Crianças fumantes passivas têm maior risco de infecção

O risco de ser hospitalizado foi maior entre bebês de seis meses ou menos, mas o risco aumentado persistiu até que as crianças completavam oito anos, segundo o Dr. M. K. Kwok da Universidade de Hong Kong e seus colegas. Crianças que haviam nascido prematuras ou com baixo peso eram particularmente vulneráveis.

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Fumar ‘emburrece’: mais uma razão para parar

Fumantes adultos na meia-idade tendem a ter performances mais pobres em testes de memória e raciocínio comparados com não-fumantes, aumentando a lista de razões para não fumar, disseram pesquisadores franceses nesta segunda-feira.

Analisando dados previamente coletados sobre cinco mil funcionários públicos britânicos, os pesquisadores descobriram que os que fumavam tinham mais chance do que pessoas que nunca fumaram de pertencer ao grupo de pior desempenho, de um total de cinco grupos, em testes de memória, raciocínio, vocabulário e fluência verbal. » 5 Passos para parar de fumar definitivamente

 

O fumo foi associado com o declínio mental na meia-idade, assim como com demência e doenças físicas, eles descobriram.

“Fumar na meia idade está associado com déficit de memória e redução nas habilidades de raciocínio”, concluiu Severine Sabia e seus colegas do National Institute of Health and Medical Research em Villejuif, Fança. » Crianças ‘maneiras’ ajudam colegas a não fumar

Comparado com os fumantes, as pessoas que disseram que haviam parado de fumar tendiam a adotar hábitos mais saudáveis como beber menos álcool, ser fisicamente mais ativo, comer mais frutas e vegetais, Severine escreveu na revista científica Archives of Internal Medicine.

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Pais ignorantes culpados por abuso de drogas de adolescentes

Pais que falham em monitorar as atividades de seus filhos em idade escolar e deixam medicamentos controlados em locais de fácil acesso são grandes contribuintes para o abuso de drogas juvenil, de acordo com uma nova pesquisa.

 

O relatório baseado uma pesquisa que olha para os “pais problema” – que facilitam que seus filhos adolescentes fumem, bebam álcool ou usem drogas ilegais e medicamentos porque não sabem o onde seus filhos estão durantes as noites dos dias da semana – falham em deixar os medicamentos controlados fora do alcance e não falam sobre os perigos do abuso de drogas e do álcool.

O relatório foi baseado em uma pesquisa conduzida pela Universidade de Columbia, EUA.

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Fumar maconha encolhe áreas do cérebro

Escaneamentos cerebrais mostraram que o hipocampo e amígdala são menores em homens que eram usuários freqüentes de maconha, em comparação com não usuários. Os homens haviam fumado ao menos cinco cigarros de maconha diariamente pelos últimos 20 anos.

O hipocampo regula memória e emoções e a amígdala está criticamente relacionada ao medo e agressão.

Maconha é uma das substâncias mais seguras

O estudo publicado na revista científica American Medical Association’s journal Archives of General Psychiatry também descobriu que usuários intensos de cannabis tinham notas mais baixas do que os não usuários em tarefas de aprendizado verbal, tentando lembrar de uma lista com 15 palavras.

Os usuários de maconha também tinham mais tendência de exibir sintomas de distúrbios psicóticos moderados, mas não o suficiente para serem diagnosticados com tais distúrbios.

 

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Beber demais não ajuda a esquecer, afirma pesquisa feita no Japão

Experimentos com ratos mostraram que a bebida fortalece as memórias desagradáveis.
Autor do estudo sugere que o melhor caminho é substituir lembrança ruim por uma boa.

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A velha crendice diz que o álcool ajuda as pessoas a afogar a tristeza. No entanto, a verdade é que se embrigar só ajuda as memórias ruins a se fortalecerem, de acordo com um estudo japonês.

Os pesquisadores da Universidade de Tóquio concluíram que o etanol dá mais força às lembranças no cérebro. Em seus experimentos, coordenados pelo farmacologista Norio Matsuki, eles deram leves choques a ratos de laboratório, para condicionar o medo nos animais. O resultado é que os ratos ficam congelados de medo toda vez que eram colocados em suas gaiolas.

Logo depois, os cientistas injetavam álcool ou uma substância inócua (para controle) nos roedores. E descobriram que os ratos com álcool nas veias ficavam mais tempo paralisados de medo do que os que não foram ‘embriagados’, com a aversão durando duas semanas.

“Se aplicarmos esse estudo a seres humanos, as memórias que eles estão tentando eliminar vai continuar mais fortes, mesmo se beberem álcool para tentar esquecer um evento do qual não gostaram e ficar de bom humor por alguns instantes. No dia seguinte, não vão se lembrar do efeito alegre da bebida”, escreveram os pesquisadores.

O conselho de Matsuki aos que bebem para esquecer é este: “Para esquecer algo desagradável, é melhor sobrebor uma memória positiva à memória negativa e deixar o álcool de lado”. O estudo está na revista científica “Neuropsychopharmacology”.

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