
    1 – uma estrutural, que produz a matéria e da forma a ela,
    2-outra de ação que dá vida a matéria, que são as interações físicas, energia e radiação no interior dos astros.
    3 – de produção de novos astros e elementos químicos.

    SOBRE A FORMAÇÃO E IDADE DOS ASTROS DO SISTEMA SOLAR

    Confirma-se que os asteróides não são perfeitamente redondos, pois na sua maioria são um pouco achatados e alongados. Confirma-se que eles são resultados de blocos de material expelidos de algum planeta ou do Sol, sendo massas mais inteiriça e produzidas de um só momento, enquanto planetas e satélites são astros redondos, onde se confirma que houve uma formação lenta de sobreposição de componentes de seus primários expelidos por radiações. Isto se confirma que os esféricos levaram mais tempo para se formar, e confirma a teoria aqui exposta.

    Terceira parte.

    COSMOFÍSICA DE INTERAÇÕES E ENERGIA.

    O universo não poderia surgir de uma bola de energia ou matéria para explodir, pois surgiria à pergunta, da onde surgiu esta bola de matéria, e quanto tempo ela estava ali antes da explosão, e o que a formou.

    Vemos que a produção da matéria e energia é um processo constante de fusões nucleares, evolução de elementos químicos e estruturação de novos astros e galáxias no espaço e outros constantes fenômenos que formam o nosso lento universo. Logo, o universo é sem inicio e sem fim, no tempo, no espaço, na materialização e produção.

    A fase da astrofísica e cosmofísica, que é da produção de energia, radiação e a da desintegração por radiação e integração de material com menos temperatura no espaço, e onde surgiram os astros periféricos.

    Se o universo tivesse surgido de uma grande explosão a matéria já existiria antes do universo, e isto não e possível de ser, o que vemos na verdade é que a matéria é parte de um processo lento, como é lenta a formação dos elementos químicos, como é lenta e constante a formação dos astros e do próprio universo.

    Uma das provas contundentes da formação lenta do universo e do seu inicio de fora para dentro se fechando sobre si até tornar-se materializado, e que os astros são constituídos de camadas com maiores e menores densidades, com várias camadas umas sobre as outras, e um resfriamento progressivo até o interior dos astros. Logo, o universo não surgiria de um ponto, de dentro para fora.

    ESTRUTURAS EM CAMADAS.

    Assim, o universo por ser um processo lento, e de fora para dentro e feito de camadas, constatamos na rotação e dinâmica dos anéis de Saturno, como também na estrutura do átomo, e na estrutura do planeta Terra, ou mesmo na atmosfera da Terra e de Júpiter. A matéria e o universo são feitos de fora para dentro pelo espaço denso, e os astros também pelo material da radiação.

    Uma grande explosão não daria inicio ao universo, pois se fosse o caso ele já existiria antes da explosão, e o que produziria a estrutura e a energia para explodir.

    Os elementos químicos pesados também são produtos de um processo lento de formação.

    FASES – VÁRIOS UNIVERSOS.

    Há vários universos. O de bolha de espaço denso, o de energia de espaço denso, e o da matéria livre no espaço, e o da matéria estruturalizada em astros e radiação e altas temperaturas.

    Os campos, átomos, astros e o próprio cosmo como um todo são determinados pela energia e intensidade das interações físicas em que eles se encontram como também as órbitas, dinâmicas dos astros e átomos. Mesmo a evolução dos elementos químicos e evolução da matéria e astros e do cosmo como um todo é resultado da intensidade das interações físicas e produção de energia.

    As estrelas brilham graças às fusões nucleares espontâneas em seus núcleos, onde elementos leves são transformados em elementos químicos pesados.

    Vemos no universo que enquanto umas estrelas minguam outras floresçam tudo isto se dá num processo lento de criação e transformação em novos elementos e novos astros.

    Com isto o cosmo se torna infinito na sua origem e na produção, vemos que há vários tipos de universos uns mais velhos, outros mais novos e outros diferentes, que é criado por um Deus calmo, construindo cosmos, seres e almas para o bem.

    CONTESTAÇÃO DA EXPANSÃO.

    O que dá uma aparência de haver uma imensa expansão são a translação e a rotação das galáxias, na verdade a translação é imensamente maior que o afastamento entre os astros.

    Se os astros estivessem se afastando em linha reta pela idade proposta até aqui do universo, todos os astros estariam tão distantes que seria impossível de ver nem o Sol, quanto mais o vermelho do efeito Doppler. Conclui-se que o universo não está em expansão, mas sim em translação e rotação, e um afastamento mínimo bilhões de vezes menores do que qualquer translação.

    Todas as galáxias estão se abrindo como um girassol, ou seja, se afastando do seu centro, e em translação e rotação por isso que temos uma noção de uma imensa expansão, porém isto é uma aparência do efeito da translação e rotação das galáxias, pois do contrário elas estariam infinitamente distantes uma das outras, sendo impossível de registrar a sua posição ou mesmo qualquer forma de luz, até mesmo do Sol. Uma vez que possuem origem infinita e produção constante.

    Por isso temos a noção de que todas estão se distanciando do Sol, pois com a rotação e a translação o efeito Doppler para o vermelho é registrado com maior intensidade, e que dá uma aparência de que o Sol está no centro do universo, pois o movimento é mais translacional e rotacional do que de afastamento.

    Se a expansão fosse produto de uma grande explosão as galáxias estariam infinitamente distantes e já estacionadas no espaço.
    Assim, por ser possível detectar a aparência das galáxias e a sua dinâmica, constata que o universo não se originou de uma grande explosão e nem a suposta expansão é produto de uma grande explosão, logo o universo é infinitamente velho, e a sua suposta expansão é origem e produto da sua radiação, e é freado pelo espaço denso. E parte do que detectamos como expansão é a aparência da translação e rotação das galáxias.

    Com o tempo para a formação da matéria, com o tempo da evolução dos elementos químicos, formação dos astros, esferficação da estrutura externa dos astros, se vê que o universo é infinitamente velho, logo se a suposta expansão é relacionada a uma suposta grande explosão não daria para detectar a existência das galáxias no espaço, pois estariam infinitamente distantes.

    Como também, da onde surgiria a matéria para produzir uma grande explosão.

    A origem da matéria pelo espaço denso, evolução dos elementos químicos, formação e esferificação quase que perfeita dos astros, camadas de atmosfera e de estrutura dos astros e a existência das galáxias confirma a teoria da origem do universo pelo espaço denso, a produção do universo pelas interações físicas e fusões. E a dinâmica pela energia, impulsão pela radiação e pelas interações físicas, como também o freio cósmico da dinâmica dos astros pelo espaço denso.
    Assim, o universo não foi produzido num só momento numa grande explosão e também não se encontra em expansão, mas sim num afastamento mínimo e insignificante, bilhões de vezes menores do que qualquer velocidade de translação e é fácil visualizar.

    Se o planeta Netuno tem tantos quilômetros de afastamento do Sol e ele desenvolveu até hoje quantas voltas em torno do Sol e com que velocidade. Este cálculo serve para qualquer astro.

    CÁLCULO DE AFASTAMENTO DO UNIVERSO.

    Afastamento em km do primário / número de voltas sobre o primário * arco da distancia em km da translação = o valor aproximado de afastamento de um astro desde o inicio da sua formação.

    Exemplo.

    O raio do Sol até a Terra tem 150.000.000 de km, sendo que o circulo em volta tem aproximadamente 3.5 vezes este raio, e que a Terra já deu mais de 1.000.000 de voltas, ou seja, para calcularmos o afastamento da Terra, temos que; dividirmos 1 raio / [pelo arco da translação multiplicado por numero de voltas].

    150.000.000 / 750.000.000 * número de translações da Terra sobre o Sol.
    1 / [3.5 * 1.000.000] = 0. 00000002 km por ano.

    Ou seja, o afastamento da Terra é menor do que 1metro por ano, enquanto o planeta desenvolve um percurso de translação de mais de 750.000.000 km por ano.

    Não foi levado em conta aqui o tempo para a esferificação do planeta.

    Com isto se conclui que o alargamento é insignificante em termos observacionais, porém este afastamento é fundamental. Pois enquanto um planeta se afasta, vai dando lugar a outro para ser produzido, é como uma produção organizada, e que ao se afastar do Sol ele vai processando a sua energia e esfriando, dando condições para que a matéria evolua e a vida possa brotar e ter um corpo vivo de matéria evoluída.

    E que a aparência para o vermelho é resultado da translação e rotação, pois o afastamento é insignificante. Logo, o universo se encontra num mínimo afastamento imperceptível e não em expansão, pois se o que é observado fosse uma expansão os astros estariam tão distantes uns dos outros que da Terra não daria para ver o Sol, nem de telescópico. Assim, lhes proponho uma outra teoria, que é a do universo fluxonário estruturante.

    Com isso se conclui que não existe uma expansão, mas sim um afastamento mínimo, quase insignificante. Porém fundamental para os processos de energia do astro e de todo sistema em que ele faz parte, e o que dá a aparência ao vermelho no efeito Doppler é o deslocamento da translação dos astros e a rotação das galáxias no espaço.

    Isso serve para todos os sistemas de universo na forma de matéria e energia.

    COM A TEORIA DA ENERGETICIDADE É POSSÍVEL PROVAR

    1- a progressão das distancias entre os planetas, em que os mais distantes o afastamento sempre aumenta e é maior.

    2- E, por que Júpiter é mais de 100 vezes maior que a Terra.

    3- Por que Plutão é o primeiro planeta e está a mais de 75 vezes mais distantes do que a Terra em relação ao Sol.

    4-Por que Saturno e Júpiter possuem mais de 10 satélites enquanto os dois mais próximos não possuem satélites. E por que o numero de satélite aumenta conforme o diâmetro do planeta.

    5- Por que Júpiter possui uma rotação mais de 100 vezes maior que Mercúrio.

    6- por que os maiores astros, como estrelas, planetas e satélites são esféricos.

    PROVA.

    Constatação de que os astros esfriam e mesmo em relação aos planetas que quanto mais distantes do Sol são mais velhos, com mais energia já processada e gasta e são mais frios.

    Os planetas se formaram de dentro para fora, por camadas de energia e matéria expelidas do Sol, sendo aglutinadas para formar os planetas e satélites, isso se confirma na aparência da atmosfera de Saturno e Júpiter, as camadas que forma a terra e a esferificação.

    TEMPO DE VIDA DO UNIVERSO.
    Com o exposto acima o universo é infinito na sua origem e sem fim, no espaço e no processamento.

    SOBRE A ORIGEM DOS SECUNDÁRIOS E SUA DINÂMICA.

    FILAMENTOS DE ATMOSFERA E ESFERIFICAÇÃO.

    Aparentemente, há alguma coisa colorida na atmosfera de Júpiter, e essa atmosfera se espirala de tal forma que as substancias coloridas se concentram amplamente em certas latitudes e se espalham para formar os cinturões. Por isso ocorre em certas latitudes e em outras, não se pode dizer – ainda nos é difícil explicar a circulação da atmosfera terrestre, e no momento não temos esperança dos intricados detalhes da atmosfera de Júpiter.
    Se fosse apenas uma questão de rotação, poderíamos esperar que os cinturões de Júpiter fossem perfeitamente retos e uniformes, eles não o são. Há sempre pequenas saliências, reentrâncias, e manchas aparecendo de um momento para outro, expandindo-se, contraindo-se, escurecendo, clareando. Talvez seja resultado de tempestades jupterianas, suficientemente violentas para alterar a circulação normal da atmosfera, que produz os cinturões, seguindo cursos ditados não somente pela rotação do planeta, mas também por irregularidade da superfície sólida situada abaixo, ou radiação e atividades tectônicas.
    Nos anéis de Saturno também há estas irregularidades e uma rotação mínima, e no satélite Amaltéia se constata que ele acompanha com sua translação a rotação de Júpiter, como um filho próximo da mãe.

    Isso só nos vem confirmar o exposto até aqui, que os satélites se originam de filamentos de gases da atmosfera dos planetas, e que a translação se origina juntamente com a origem do próprio satélite, ou mesmo pode-se dizer que eles antes mesmo de ser um astro já se encontram em dinâmica.

    A rotação do primário espirala e condensa próximo do equador a atmosfera, aonde deste espiralamento de gases vai formar novos astros, que estes gases já se encontram em dinâmica translacional e variação e densidade na sua forma e estrutura.

    O gás que formam um cinturão espiralado se processa e locomove para um só ponto próximo do equador, por dois motivos, magnetismo do astro e centrifuga de rotação, onde vai começar a dar inicio a uma esfera, que é o processo de esferificação que se tornará em astro. Ao se formar ele se distanciará dando condição a outros sucessivos que virão a se estruturar.

    Assim, os caminhos são,

    1-Formação da atmosfera pela radiação, e deslocamento desta atmosfera sobre o astro pela própria ação da radiação.

    2-Espiralamento da atmosfera pela rotação do astro e deslocamento da atmosfera, que se desloca próximo ao equador.

    3-Esferificação desta atmosfera espiralada com translação.

    4-A esfera além da translação e afastamento que já possuía, passa também a se distanciar do primário que o formou. E o processo continua, enquanto o astro se afasta e translada, também passa a produzir a sua rotação.

    Por isso que quantidade de translação, afastamento e rotação dependem de toda energia em processamento do astro, que vai produzir toda radiação do astro no espaço. E por isso que ao envelhecer toda dinâmica tende a diminuir, pois já gastou quase tudo que podia.

    DINÂMICA LIVRE, PRÓPRIA E DECRESCENTE PELA ENERGIA.

    Confirma-se que a dinâmica é própria do astro e proporcional a sua energia, e que os astros estão livres no espaço, e esta liberdade e radiação fazem com que eles se afastam de seus primários. Logo, se eles se afastam por radiação não podem ser atraídos.

    CONCLUSÃO.

    COSMOFÍSICA.

    Considerações.

    Provas de que o universo são processos de estruturação infinita.

    O que prova que o universo se estrutura por um processo lento é através da esferificação dos astros e que a terra ser formada de núcleo e camadas, pois prova que os astros são formados de sobreposição de materiais pequenos que foram expelidos por outros. Pois se o universo fosse produzido num só momento por uma grande explosão a terra seria formada por um bloco inteiriço.
    Com a esferificação e camadas se prova que o universo é bilhões de vezes mais velhas do que se pensa hoje.

    E se é infinitamente velho e considerando a velocidade e a aparência para o vermelho observada, com isto se conclui que não veríamos o sol e nenhuma estrela no espaço, pois o tempo que se encontra em velocidade elas estariam infinitamente distantes, e não seria capaz de observar nenhum astro no espaço.

    Considerações sobre uma teoria da cosmologia e astronomia.

    Uma teoria da cosmologia e astronomia deve se fundamentar no universo geral, da origem da matéria, das partículas, origem dos elementos químicos e sua estruturação, processamento, e evolução, fusão nuclear dos astros, radiação, temperatura, estruturação e estrutura dos astros, o universo como um sistema em evolução na sua constituição macro, geral e micro.

    O que é o universo.
    É espaço denso, matéria densificada, processos e estrutura, fluxos e evolução, sem inicio e fim.

    A estrutura do espaço denso.
    Como os gases que são leves, invisíveis e flutuam o espaço denso é milhões de vezes menos densificado.

    Hipótese falsa da grande explosão.
    Tudo antes de explodir primeiro tem que ser formado de algum elemento, ou alguma estrutura de matéria ou espaço denso, logo é falsa a hipótese da grande explosão.

    Sobre o tempo cosmológico.

    O tempo cosmológico é o tempo que representa a energia e processamento num sistema de astros.

    Cosmofísica.

    Universo de processos ínfimos.

    O que componhe e determina o cosmo na sua estrutura são os seus processos físicos, produção de partículas e elementos químicos e sua evolução, nos núcleos onde as fusões estelares acontecem, ou seja, o universo micro determina o macro e o geral, um sistema de galáxias só vai se abrir conforma a intensidade de processos físicos que são produzidos no sistema. Ele terá luzes e formas e fluxos, componentes químicos, fusões conforme o processamento físico geral.

    Da multiplicidade do universo.

    O universo é múltiplo, ou seja, são vários em vários estágios de origem, processamento, estruturação, fluxo e desintegração.
    Ele tem origem pela densidade do espaço que forma a matéria, depois a energia e durante o processo forma os elementos químicos e os astros.

    Do fluxo do universo.

    O universo se estrutura de fora para dentro [ por integração do espaço denso] depois de dentro para fora [ por desintegração da matéria ] pelos processos e fusões da matéria e nos núcleos dos astros.
    Volta a se reintegrar formando astros menores e com menos energia, depois se desintegra em radiação, e se reintegra em astro, e o fluxo e processos continua até a matéria se tornar difusa e com pouca energia.

    Como exemplo se tem do espaço denso e a matéria, da matéria ao astro, a estrela que produz radiação, que vai produzir planetas, que vai produzir radiação e atmosfera, que vai produzir radiação, anéis e satélites, e o fluxo e processos estruturantes e desistruturantes continua infinitamente até a matéria difusa.

    Onde leva a matéria evoluir e produzir os elementos químicos. Assim o universo é infinito e sem forma determinada.
    Assim, o universo se encontra em contração e alargamento interno, mas não em expansão e sim em afastamento ínfimo, se encontra em translação e rotação, estruturação, fluxos e evolução de seus componentes.
    Enquanto uns começam a sua origem, outros se encontram em fluxos e processos, enquanto outros já se encontram na fase final que é em matéria difusa.

    Cosmofísica nuclear.
    Fusões nucleares.

    As fusões nucleares das estrelas mantém por um bom tempo a temperatura dos astros, com isto faz com que o universo se processa lentamente, e possa manter o seu fluxo e evolução da matéria e elementos químicos e ajuda a transforma elementos leves em pesados, e vai produzir a energia e dinâmica dos astros, por isto que os secundários mais distantes possuem menos dinâmica e as órbitas são mais irregulares. Ou seja, satélites de planetas, planetas de estrelas.

    Assim, o universo e seu fluxo e estruturação se deve a sua produção de energia, como também a evolução dos elementos e a dinâmica dos astros.

    A produção de energia vai determinar também as camadas e esferificação dos astros.
    Universo não expansionista e não estacionário.
    Assim se confirma que o universo se encontra em afastamento ínfimo e não em expansão, e não se encontra estacionado pois possui rotação, translação, fluxos, evolução e outros fenômenos.

    Evolutivo.
    Encontra-se em evolução na sua estrutura micro e macro, dos elementos aos astros. E se eterniza como matéria com densidade difusa
    .
    Não é curvo e nem reto.
    Observação.
    A teoria da energeticidade e radiação que trata da astronomia será apresentada em outro texto. Com mais de cento e dez fórmulas provando as duas teorias, pois uso diâmetro, radiação, temperatura, rotação e velocidade equatorial. E não uso distancia massa ou gravitação.

    12:34 PM
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