Supernovas – Boletim Brasileiro de Astronomia – Ed. 463‏

SUPERNOVAS – BOLETIM BRASILEIRO DE ASTRONOMIA -
http://www.boletimsupernovas.com.br/

Quinta-feira, 29 de Maio de 2008 – Edicao No. 463

Indice:

_ BRASILEIRO VAI INVESTIGAR METEOROLOGIA DE MARTE
_ BRASIL E FRANCA NEGOCIAM ACORDO DE COOPERACAO
_ DIRETORES DO CTA APRESENTAM ENCAMINHAMENTOS DO PROJETO DO VLS
_ OLHAR INEDITO NO PASSADO
_ COMECA NOVA FASE DE EXPLORACAO EM MARTE
_ ESTRELA INSIGNIFICANTE FAZ DESTELHO GIGANTE
_ VENTOS TEMPESTUOSOS PAIRAM NA PEQUENA MANCHA VERMELHA DE JUPITER
_ ESTUDO EXTENSO DO HUBBLE ENCONTRA MATERIA PERDIDA E FAZ SONDAGEM NA
REDE INTERGALACTICA
_ ARGENTINA E A ESA ASSINAM RENOVACAO DE ACORDO DE COOPERACAO
_ ATUALIZADA A CACA DE EXOPLANETAS
_ ASTRONOMOS OBSERVAM SUPERNOVA NO MOMENTO PRECISO DA EXPLOSAO
_ ROBOS EM MARTE ENCONTRAM DEPOSITOS DE SILICA DE POSSIVEIS CALDEIRAS
_ NOVA MANCHA VERMELHA APARECE EM JUPITER
_ EVENTOS
_ EFEMERIDES PARA A SEMANA

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ASTRONOMIA NO BRASIL
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BRASILEIRO VAI INVESTIGAR METEOROLOGIA DE MARTE
27/05/2008. O engenheiro brasileiro Nilton Renno’, 48, professor da
Universidade de Michigan, e’ o lider do grupo que investigara’ as
condicoes atmosfericas de Marte na missao com a sonda espacial
Phoenix, que aterrissou anteontem (25/5) no polo Norte do planeta
vermelho. Existem quatro grupos de investigacao -de quimica, biologia,
ciencias atmosfericas e geologia. No caso do grupo do brasileiro, os
principais interesses sao estudar a composicao da atmosfera de Marte,
verificar a troca de gases entre solo e atmosfera e investigar o ciclo
da agua -que e’ essencial para a existencia de vida. Ontem (26/5), a
espaconave-robo’ comecou a testar seus instrumentos. E ja’ enviou
diversas imagens de Marte. Uma delas mostra um padrao poligonal no
solo perto da sonda -similar em aparencia ao solo congelado
(”permafrost”) do Artico. Esse aspecto pode ser resultado de
congelamentos e descongelamentos da superficie do solo. Algumas fotos
mostram uma paisagem desoladora, de solo pedregoso. Outras confirmam
que os paineis solares, indispensaveis para a provimento de energia ‘a
Phoenix, abriram conforme o previsto. A sonda coletara’ amostras de
gelo e de solo com um braco robotico para verificar se o local pode
ser um habitat propicio para a vida microbiana. “Agora, a primeira
coisa e’ entender bem o lugar onde a sonda pousou para saber onde e’
melhor cavar e colher amostras”, afirmou o engenheiro. A missao esta’
prevista para durar tres meses, mas, segundo Renno’, pode ser
prorrogada para seis meses. Lagrimas Renno’ considera que o pouso da
Phoenix, a principal preocupacao da agencia espacial Nasa, “nao podia
ter sido mais perfeito”. “Foi muita tensao. E, depois, muita emocao”,
afirmou o cientista, que admitiu ter derramado “muitas lagrimas”. O
motivo da apreensao era o fato de a Phoenix usar um sistema de
aterrissagem com foguetes retropropulsores semelhante ao da sonda Mars
Polar Lander, que falhou ao tentar descer em Marte em 1999. “E’ tudo
muito arriscado nesse tipo de missao. Mas o primeiro dia foi incrivel,
impressionante.” Formado na Universidade Estadual de Campinas, Renno’
foi para os EUA para fazer doutorado no MIT (Instituto de Tecnologia
de Massachusetts) e nao voltou mais. Desde 2001, esta’ envolvido no
projeto da Phoenix. ( Fonte: Folha de SP )
Ed: CE

BRASIL E FRANCA NEGOCIAM ACORDO DE COOPERACAO
30/05/2008. O presidente da Agencia Espacial Brasileira (AEB), Carlos
Ganem, recebeu nessa sexta-feira (30/05), em Brasilia, o presidente da
Agencia Espacial Francesa (CNES), Yannick d` ESCATHA. Durante o
encontro, eles dicutiram possibilidades de aprofundamento da
cooperacao existente entre os dois paises. “Vamos montar uma proposta
de trabalho, nesse primeiro momento, com temas de interesses do Brasil
e da Franca e apresenta-los aos presidentes dos dois paises”, afirmou
Ganem. Ficou acertada a formacao de grupos de trabalho que discutirao
temas de interesse dos dois paises. Nos proximos dias o presidente da
CNES ira’ enviar ao Brasil a proposta e os termos de entendimentos
operacionais preliminares. Carlos Ganem porpos ainda que que a
cooperacao nao representasse apenas troca de papeis, mas de
experiencias. “Ambicionamos construir uma ampla cooperacao, incluindo
trocas de especialistas onde aposentados do programa frances ou
estudantes possam vir ao Brasil, por meio de bolsas cientificas, para
trabalharem ou concluir mestrados e doutorados em nosso pais”, disse.
Para d`ESCATHA, por conta da longa cooperacao entre Brasil e Franca,
nossos engenheiros ja’ se conhecem, mas que na sua opiniao, para um
acordo ser bem sucedido e’ necessario, sim, haver trocas de
experiencias. “Os especialistas precisam se conhecer e aprender a
trabalhar juntos”. Ele sugeriu que assim que for concluido o acordo,
as formas de intercambio sejam discutidas. ( Fonte: AEB )
Ed: CE

DIRETORES DO CTA APRESENTAM ENCAMINHAMENTOS DO PROJETO DO VLS
29/05/2008. O presidente da Agencia Espacial Brasileira (AEB), Carlos
Ganem, recebeu nessa terca-feira (27/05), em Brasilia, representantes
do Comando-Geral de Tecnologia Aeroespacial (CTA), entre eles, o
diretor de Ciencia e Tecnologia, Major Brigadeiro Ronaldo Salamone, o
sub-diretor de Empreendimentos, Brigadeiro Venancio Alvarenga Gomes e
o diretor do Instituto de Aeronautica e Espaco (IAE), Coronel
Francisco Carlos Melo Pantoja. Eles vieram apresentar as acoes do
Veiculo Lancador de Satelites (VLS). O Brigadeiro Salamone informou
que a previsao de que em 2010 um Mock-up de integracao da rede
eletrica esteja pronto. De forma leiga, esse equipamento seria a
carcaca do foguete, constituida com toda a parte eletrica e
pirotecnica. “Para um foguete completo estaria faltando apenas o
propelente (combustivel)”, explicou. Isso sera’ feito para testar toda
a parte eletrica e a integracao com a torre de lancamento. Com todos
os testes concluidos, em 2011, podera’ ser construido o VLS Ц VT 01.
Esse sera’ completo, porem, com a ignicao apenas do quatro motores do
primeiro estagio, o acionamento do segundo estagio e a separcao com o
terceiro, que nao devera’ ser acionado. Em mais um ano, com a
conclusao dos ensaios dos motores e separacao de estagios concluidas,
sera’ apresentado o VLS Ц VT02, que voara’ completo e levara’ consigo
equipamentos de instrumentacoes. A partir dai’, segundo Salamone, o
VLS ja’ estara’ pronto para colocar um satelite brasileiro em orbita.
Para cumprir esses prazos, porem, Venancio, chamou atencao para o
inicio das obras de conclusao da Torre Movel de Integracao (TMI).
Segundo ele, falta a garantia de recursos extras, que foram
necessarios por conta do tempo que demandou a analise da licitacao
pelo Tribunal de Contas da Uniao (TCU). “E’ preciso 22 meses para a
construcao da TMI. Se nao comecarmos logo as obras, esse prazos
deverao ser estendidos”, afirmou. O presidente da AEB, Carlos Ganem,
disse que a diretoria da Agencia esta’ empenhada em tratar dessa
questao. “AEB busca um balanco geral das atividades e uma ampla
revisao dos empreendimentos espaciais em curso para o alinhamento das
visoes politicas e definicoes de prioridades estrategicas, de modo a
permitir a integracao mais equilibrada das acoes de desenvolvimento
global do programa espacial brasileiro, a sua sustentabilidade
politica, tecnologica e economica, bem como sua repercussao social”.
Ganem anunciou, ainda, uma visita tecnica aos dois executores do
programa espacial, o CTA e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais
(Inpe) para meados de julho. ( Fonte: AEB )
Ed: CE

OLHAR INEDITO NO PASSADO
29/05/2008. Em dez anos, supertelescopios estarao em uso e ajudarao o
homem a entender melhor a origem e a historia do Universo. Darao
continuidade a uma busca incessante com destino a pistas encontradas
em um passado distante, de cenas observadas hoje, mas que ocorreram
ha’ milhoes ou mesmo bilhoes de anos. Um projeto iniciado em 2003, com
termino previsto para 2018, devera’ dar origem ao maior telescopio
terrestre, o TMT (Thirty Meter Telescope, na sigla em ingles), que,
como destaca o nome, tera’ um espelho principal com 30 metros de
diametro, tres vezes o tamanho dos maiores existentes atualmente.
“Espelhos maiores melhoram a velocidade da observacao e a nitidez de
um objeto. A qualidade das imagens depende do diametro dos espelhos.
Quanto maior for o telescopio, melhor sera’ a observacao. Isso e’ o
que importa para coletar a luz”, explicou o norte-americano Charles
Steidel, do Instituto de Tecnologia da California (Caltech), durante o
seminario “Uma olhadela no futuro da astronomia”, que o Observatorio
Nacional realiza no Rio de Janeiro ate’ quinta-feira (29/5). O projeto
e’ uma parceria entre a Caltech, a Universidade da California e a
Associacao de Universidades Canadenses para a Pesquisa em Astronomia
(Acura). “Queremos descobrir as galaxias mais antigas e a historia do
Universo. E como galaxias como a Via Lactea se formaram”, afirmou o
presidente do comite’ cientifico do projeto TMT. Quanto maior a
distancia em que se observa um objeto no espaco, mais longe se pode
voltar no tempo. “E’ como se estivessemos dentro de uma maquina do
tempo, onde podemos descobrir a historia do Universo observando
objetos a distancia. Com isso, voltamos cada vez mais longe no tempo
para descobrir como chegamos aqui”, disse Steidel. O norte-americano
conta que o telescopio sera’ instalado em Cerro Amazonas, no Chile, ou
no Monte Kea, no Havai’. “O mais importante em relacao ao local de
instalacao de um telescopio e’ a estabilidade da atmosfera. O Chile e’
um bom lugar, pois o pais inteiro e’ costeiro. Vento vindo do oceano
todos os dias faz com que o ar seja estavel, especialmente em se
tratando do Pacifico. E’ essencial tambem que a mudanca de temperatura
entre o dia e a noite no lugar seja a menor possivel”, disse ‘a
Agencia FAPESP. Segundo Steidel, a altitude do observatorio e’ outro
fator importante, uma vez que o vapor vindo da agua dos oceanos
diminui em lugares mais altos. “Quanto mais alto, menor a quantidade
de vapor na atmosfera. A partir de 2 mil metros de altitude e’ o
ideal”, apontou. Cerro Amazonas esta’ a 3 mil metros de altitude,
enquanto o Monte Kea tem 4 mil. Alta resolucao – O TMT e’ um dos tres
maiores projetos de telescopios opticos na atualidade. Alem dele,
foram apresentados no seminario no Rio de Janeiro, realizado pelo
Observatorio Nacional, o Giant Magellan Telescope e o European Large
Telescope. Operando em comprimentos de onda que irao do ultravioleta
‘a radiacao infravermelha media, o TMT, de acordo com seus
idealizadores, devera’ ser uma ferramenta essencial para investigar
questoes importantes na astronomia, como a formacao de estrelas e
planetas, a historia das galaxias e o desenvolvimento da estrutura em
larga escala do Universo. A abertura de 30 metros permitira’ que o
telescopio optico foque com precisao maior do que os modelos menores,
por conta da difracao da luz. O grande espelho tambem possibilitara’
coletar luz de fontes mais tenues, como de estrelas mais distantes.
Segundo os membros do projeto, o TMT devera’ alcancar objetos mais
distantes e ver mais claramente do que os maiores telescopios
terrestres da atualidade, e isso por um fator que sera’ de dez a cem
vezes mais, dependendo do tipo de observacao. O TMT empregara’ um
sistema de optica adaptativa que possibilitara’ uma performance
limitada pela difracao, ou seja, que podera’ atingir o maximo que o
sistema conseguiria em teoria. Isso, alem de inedito, seria o bastante
para fornecer resolucao espacial de alta sensibilidade mais de 12
vezes maior do que a do Hubble. Mais informacoes: www.tmt.org ( Fonte:
Agencia FAPESP )
Ed: GMM

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ASTRONOMIA NO MUNDO
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COMECA NOVA FASE DE EXPLORACAO EM MARTE
27/05/2008. Apos uma viagem de dez meses e 700 milhoes de quilometros,
a sonda Fenix, da Nasa, agencia espacial norte-americana, pousou em
seguranca em Marte. E, com todos os seus instrumentos operando
corretamente Ц incluindo os paineis solares que alimentam os
dispositivos eletronicos Ц, ela ja’ comecou a trabalhar, tendo enviado
suas primeiras imagens do planeta. O modulo, que pousou no polo norte
marciano ‘as 20h53 (horario de Brasilia) do domingo (25/5), tem 410
quilos. Desses, 59 quilos sao de instrumentos cientificos, que
ajudarao a analisar detalhes da composicao fisica, quimica e do clima
no planeta. O tempo da missao esta’ previsto em tres meses. As
primeiras imagens enviadas mostram detalhes da superficie plana em que
o veiculo robotizado desceu e na qual os cientistas responsaveis pela
missao esperam encontrar em seu subsolo reservas de agua congelada.
Serao feitas perfuracoes para verificar a dimensao das reservas, bem
como sua composicao quimica. As analises tambem verificarao a presenca
ou nao de alguma forma de vida Ц ou de ingredientes quimicos
necessarios para tal existencia Ц que esteja preservada no subsolo
gelado. “Vimos a falta de pedras que esperavamos. Nao observamos gelo
na superficie, mas achamos que ele sera’ identificado em breve”, disse
Peter Smith, da Universidade do Arizona, pesquisador principal da
missao. O pouso, apesar de tranquilo, foi encarado com grande
preocupacao pelos cientistas. “Apenas cinco de nossas 11 tentativas de
pousar no planeta vermelho foram bem-sucedidas”, disse Ed Weiler,
administrador associado do Diretorio de Missoes Cientificas da Nasa.
Para ele, a taxa de sucesso, apesar de baixa, e’ facilmente
justificada. “Para a exploracao do Universo, e’ preciso aceitar alguns
riscos em troca do grande potencial de ganhos cientificos”, destacou.
A Fenix usa pecas de outra espaconave, construida para ser lancada em
2001 e cuja missao foi cancelada apos a perda de outra sonda, em
tentativa de pouso semelhante ocorrida em 1999. Os responsaveis pela
missao cancelada propuseram ‘a Nasa, em 2002, uma nova oportunidade,
que foi aceita. A missao e’ dirigida por Smith, em parceria com o
Laboratorio de Propulsao a Jato da Nasa e com a Lockheed Martin.
Participam dos trabalhos de pesquisa integrantes de instituicoes da
Alemanha, Canada’, Dinamarca, Finlandia e Suica. Mais informacoes:
www.nasa.gov/phoenix ( Fonte: Agencia FAPESP )
Ed: GMM

ESTRELA INSIGNIFICANTE FAZ DESTELHO GIGANTE
19/05/2008. Em 25 de abril de 2008, o satelite Swift da NASA registrou
o destelho mais brilhante ja’ visto de uma estrela normal fora do Sol.
O destelho, uma entrega explosiva de energia de uma estrela, reuniu o
poder de milhares de erupcoes solares. Teria sido visivel a olho nu se
a estrela fosse observavel no ceu noturno naquele momento. A estrela,
conhecida como EV Lacertae, nao apresenta muito do que falar. E’ mais
uma das tantas estrelas anas vermelhas, de longe o tipo de estrelas
mais comum no Universo. Brilha com apenas um por cento da luz solar e
contem so’ uma terca parte da massa do Sol. Com uma distancia de
apenas 16 anos-luz, EV Lacertae e’ um dos nossos vizinhos estelares
mais proximos. Mais com a sua deficiente emissao de luz, seu fraco
brilho da decima magnitude esta’ muito alem da visibilidade a olho nu.
( Fonte:
http://www.nasa.gov/centers/goddard/news/topstory/2008/pipsqueak_star.html
)
Ed: JG

VENTOS TEMPESTUOSOS PAIRAM NA PEQUENA MANCHA VERMELHA DE JUPITER
20/05/2008. Usando dados obtidos pela nave Novos Horizontes da NASA e
de dois telescopios terrestres, uma equipe internacional de cientistas
descobriu que uma das maiores e mais recentes tormentas do Sistema
Solar, a pequena mancha vermelha de Jupiter, tem os ventos mais
rapidos ja’ detectados em um planeta. ( Fonte:
http://www.jhuapl.edu/newscenter/pressreleases/2008/080520.asp )
Ed: JG

ESTUDO EXTENSO DO HUBBLE ENCONTRA MATERIA PERDIDA E FAZ SONDAGEM NA
REDE INTERGALACTICA
20/05/2008. Uma equipe de astronomos da Universidade do Colorado em
Boulder, usou o Espectrografo de Imagens do telescopio espacial Hubble
(STIS) e o Explorador Espectroscopico do Ultravioleta Longinquo
(FUSE), ambos da NASA, para encontrar as marcas espectrais do
hidrogenio e do oxigenio altamente ionizado, que se acredita formam o
meio intergalactico, utilizando a luz de quasares distantes (nucleos
brilhantes de galaxias com buracos negros ativos) para estudar essas
estruturas de rede quase invisiveis, de forma similar com um destelho
atraves da nevoa. Seus resultados sao detalhados na edicao de 20 de
maio de 2008 do Astrophysical Journal. ( Fonte:
http://hubblesite.org/newscenter/archive/releases/2008/20/ )
Ed: JG

ARGENTINA E A ESA ASSINAM RENOVACAO DE ACORDO DE COOPERACAO
20/05/2008. Em 8 de maio de 2008, o Acordo de Cooperacao entre a
Republica Argentina e a Agencia Espacial Europeia, ESA, foi renovado
por cinco anos. O intercambio de notas para renovar o Acordo de
Cooperacao entre a Republica Argentina e a ESA foi assinado por Rene’
Oosterlinck, Diretor de Assuntos Juridicos e Relacoes Exteriores da
ESA, e o Embaixador Victorio Taccetti, Secretario de Relacoes
Exteriores, do Ministerio de Relacoes Exteriores em Buenos Aires. O
acordo original foi assinado em 11 de marco de 2002 e teve vigencia em
22 de setembro de 2003. Uma delegacao da ESA foi tambem para Buenos
Aires para debater a possivel instalacao de uma Estacao Terrena de
Espaco Profundo (uma antena de 35 m de diametro) que ofereceria apoio
ao programa de exploracao espacial da ESA, para as futuras missoes
cientificas, em particular, ExoMars e Mars Rover. ( Fonte:
http://www.esa.int/esaCP/SEMYD01YUFF_index_0.html )
Ed: JG

ATUALIZADA A CACA DE EXOPLANETAS
21/05/2008. Dois novos exoplanetas e um objeto celeste desconhecido
sao as ultimas descobertas da missao COROT. Essas descobertas
significam que a missao ja’ achou quatro novos exoplanetas. Esses
resultados foram apresentados durante o Simposio 253 da Uniao
Astronomica Internacional em Massachusetts, Estados Unidos. O COROT
esteve operacional, ate’ agora, durante 510 dias e a missao comecou as
suas observacoes do seu sexto campo estelar no inicio do mes de maio
de 2008. Durante essa fase de observacao, que tera’ uma duracao de
seis meses, a nave vai observar simultaneamente 12.000 estrelas. (
Fonte: http://www.esa.int/esaSC/SEM9E91YUFF_index_0.html )
Ed: JG

ASTRONOMOS OBSERVAM SUPERNOVA NO MOMENTO PRECISO DA EXPLOSAO
21/05/2008. Gracas a uma observacao fortuita do satelite Swift, da
NASA, os astronomos foram capazes de captar, pela primeira vez na
historia, uma estrela no preciso momento de explodir. Os astronomos
observaram anteriormente milhares de explosoes estelares, conhecidas
como Supernovas, mas eles sempre as perceberam quando o espetaculo ja’
tina comecado. ( Fonte:
http://www.nasa.gov/centers/goddard/news/topstory/2008/swift_supernova.html
)
Ed: JG

ROBOS EM MARTE ENCONTRAM DEPOSITOS DE SILICA DE POSSIVEIS CALDEIRAS
22/05/2008. Os depositos de silica quase puro descobertos pelo robo’
de exploracao marciana Spirit, na cratera Gusev, talvez fossem
formados quando caldeiras vulcanicas de vapor ou agua quente (ou
talvez de ambas) permeavam atraves do solo. Tais depositos
encontram-se ao redor de fontes de aguas quentes, como as do Parque
Nacional de Yellowstone, nos Estados Unidos. Essa e’ a conclusao dos
cientistas planetarios que trabalham com os dados coletados pelo
instrumento de exploracao de minerais do Spirit, que foi desenvolvido
na Universidade Estadual do Arizona. ( Fonte:
http://asunews.asu.edu/20080522_mars_silica )
Ed: JG

NOVA MANCHA VERMELHA APARECE EM JUPITER
22/05/2008. Foi detectada uma terceira mancha vermelha na turbulenta
atmosfera de Jupiter junto das suas primas: a Grande Mancha Vermelha e
a Mancha Vermelha Jr. Essa terceira mancha vermelha, que e’ uma fracao
do tamanho das outras duas, esta’ ao Oeste da Grande Mancha Vermelha
na mesma faixa de nuvens de latitude. As imagens em luz visivel foram
obtidas em 9 e 10 de maio de 2008 com a Camera Planetaria de Grande
Campo WFPC-2 do telescopio espacial Hubble. ( Fonte:
http://hubblesite.org/newscenter/archive/releases/2008/23/image/a/ )
Ed: JG

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EVENTOS
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27/05/2008 a 29/05/2008 – O Futuro da Astronomia: Em comemoracao aos
180 anos do Observatorio Nacional (ON), um dos mais antigos institutos
de pesquisa do Brasil, sera’ realizado, de 27 a 29 de maio, no Rio de
Janeiro, o encontro O Futuro da Astronomia. O evento sera’ dividido em
duas partes. A primeira, cujo tema central sera’ “Uma impressao sobre
o futuro da astronomia em traducao livre”, tera’ palestras de
cientistas responsaveis por alguns dos maiores projetos da astronomia
mundial da proxima decada. No total, serao apresentados 15 projetos de
pesquisa. O objetivo e’ identificar oportunidades de colaboracao
brasileira e de fornecer subsidios para o planejamento de medio e
longo prazos para o ON e para o Ministerio da Ciencia e Tecnologia
(MCT). A segunda parte do evento discutira’ “A nova astronomia: o
desafio dos dados”. Na ocasiao sera’ debatida a infra-estrutura
necessaria na area da tecnologia de informacao para lidar com a
avalanche de dados gerada pelos projetos apresentados na primeira
parte do evento. Mais informacoes: www.on.br/glimpse e
www.on.br/newastronomy ( Fonte: Agencia FAPESP )
Ed: GMM

01/07/2008 a 11/07/2008 – Primeira Escola Brasileira de Propulsao
Eletrica Espacial: O evento, que acontece de 1 a 11 de julho, e’
realizado pelo Laboratorio Associado de Plasmas do Instituto Nacional
de Pesquisas Espaciais (Inpe), sediado em Sao Jose’ dos Campos, SP
Serao abordados temas como: missoes espaciais, dinamica orbital,
propulsores quimicos, propulsores eletricos, e engenharia de sistemas
propulsivos. O evento e’ destinado a estudantes e docentes de cursos
de graduacao e pos-graduacao na area de ciencias exatas/tecnologia,
bem como a profissionais e pesquisadores da area de engenharia. Todas
as palestras serao em lingua inglesa, ministradas por pesquisadores
brasileiros e estrangeiros. Mais informacoes e inscricoes no site:
http://www.inpe.br/ebpee/index.php ( Fonte: JC )
Ed: CE

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EFEMERIDES PARA A SEMANA
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29/05/2008 a 07/06/2008
Efemerides dia-a-dia
Ed: RG

29 Maio
Ganymed (4.8 mag) final de eclipse 00:56
Europa (5.8 mag) inicio de sombra 01:02
Lua e Urano, 5.9mag, separados a 3.21° 01:03
Ganymed desaparece em ocultação 01:24
Io (5.2 mag)inicio de eclipse 02:43
Europa , inicio de transito 02:50
Europa, final de sombra 03:45
Ganymed, reaparece de ocultação 04:40
Europa, final de transito 05:33
Luz Cinérea 05:08
Io, reaparece de ocultação 05:53
Cometa ‘C/2007 W1′ Boattini, Magnitude estimada 6.3mag, mais bem visto
de 18:03 a 21:05, elongação 74° 18:03
Lua Zodiacal sobre o horizonte ONO 18:06
Io, inicio de sombra 23:55

30 Maio
Io (5.2 mag) inicio de transito 00:49
Io, final de sombra 02:11
Io, final de transito 03:05
Callisto (5.9 mag), inicio de sombra 05:22
Luz Cinérea lunar 05:08
Cometa ‘C/2007 W1′ Boattini, Magnitude estimada 6.2mag, mais bem visto
de 18:03 a 21:03, elongação 72° 18:03
Lua Zodiacal sobre o horizonte ONO 18:06
Io, inicio de eclipse 21:11

31 Maio
Europa, (5.8 mag) reaparece de ocultação 00:08
Io (5.2 mag) reaparece de ocultação 00:19
Luz Cinérea 05:08
Cometa ‘C/2007 W1′ Boattini, Magnitude estimada 6.2mag, mais bem visto
de 18:03 a 21:01, elongação 69° 18:03
Io, final de sombra 20:40
Io, final de transito 21:32

1 Junho
Cassini sobrevoa Pallene e Janus a distancia
Venus e Aldebaran separados a 5.2 graus 18:00
Chuveiro de Meteoros Scutideos de Junho, ativo ate’ 29/07 em Ser 21:00

2 Junho
Cometa a C/2007 W3 (LINEAR) em Perielio (1.776 AU)
Chuveiro de Meteoros Arietideos mais bem visto a 1.0h – 5.8h, THZ=
18.7 EM Cepheus
Lua sobe a 05:14
Lua em Libracao Sul 05:39
Cometa a ‘C/2007 W3′ LINEAR em Perielio a 1.776AU do Sol, distancia da
Terra=1.670AU Magnitude=15.6mag Elongacao=78.7° 16:06

3 Junho
Chuveiro Arietideos mais bem visto a1.0h – 5.8h THZ=23.3 em Chepeus
Lua em perigeu, 357248.8 km 10:05
Lua Nova 16:22

4 Junho
Chuveiro Arietideos mais bem visto a1.0h – 5.8h, THZ=29.1 em Cepheus

5 Junho
Ganymed (4.8 mag), inicio de eclipse 01:48
Europa(5.8 mag), inicio de sombra 03:36
Chuveiro Arietideos mais bem visto a1.0h – 5.8h, THZ=36.2 em Cepheus
Io (5.2 mag), inicio de eclipse 04:36
Europa(5.8 mag), inicio de transito 05:08
Cometa a C/2006 U6 (Spacewatch) em Perielio a 2.498 AU do Sol e a
2.748AU da Terra, Magnitude=14.2mag Elongacao=65.2° 08:02
Luz Cinerea Lunar 18:03

6 Junho
Io, Inicio de Sombra (5.2 mag)01:49
Io, Inicio de Transito (5.2 mag)02:35
Chuveiro de Meteoros Arietideos Mais bem visto a 1.0h – 5.8h
THZ=45.2 em Cepheus 04:00
Io, Final de Sombra (5.2 mag)04:05
Io, Final de Transito (5.2 mag)04:52
Luz Cinerea Lunar 18:03
Lua perto de Mu 2 Cnc, SAO 79959, 5.3mag Separacao=0.63° 20:02
Europa,
Inicio de Eclipse (5.8 mag) 22:11
Io, Inicio de Eclipse (5.2 mag) 23:05

7 Junho
Cometa 86P/Wild 3 Passa proximo da Terra (1.290 AU)
Io, Reaparece de Ocultacao(5.2 mag)02:05
Europa, Reaparece de Ocultacao(5.8 mag)02:29
Chuveiro de Meteoros Arietideos em maxima atividade THZ=52.5 em
chepeus 03:00
Chuveiro de Meteoros Arietideos Mais bem visto a 1.0h – 5.8h
THZ=51.8 em Chepeus 04:00
Mercurio mais proximo da Terra 04:05
Mercurio e Venus separados a 2.9°) 11:53
Mercurio em Conjuncao 04:05
Luz Cinerea Lunar 18:03
Io, Inicio de Sombra (5.2 mag) 20:18
Io, Inicio de Transito (5.2 mag)21:02
Lua e Marte, 1.5mag, separados a 1.8° 21:04
Mercurio e Venus em Conjuncao AR separados a 3.0° 21:52
Io, Final de Sombra (5.2 mag)22:34
Callisto, Desparece em ocultacao (5.9 mag)22:47
Io, Final de Transito (5.2 mag)23:18

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GLOSSARIO
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2 Respostas

  1. TEORIA DO UNIVERSO FLUXONÁRIO ESTRUTURANTE A PARTIR DO ESPAÇO DENSO, e TEORIA DA ENERGETICIDADE E RADIAÇÃO.

    Autor – Ancelmo Luiz Graceli.

    Ancelmoluizgraceli@hotmail.com
    Tel. 27- 32167566
    Rua Itabira, nº 5, Conjunto Itapemirim,
    Rosa da Penha, Cariacica, E.S. cep.29143 -269.
    Brasileiro, professor, graduação em filosofia e pesquisador teórico.
    Livros publicados- ASTRONOMIA, e MUNDO DAS INTERAÇÕES FÍSICAS.

    Colaborador – Marcio Piter Rangel.

    Trabalho apresentado a SECT- Espírito Santo- Brasil.
    E a Sociedade Brasileira de Física.
    Introdução publicada na WEB pelo Portal Fator Brasil – Canal Perfil. No dia 30.01.2008.
    Se outras teorias com fundamentos e formulas tiveram aceitação, por que estas não terão? Pois, possui todos os fundamentos e todas as formas de cálculos, e que se confirmam com a realidade e a observação até hoje alcançada. Com mais de cento e dez fórmulas, com as mais variadas formas de se calcular um mesmo fenômeno, com mais de duzentos fundamentos em todas as áreas da física moderna. Inclusive, com novas previsões dentro da cosmologia e astronomia.

    Apresentado a Revista de Ensino da SBFISICA. Soced. Bras. de Física.
    Brazilian Journal of Physics – SBFISICA

    APRESENTAÇÃO.

    As teorias defendem o poder divino e vital sobre o cosmo, a vida, a mente e tudo o mais, contra o mecanicismo e o materialismo. Com fundamentos contundentes sobre possibilidades de como tudo possui uma origem e um direcionamento pelo poder divino em direção a vida, a harmonia, a perfeição, o aprimoramento e a eternidade em detrimento ao caos e ao fim.

    Na cosmologia é defendido o universo que se estrutura como um fluxo de produção e destruição de astros. Na astronomia é defendido que o movimento é produzido pela própria energia do astro.
    INTRODUÇÃO.

    TEORIA DA ORIGEM DA MATÉRIA E DO COSMO, E DO UNIVERSO FLUXONÁRIO ESTRUTURANTE.

    Esta teoria é a que mais se aproxima do poder de Deus. Pois vai contra qualquer forma de caos.

    DO QUASE NADA TUDO PODE SURGIR – EXCETO DEUS.

    O UNIVERSO É UMA AUTO CRIAÇÃO, PORÉM, UMA OBRA DESTE PORTE SÓ PODE TER O PODER DO CRIADOR.

    Esta teoria vai de encontro à harmonia e eternidade cósmica em detrimento ao caos e a finitude do universo proposto pela teoria da grande explosão.
    Enquanto um entra em fluxo de desintegração e reintegração com menos energia, outros nascem mais distantes a partir da aglutinação do espaço denso.

    COSMO ESTRUTURANTE E DESINTEGRANTE.

    Modelo Graceliano.
    O universo é fluxo constante e infinito.

    Primeira parte.

    TEORIA DA BOLHA DE ESPAÇO DENSO E ENERGIA.

    Enquanto na teoria da grande explosão o universo se expande a partir de um ponto do espaço e de uma pequena quantidade de energia, e é um só – DE FORA PARA DENTRO -Na teoria da bolha o universo se contrai a partir do espaço denso para produzir a matéria e a energia de vários pontos do infinito do espaço, numa constante produção de novos universos em vários pontos do cosmo. Ou seja, ele se contrai para produzir a matéria para depois formar os astros e se expandir pela radiação. E são vários universos em infinitos pontos do cosmo em infinitas fases.

    De nascimento na fase bolha de espaço denso – fase estruturante-
    Na fase de energia,
    Na fase de matéria
    E na fase de desintegração, de desprendimento e afastamento no espaço pela própria radiação da densidade da matéria.
    E reintegração formando secundários a partir do material irradiado pelo primário.

    PASSAGENS PARA FORMAÇÃO DA MATÉRIA, ELEMENTOS, ASTROS E OS UNIVERSOS.

    Assim, o espaço denso se contrai até ser filamentoso – chega a matéria difusa – matéria densa – energia – núcleos difusos – astros – fusão nuclear – elementos químicos – de elementos leves em pesados – radiação – reengrupamentos em novos astros, os secundários – volta a se desintegrar – e o processo continua até se tornar matéria difusa.

    OBSERVAÇÃO.

    Não sentimos a ação do espaço denso porque estamos num universo em uma fase que já se transformou em matéria.

    FÓRMULA PARA CONTRAÇÃO DE ESPAÇO DENSO.

    O espaço denso se contrai e diminui de tamanho para produzir a matéria, e se dá numa contração e diminuição infinita, que pode ser calculada com a formula do limite infinitesimal. O todo menos uma parte, dividido pelo todo, assim infinitamente.

    Espaço denso ED – parte P/ total espaço denso se estruturando. Assim, infinitamente, até transformar-se em energia e matéria.

    ED – P / ED … até chegar a ser energia e matéria.

    Assim, temos a fórmula para formação da matéria, energia e para origem do universo.

    INFINITOS UNIVERSOS EM FASES ESTRUTURANTES E DESINTEGRANTES.

    PRIMEIRA TEORIA DA ORIGEM E NATUREZA DA MATÉRIA.

    Sempre foi procurado pelos filósofos e químicos gregos, depois pela física moderna uma explicação para a origem, natureza e essência da matéria, em que o mundo em épocas foi dividido em forma e estrutura, espírito, mente e matéria, pois aqui mostro a primeira teoria do que a matéria pode surgir e do que ela é formada, que é de filamentos de espaço denso, sempre se procurou a matéria pela matéria e dividi-la infinitamente do átomo dos gregos até a centena de partículas que são catalogadas hoje.
    Observação – nenhuma teoria exposta até hoje conseguiu dar uma fundamentação de que originou a matéria. Todas partem do pressuposto de algo pronto.

    CÁLCULO DE FORMAÇÃO DE MATÉRIA E PARA COSMO ESTRUTURANTE.

    Poder de contração do espaço denso = quantidade de espaço denso / tempo cosmológico = matéria e cosmo e fases estruturante.

    CÁLCULO PARA COSMO DESINTEGRANTE.

    Poder de desintegração = quantidade de matéria, temperatura, fusão núcleo estelar, radiação e energia / tempo cosmológico.

    Pd*[qm] / t c.

    ESPAÇO DENSO E MATÉRIA, E ENERGIA E ASTROS.

    O universo não se formou a partir de uma grande explosão, mas sim do espaço denso, o espaço denso é todo espaço que nos circunda, que temos a noção que ele é um grande vazio, mas não é, possui densidade, e dele a matéria e a energia se originaram para formar os primeiros astros, galáxias e aglomerados.

    ROTAÇÃO E TRANSLAÇÃO DO UNIVERSO.

    É falsa a expansão, é na verdade uma translação e rotação e um mínimo de afastamento.

    O que temos a noção de uma grande expansão do universo é na verdade a translação e rotação do mesmo. Pois, se ele é infinitamente velho e começaram a se expandir no momento de uma suposta grande explosão, os astros estariam tão distantes uns dos outros que nem a sua luz seria capaz de ser captada por qualquer tipo de telescópio.

    O FORMATO DO UNIVERSO.

    A disposição das galáxias em discos com os sistemas de estrelas também em disco prova que o universo é um processo de estruturação e passa por fluxos, pois se tivesse surgido num só momento numa grande explosão o formato do universo seria esférico, ou seja com todos os astros numa mesma distancia de um centro, e como também com a mesma translação e rotação.

    Observação. Já temos aqui uma fundamentação da origem e de que material o cosmo se formou. Fundamentos não exposto até hoje por outras teorias.

    A ENERGIA PRODUZ A RADIAÇÃO QUE PRODUZ O AFASTAMENTO MÍNIMO.

    Há sim um afastamento mínimo proveniente da ação da radiação e de altas temperaturas, afastamento produzido pela energia processada por fusões nucleares no interior dos astros.

    UNIVERSO DE ENERGIA ESTRUTURANTE. OU UNIVERSO DE CONTRAÇÃO E DESINTEGRAÇÃO.

    O universo passa por dois processos – o primeiro da formação da matéria e energia pela contração dos filamentos do espaço denso.

    O segundo da formação dos astros, seus processos de energia e produção de temperatura à proporção que a matéria se aglutina, com a matéria aglutinada é produzida grande quantidade de energia e temperatura, dando surgimento a radiação e a conseqüente desintegração do astro no espaço. Por isto que o universo é um fluxo de energia estruturante, onde primeiro se contrai para depois se desintegrar e se afastar uns dos outros, sempre em porções menores.

    É UM FLUXO POR QUE SE CONTRAÍ DE ESPAÇO DENSO ATÉ A MATÉRIA, DE MATÉRIA EM ASTRO, SE DESINTEGRA EM RADIAÇÃO, VOLTA A REINTEGRAR-SE EM ASTROS MENORES E COM MENOS DIÃMETRO E ENERGIA, QUE VOLTA DESINTEGRAR-SE. E FLUXO CONTINUA INFINFINITAMENTE. ATÉ SE TORNAR MATÉRIA DIFUSA.

    O mesmo processo passa as partículas e os átomos.

    A PRODUÇÃO DOS SECUNDÁRIOS PELA RADIAÇÃO E ATMOSFERA.

    Parte da radiação se transforma também em atmosfera, que vai sempre direcionar para o equador, em que vai formar cinturões de gases como é o caso de Júpiter, ou num estágio mais avançado os cinturões vão formar anéis que é o caso de Saturno e Urano, destes anéis vão se formar pequenos aglomerados de gases, que sempre irão se aglutinar mais e mais, onde surgirão os primeiros núcleos rarefeitos, e o processo de aglutinação continua, onde os secundários começam a surgir mesmo antes de se formarem, como gases eles já possuem translação e rotação e se afastam dos primários. Ou seja, antes de existir como astro o secundário já desenvolve a sua translação.

    PROVA PELO FORMATO E DINÃMICA DA ATMOSFERA.

    Isso pode ser confirmado com a Terra, em que a sua atmosfera já se concentra mais no equador e menos nos pólos, proveniente do magnetismo da Terra e ação centrifuga da rotação, e que a atmosfera possui dinâmica própria. Que se filamentará até chegar a dar inicio a um novo satélite. Porém isto não é para hoje.
    O MAGNETISMO DO PRIMÁRIO ACELERA A FORMAÇÃO DO SECUNDÁRIO.

    Se não fosse o magnetismo e a ação centrifuga da rotação dos astros, os seus secundários demorariam muito mais tempo para se formar. Pois o magnetismo e ação centrifugam agem na produção dos filamentos de gases para o equador e na produção destes filamentos no processo de esferificação, onde surgirão núcleos rarefeitos, até formar novos astros.

    E o fluxo continua de desintegração do primário por radiação proveniente da produção de energia, para a produção de atmosfera e aglutinação em filamentos pelo magnetismo e ação centrifuga da rotação do próprio astro até chegar a esferificação, também através do magnetismo dos gases.

    FASES DO FLUXO.

    1 – com a contração dos filamentos do espaço denso para formar a matéria e depois da matéria produzida se forma em astros. Com os astros formados eles passam a se desintegrar como forma de radiação e temperatura.

    2- o material da desintegração volta a se contrair e produzir astros menores, e destes outros menores o processo continua. Isto se confirma em que os astros possuem o formato esférico. Pois o arredondamento mostra que houve um processo lento de formação através de materiais que surgiram de fora para dentro, onde lentamente por aglutinação o astro foi se estruturando. Confirmam-se porque os núcleos são mais densos e a Terra é formada por camadas e núcleos.

    No caso da produção dos planetas pelo Sol, a atmosfera nem chegou a se formar, e a radiação foi logo se filamentando para se esferificar e surgir os planetas.

    UNIVERSO INFINITO NA IDADE, NO ESPAÇO, E NO PROCESSAMENTO.

    A esferificação prova que o astro foi produzido por camadas de material de radiação por justaposição – uma sobre a outra, por isto que os núcleos são mais densos, que foi já provado na física do átomo. E o arredondamento prova que levou muito mais tempo para esta formação circular, logo o universo é um processo muito mais lento e constante que se pode imaginar. Assim, o arredondamento do universo prova a teoria do fluxo e que todo o universo de hoje não surgiu em um só momento, são vários universos em várias fases se processando e se estruturando, enquanto uns envelhecem pela perca e processamento de energia, outros surgem pelo espaço denso. Estas fases se confirmam pela observação atual, assim o universo é infinito na origem e no fim, no espaço e no seu processamento.

    FASES DO UNIVERSO.
    UNIVERSOS BOLHA ESTRUTURANTE E FLUXONÁRIO.

    1- Origem – universo bolha de espaço denso e bolha de energia.
    2- Tipo – estruturante fluxonário, se contrai para produzir a matéria a partir da bolha do espaço denso. Depois se expande após a contração e produção de energia, temperatura e radiação.
    3- Forma de existir – processos de produção energia.
    4- Quantidade – vários tipos em várias fases, da bolha até astro quase sem energia.
    5- Tamanho – infinito na produção de novos universos, infinito no espaço e no tempo.
    6- Forma – infinitas e variadas formas, de bolhas, gases, energia difusa, matéria densa e menos densa, astros, anéis, radiação, atmosfera, etc.
    7- estruturante da matéria e do cosmo.

    CRIAÇÃO MÁGICA – MATÉRIA A PARTIR DO ESPAÇO DENSO.

    Antes de se falar da criação do universo, deve-se falar da criação da energia e da matéria, pois foi a partir da matéria que surgiu os astros.

    O ARREDONDAMENTO E ESFERIFICAÇÃO DOS ASTROS.

    A esferificação dos astros prova que,

    1- Formou-se por um processo lento para ter o formato esférico, do contrário não o seria.

    2- Formou-se de partes mínimas que foram se justa posicionando para formar o astro, do contrário não teria a formação redonda. Vê-se que enquanto Saturno e Urano possui anéis de gases na direção do equador, Júpiter possui uma lista de atmosfera que está em movimento na direção do equador, onde se confirma a origem dos astros por componentes do primário.

    3- Os astros são mais velhos do que se pensa. E o seu núcleo é mais denso do que a parte exterior, e o planeta Terra é formado por camadas sobre formadas.

    4- Fiz um cálculo para a idade da Terra, porém foi levado em conta apenas o afastamento, e não o tempo para a esferificação, que provavelmente foi muito maior.

    5- Prova que o universo tem a sua origem através de elementos minúsculos, que foram se juntando para formar os astros, como partes mínimas de radiação, gases, luz e sobras de grandes temperaturas.

    6- Aí se tem o universo se formando por partes mínimas, como energia e matéria, de dentro para fora com os núcleos mais densos que a crosta – parte exterior. Um universo muito mais velho, redondo e infinito no tempo de origem e de fim, infinito em relação a sua produção, logo, que nunca surgiria num só momento numa grande explosão.

    RADIAÇÃO NA FORMAÇÃO DE SECUNDÁRIOS.

    Assim, com o formato dos astros se tem mais uma prova da teoria do universo fluxonário estruturante. Por compressão do espaço denso, e desintegração pela radiação e temperatura, e uma nova compressão desta radiação no espaço, formando novos astros menores, como planetas, satélites e cometas.
    E o processo estruturante e desintegrante continua produzindo asteróides e outros que se desintegrarão sempre produzindo astros e asteróides menores.

    Existem universos só de espaço denso, de gases, de energia, de matéria difusa, de matéria e astros e de gases, luz e radiação, com isto se confirma a teoria aqui sustentada de que o universo não tem idade, pois ele é uma infinita produção e desintegração de si mesmo. E enquanto uns se desintegram outros em outros pontos do infinito do espaço começam a se formar lentamente pelo espaço denso.

    Se o cosmo fosse produzido num só momento, os astros não teriam uma forma esférica tão definida, uns seriam longos e outros achatados.

    SOBRE O ESPAÇO DENSO, MATÉRIA E ENERGIA.

    A energia existe em função da matéria, desde sua produção até o seu transporte inclusive pelo ar, pois a matéria contém e produze a energia, pois a energia não tem como existir sem a matéria, e a matéria se origina e é espaço denso densificado.

    MATÉRIA E ENERGIA = ESPAÇO DENSO DENSIFICADO.

    Não tem como falar de um universo que se origina de uma pequena bola numa grande explosão, pois qual a origem desta bola, e dá aonde veio a energia para explodi-la.

    A grande explosão contém varias contradições e falta de fundamentos de origem, causa e efeito.

    ATMOSFERA INTERPLANETÁRIA E ESPACIAL.

    O espaço interplanetário é constituído de gás a uma [ pressão de dez elevado a menos 19 atmosferas terrestres]. Isto é uma direção que o espaço não é um vazio sem densidade, sem pressão, e não é um vácuo.

    CONTESTAÇÃO.
    Se a gravitação atraísse os astros, todos os satélites ficariam a prumo entre o planeta e o Sol, pois o planeta seguraria de um lado e o Sol de outro, e estaríamos constantemente em eclipse. Por isso que a dinâmica depende da energia e radiação do astro.
    Ver teoria da energeticidade e radiação.

    ASSIM TEMOS AS FASES DO UNIVERSO.

    A fase espacial filamentosa de densidade.
    A fase energética espacial filamentosa.
    A fase da materialidade – átomos, e elementos químicos.
    A fase de astros imensos, com pouca densidade, e pouca radiação.
    A fase da aglutinação, onde a matéria foi se aglutinando, aumentando a temperatura interna e a radiação.
    A fase da desintegração pela temperatura interna e radiação.
    A fase de formação de novos astros pela aglutinação do material expelido da radiação dos primeiros astros, assim vemos que é um fluxo e processo de integração, desintegração e novas aglutinações.

    FORMAÇÃO DIRETA PELO ESPAÇO DENSO, E FORMAÇÃO DE SECUNDÁRIO PELA MATÉRIA JÁ FORMADA.

    O material que já se tornou astro não volta a ser espaço denso após a desintegração, mas este material se integra formando novos astros menores.
    Assim há dois processos.
    1- o processo de formação direta pelo espaço denso.
    2- e o processo pela desintegração do astro já produzido, que vai reintegrar-se e formar outros menores.

    Assim, o espaço denso é um imenso todo, como uma imensa geléia sem forma definida.
    O universo é um processo de forma direta pelo espaço denso, e um processo de ciclo, em que uns se desintegram e parte do seu material vai construir outros. Com isto vemos que a origem, produção e tempo do universo são infinitos, e o sistema de produção de universos é muito mais velho do que se imagina, em trilhões de anos.

    E que existe vários tipos de universos, uns de espaço denso, campo de energia sem matéria, campo de energia com matéria, universos de núcleos atômicos, de gases, de matéria e astros se desintegrando e integrando outros.

    EVOLUÇÃO CÓSMICA E EVOLUÇÃO DOS ELEMENTOS QUÍMICOS.

    Assim, o universo é uma constante produção e de evolução cósmica, de produção direta e de desintegração, e produção secundária de integração em novos astros, enquanto os elementos químicos vão se processando e evoluindo.

    SOBRE O AFASTAMENTO.

    O universo não sofreu uma grande explosão para produzir o seu afastamento, mas sim, o afastamento é produto da radiação, rotação e das grandes temperaturas, que impulsiona os astros para frente, alterando a sua órbita. Ou seja, as fusões nucleares, a produção de temperatura e radiação produz o afastamento ínfimo entre os astros. Por isto que há uma proporção entre as distancias dos planetas e satélites.

    CONTESTAÇÃO.

    Se o universo tivesse sofrido uma grande explosão só as galáxias estariam se afastando, e os astros menores como planetas, cometas e satélites não estariam se afastando, e o afastamento progressivo provam que todos os astros se encontram em afastamento uns em relação aos outros, assim, todos os astros se encontram em afastamento proveniente de sua energia, radiação e temperatura externa.

    CONTESTAÇÃO.

    APARÊNCIA AO VERMELHO PELO EFEITO DOPPLER PELA ROTAÇÃO E TRANSLAÇÃO DO COSMO.

    Será visto mais a frente que o universo não se encontra em expansão, mas sim em afastamento mínimo, e o que é detectado como aparência ao vermelho nem é este afastamento. Pois ele é insignificante no que tange ao deslocamento no espaço, e o que dá a aparência ao vermelho no efeito Doppler é o deslocamento da translação e rotação de astros e galáxias no espaço.

    AFASTAMENTO PELA AÇÃO DA RADIAÇÃO.

    Vemos então que, o universo é uma constante criação por filamentos de espaço denso de novas matérias e novos cosmos pela aglutinação dos materiais já fundidos e reintegrados, enquanto outros cosmos mais evoluídos se desintegram por radiação e alta temperatura, outros astros menores se integram com o material dos que já se desintegraram e que vão desenvolver uma órbita próxima aos que lhe deu origem e impulsão inicial, pela radiação e intensa temperatura.
    Assim forma-se uma produção direta pelo espaço denso, e uma produção por ciclo de desintegração e integração pelo material desintegrado, enquanto os elementos químicos evoluem.
    E, enquanto o universo se alarga pela radiação produzida pelos próprios astros. E não por uma suposta grande explosão, pois o afastamento é um processo continuo pela ação da radiação, pois só que decresce progressivamente e a impulsão inicial tende a perder intensidade.
    Enquanto o universo material se expande, o universo de filamentos do espaço denso se contrai, ou seja, há duas situações inversas.

    A radiação é proveniente principalmente das interações de fusões nucleares no interior dos astros.
    Ou seja, o mesmo fenômeno – a radiação – que produz a órbita e a dinâmica dos planetas e satélites, produz também o alargamento do universo e produz novos astros, e é o produtor da estrutura deles, e de novos elementos químicos.
    Conclui-se assim, que o cosmo é infinito na sua origem e será no seu futuro, como também é infinito no espaço e na produção de novos cosmos, e novos elementos químicos. O processo de criação lenta vai contra o processo de criação instantânea proposto pela grande explosão.
    Para se provar a tese exposta acima é simples, é só constatar que a expansão se encontra em progressão decrescente. Porém como já foi visto, o universo se encontra em produção e em afastamento e não em expansão.
    Assim, enquanto um se desintegra e vai produzir outros em outros cantos do universo o espaço denso se processa dando origem a galáxias de gases espaciais.
    Assim, o universo é um processo de nascimento direto pelo espaço denso, dos já nascidos, e nascimento de outros a partir dos já nascidos.
    Tudo ocorre por uma transformação direta da matéria na origem, é uma transformação fluxonária na produção de novos elementos químicos, novos astros e novas órbitas.
    Segunda parte.

    SOBRE A MATÉRIA.

    M = ED = E / t – matéria é igual a espaço denso solidiquicado, que é igual à energia dividido pelo tempo.

    A matéria é espaço denso energético solidificado, ou seja, as partículas e os elementos químicos são na verdade o espaço denso se processando energeticamente e produzindo solidificação.
    E num estágio evolutivo mais avançado. Assim, a matéria passa por um processo evolutivo, e a matéria – espaço denso energético solidificado – se encontra sempre num aprimoramento, e passa por um processo lento e unificado por isso que toda a matéria e a estrutura do átomo são iguais.

    FASES DE FORMAÇÃO DOS ASTROS.

    O nosso universo não iniciou ínfimo anterior a uma grande explosão, mas sim, infinitamente grande, entrando numa contração para produzir a matéria, passando por energia solidificada que é a matéria, para depois estruturarem-se em partículas, elementos químicos, e finalmente astros.

    Ou seja, o universo não formou astros instantaneamente, por isso que os astros e átomos possuem núcleos.

    Primeiro forma-se a energia, depois a matéria e por fim os astros, diferente do que defende a grande explosão.

    Assim, o universo passa da contração.
    1- do espaço para energia e a matéria.
    2- da matéria para astros.

    Depois da desintegração através da radiação e intensas temperaturas.
    Passa para a integração, onde novos astros são formados a partir do material da radiação.
    Assim, o universo e um fluxo de ciclos de produção e estruturação e evolução, através de.
    1 – Contração e solidificação.
    2 – Evolução química.
    3 – Desintegração, afastamento e dinâmica do universo pela energia e radiação.
    4 – E integração em novos astros.

    E que a órbita, a dinâmica, o afastamento e a desintegração do universo são provenientes da energia e radiação, tornando o universo de estrutura achatada, onde os astros já estão estruturados e em afastamento progressivo como é o nosso, enquanto outros são circular e em formação através de gases, e outros com tentáculos como grandes galáxias.

    COSMOFÍSICA E ASTROFÍSICA.

    PRODUTOR DE SI.

    O universo é um sistema vivo e dinâmico de produção e estruturação, onde produz a sua própria energia para o seu funcionamento,estruturação e dinâmica, sendo que a energia aumenta à proporção que vai realizando o seu funcionamento, e é um sistema de fluxo, onde a mesma interação que produz os elementos químicos, produz os astros por fusão. E também produz campos, radiação, altas temperaturas, dinâmica, órbitas, estruturas dos astros, e o afastamento no universo. Ou seja, ele é um produtor de si, da sua estrutura e de seu funcionamento. Assim, é uma constante produção de integração e desintegração.

    IDADE DO UNIVERSO.

    Com isto, pode-se deduzir que o universo não possui uma origem determinada no tempo, muito menos em algum lugar do espaço, e não possui uma origem determinada na estruturação da matéria e dos astros que o compõem. Porém, tem idade infinita, pois o espaço denso sempre esteve aí e produzindo energia, matéria, até chegar a astros.

    FORMA DE SER DO UNIVERSO

    De contração pelo espaço denso.
    De afastamento pela radiação.
    De aglutinação pelo material da radiação.

    O universo passa por fluxos enquanto produz os elementos químicos nas interações de fusões nucleares no centro dos astros, onde produz energia ao processar as interações físicas e produzir a sua estrutura de astros, órbitas e dinâmica.

    SOBRE O MOVIMENTO

    Se o movimento esta relacionado com a radiação, altas temperaturas, e interações físicas no interior dos astros que estão soltos no espaço denso para desenvolverem a sua dinâmica. Logo o movimento é natural e dinâmico, e varia conforme as situações de produção de energia em que se encontra o astro. E se a dinâmica obedece a um fluxo, logo o movimento é dinâmico, disforme e variável.

    SOBRE O ESPAÇO DENSO.

    Espaço denso produz a matéria, enquanto a matéria já produzida produz os astros e os elementos químicos vão sendo fundidos nas estrelas e secundários.

    SOBRE A MATÉRIA

    A matéria são filamentos do espaço denso contraído, que vai estruturar o universo em matéria, astros, elementos químicos, radiação, alta temperatura, e no universo auto dinâmico.

    SOBRE O COSMO

    O universo é auto dinâmico e enquanto produz a energia as interações físicas vão sendo processadas, e a radiação agindo e espalhando a matéria, os astros estão em dinâmica pela própria energia e radiação, os elementos químicos evoluem e se aprimoram, aprimorando a matéria e estruturando o universo, o cosmo se contrai pelo espaço denso, e se alarga pela ação da radiação, logo o universo é vivo e auto dinâmico.

    SOBRE O TEMPO

    O tempo não existe, o que existe é o cronômetro da memória marcado pelo funcionamento do cérebro como forma de consciência do que acontece entre intervalos de acontecimentos. Podemos considerar o tempo como algo secundário, que existe em função do funcionamento da consciência produzida pelo funcionamento do cérebro. A velocidade do cronômetro do homem é a velocidade de funcionamento do cérebro humano.

    SOBRE O AFASTAMENTO E ALARGAMENTO DO COSMO.

    Assim, a dinâmica do universo é proveniente da constante radiação, por isso que seu alargamento se encontra em progressão decrescente.
    E os astros surgiram da aglutinação do espaço denso, enquanto a radiação e as altas temperaturas desintegram os astros. Logo no futuro e nesta parte e estágio do universo em que nos encontramos os astros serão mais frios e menores.

    Assim, os astros estão soltos e livres no espaço, e não presos por supostos campos, onde a rotação das galáxias é menor que a translação.
    Enquanto a matéria surge do espaço denso, onde são produzidos os astros, outros se formam em outros pontos do espaço, enquanto a dinâmica é comum a todos os astros e não só nas galáxias. Prova disto nós temos no sistema solar. Com isto vemos que o alargamento é uma produção constante pela radiação, e não por uma suposta grande explosão. Pois o mesmo fenômeno que produz a translação, rotação, órbitas, produz também o alargamento, por isso que o afastamento é progressivo decrescente, cresce progressivamente, porém tem um percentual de decréscimo na progressão.

    O universo tenderá a se dissipar e se diluir em astros menores, e com menos energia, enquanto em outras partes se iniciará outros universos com o material do espaço denso.
    O universo possui três formas fundamentais de produção
    1 – uma estrutural, que produz a matéria e da forma a ela,
    2-outra de ação que dá vida a matéria, que são as interações físicas, energia e radiação no interior dos astros.
    3 – de produção de novos astros e elementos químicos.

    SOBRE A FORMAÇÃO E IDADE DOS ASTROS DO SISTEMA SOLAR

    Confirma-se que os asteróides não são perfeitamente redondos, pois na sua maioria são um pouco achatados e alongados. Confirma-se que eles são resultados de blocos de material expelidos de algum planeta ou do Sol, sendo massas mais inteiriça e produzidas de um só momento, enquanto planetas e satélites são astros redondos, onde se confirma que houve uma formação lenta de sobreposição de componentes de seus primários expelidos por radiações. Isto se confirma que os esféricos levaram mais tempo para se formar, e confirma a teoria aqui exposta.

    Terceira parte.

    COSMOFÍSICA DE INTERAÇÕES E ENERGIA.

    O universo não poderia surgir de uma bola de energia ou matéria para explodir, pois surgiria à pergunta, da onde surgiu esta bola de matéria, e quanto tempo ela estava ali antes da explosão, e o que a formou.

    Vemos que a produção da matéria e energia é um processo constante de fusões nucleares, evolução de elementos químicos e estruturação de novos astros e galáxias no espaço e outros constantes fenômenos que formam o nosso lento universo. Logo, o universo é sem inicio e sem fim, no tempo, no espaço, na materialização e produção.

    A fase da astrofísica e cosmofísica, que é da produção de energia, radiação e a da desintegração por radiação e integração de material com menos temperatura no espaço, e onde surgiram os astros periféricos.

    Se o universo tivesse surgido de uma grande explosão a matéria já existiria antes do universo, e isto não e possível de ser, o que vemos na verdade é que a matéria é parte de um processo lento, como é lenta a formação dos elementos químicos, como é lenta e constante a formação dos astros e do próprio universo.

    Uma das provas contundentes da formação lenta do universo e do seu inicio de fora para dentro se fechando sobre si até tornar-se materializado, e que os astros são constituídos de camadas com maiores e menores densidades, com várias camadas umas sobre as outras, e um resfriamento progressivo até o interior dos astros. Logo, o universo não surgiria de um ponto, de dentro para fora.

    ESTRUTURAS EM CAMADAS.

    Assim, o universo por ser um processo lento, e de fora para dentro e feito de camadas, constatamos na rotação e dinâmica dos anéis de Saturno, como também na estrutura do átomo, e na estrutura do planeta Terra, ou mesmo na atmosfera da Terra e de Júpiter. A matéria e o universo são feitos de fora para dentro pelo espaço denso, e os astros também pelo material da radiação.

    Uma grande explosão não daria inicio ao universo, pois se fosse o caso ele já existiria antes da explosão, e o que produziria a estrutura e a energia para explodir.

    Os elementos químicos pesados também são produtos de um processo lento de formação.

    FASES – VÁRIOS UNIVERSOS.

    Há vários universos. O de bolha de espaço denso, o de energia de espaço denso, e o da matéria livre no espaço, e o da matéria estruturalizada em astros e radiação e altas temperaturas.

    Os campos, átomos, astros e o próprio cosmo como um todo são determinados pela energia e intensidade das interações físicas em que eles se encontram como também as órbitas, dinâmicas dos astros e átomos. Mesmo a evolução dos elementos químicos e evolução da matéria e astros e do cosmo como um todo é resultado da intensidade das interações físicas e produção de energia.

    As estrelas brilham graças às fusões nucleares espontâneas em seus núcleos, onde elementos leves são transformados em elementos químicos pesados.

    Vemos no universo que enquanto umas estrelas minguam outras floresçam tudo isto se dá num processo lento de criação e transformação em novos elementos e novos astros.

    Com isto o cosmo se torna infinito na sua origem e na produção, vemos que há vários tipos de universos uns mais velhos, outros mais novos e outros diferentes, que é criado por um Deus calmo, construindo cosmos, seres e almas para o bem.

    CONTESTAÇÃO DA EXPANSÃO.

    O que dá uma aparência de haver uma imensa expansão são a translação e a rotação das galáxias, na verdade a translação é imensamente maior que o afastamento entre os astros.

    Se os astros estivessem se afastando em linha reta pela idade proposta até aqui do universo, todos os astros estariam tão distantes que seria impossível de ver nem o Sol, quanto mais o vermelho do efeito Doppler. Conclui-se que o universo não está em expansão, mas sim em translação e rotação, e um afastamento mínimo bilhões de vezes menores do que qualquer translação.

    Todas as galáxias estão se abrindo como um girassol, ou seja, se afastando do seu centro, e em translação e rotação por isso que temos uma noção de uma imensa expansão, porém isto é uma aparência do efeito da translação e rotação das galáxias, pois do contrário elas estariam infinitamente distantes uma das outras, sendo impossível de registrar a sua posição ou mesmo qualquer forma de luz, até mesmo do Sol. Uma vez que possuem origem infinita e produção constante.

    Por isso temos a noção de que todas estão se distanciando do Sol, pois com a rotação e a translação o efeito Doppler para o vermelho é registrado com maior intensidade, e que dá uma aparência de que o Sol está no centro do universo, pois o movimento é mais translacional e rotacional do que de afastamento.

    Se a expansão fosse produto de uma grande explosão as galáxias estariam infinitamente distantes e já estacionadas no espaço.
    Assim, por ser possível detectar a aparência das galáxias e a sua dinâmica, constata que o universo não se originou de uma grande explosão e nem a suposta expansão é produto de uma grande explosão, logo o universo é infinitamente velho, e a sua suposta expansão é origem e produto da sua radiação, e é freado pelo espaço denso. E parte do que detectamos como expansão é a aparência da translação e rotação das galáxias.

    Com o tempo para a formação da matéria, com o tempo da evolução dos elementos químicos, formação dos astros, esferficação da estrutura externa dos astros, se vê que o universo é infinitamente velho, logo se a suposta expansão é relacionada a uma suposta grande explosão não daria para detectar a existência das galáxias no espaço, pois estariam infinitamente distantes.

    Como também, da onde surgiria a matéria para produzir uma grande explosão.

    A origem da matéria pelo espaço denso, evolução dos elementos químicos, formação e esferificação quase que perfeita dos astros, camadas de atmosfera e de estrutura dos astros e a existência das galáxias confirma a teoria da origem do universo pelo espaço denso, a produção do universo pelas interações físicas e fusões. E a dinâmica pela energia, impulsão pela radiação e pelas interações físicas, como também o freio cósmico da dinâmica dos astros pelo espaço denso.
    Assim, o universo não foi produzido num só momento numa grande explosão e também não se encontra em expansão, mas sim num afastamento mínimo e insignificante, bilhões de vezes menores do que qualquer velocidade de translação e é fácil visualizar.

    Se o planeta Netuno tem tantos quilômetros de afastamento do Sol e ele desenvolveu até hoje quantas voltas em torno do Sol e com que velocidade. Este cálculo serve para qualquer astro.

    CÁLCULO DE AFASTAMENTO DO UNIVERSO.

    Afastamento em km do primário / número de voltas sobre o primário * arco da distancia em km da translação = o valor aproximado de afastamento de um astro desde o inicio da sua formação.

    Exemplo.

    O raio do Sol até a Terra tem 150.000.000 de km, sendo que o circulo em volta tem aproximadamente 3.5 vezes este raio, e que a Terra já deu mais de 1.000.000 de voltas, ou seja, para calcularmos o afastamento da Terra, temos que; dividirmos 1 raio / [pelo arco da translação multiplicado por numero de voltas].

    150.000.000 / 750.000.000 * número de translações da Terra sobre o Sol.
    1 / [3.5 * 1.000.000] = 0. 00000002 km por ano.

    Ou seja, o afastamento da Terra é menor do que 1metro por ano, enquanto o planeta desenvolve um percurso de translação de mais de 750.000.000 km por ano.

    Não foi levado em conta aqui o tempo para a esferificação do planeta.

    Com isto se conclui que o alargamento é insignificante em termos observacionais, porém este afastamento é fundamental. Pois enquanto um planeta se afasta, vai dando lugar a outro para ser produzido, é como uma produção organizada, e que ao se afastar do Sol ele vai processando a sua energia e esfriando, dando condições para que a matéria evolua e a vida possa brotar e ter um corpo vivo de matéria evoluída.

    E que a aparência para o vermelho é resultado da translação e rotação, pois o afastamento é insignificante. Logo, o universo se encontra num mínimo afastamento imperceptível e não em expansão, pois se o que é observado fosse uma expansão os astros estariam tão distantes uns dos outros que da Terra não daria para ver o Sol, nem de telescópico. Assim, lhes proponho uma outra teoria, que é a do universo fluxonário estruturante.

    Com isso se conclui que não existe uma expansão, mas sim um afastamento mínimo, quase insignificante. Porém fundamental para os processos de energia do astro e de todo sistema em que ele faz parte, e o que dá a aparência ao vermelho no efeito Doppler é o deslocamento da translação dos astros e a rotação das galáxias no espaço.

    Isso serve para todos os sistemas de universo na forma de matéria e energia.

    COM A TEORIA DA ENERGETICIDADE É POSSÍVEL PROVAR

    1- a progressão das distancias entre os planetas, em que os mais distantes o afastamento sempre aumenta e é maior.

    2- E, por que Júpiter é mais de 100 vezes maior que a Terra.

    3- Por que Plutão é o primeiro planeta e está a mais de 75 vezes mais distantes do que a Terra em relação ao Sol.

    4-Por que Saturno e Júpiter possuem mais de 10 satélites enquanto os dois mais próximos não possuem satélites. E por que o numero de satélite aumenta conforme o diâmetro do planeta.

    5- Por que Júpiter possui uma rotação mais de 100 vezes maior que Mercúrio.

    6- por que os maiores astros, como estrelas, planetas e satélites são esféricos.

    PROVA.

    Constatação de que os astros esfriam e mesmo em relação aos planetas que quanto mais distantes do Sol são mais velhos, com mais energia já processada e gasta e são mais frios.

    Os planetas se formaram de dentro para fora, por camadas de energia e matéria expelidas do Sol, sendo aglutinadas para formar os planetas e satélites, isso se confirma na aparência da atmosfera de Saturno e Júpiter, as camadas que forma a terra e a esferificação.

    TEMPO DE VIDA DO UNIVERSO.
    Com o exposto acima o universo é infinito na sua origem e sem fim, no espaço e no processamento.

    SOBRE A ORIGEM DOS SECUNDÁRIOS E SUA DINÂMICA.

    FILAMENTOS DE ATMOSFERA E ESFERIFICAÇÃO.

    Aparentemente, há alguma coisa colorida na atmosfera de Júpiter, e essa atmosfera se espirala de tal forma que as substancias coloridas se concentram amplamente em certas latitudes e se espalham para formar os cinturões. Por isso ocorre em certas latitudes e em outras, não se pode dizer – ainda nos é difícil explicar a circulação da atmosfera terrestre, e no momento não temos esperança dos intricados detalhes da atmosfera de Júpiter.
    Se fosse apenas uma questão de rotação, poderíamos esperar que os cinturões de Júpiter fossem perfeitamente retos e uniformes, eles não o são. Há sempre pequenas saliências, reentrâncias, e manchas aparecendo de um momento para outro, expandindo-se, contraindo-se, escurecendo, clareando. Talvez seja resultado de tempestades jupterianas, suficientemente violentas para alterar a circulação normal da atmosfera, que produz os cinturões, seguindo cursos ditados não somente pela rotação do planeta, mas também por irregularidade da superfície sólida situada abaixo, ou radiação e atividades tectônicas.
    Nos anéis de Saturno também há estas irregularidades e uma rotação mínima, e no satélite Amaltéia se constata que ele acompanha com sua translação a rotação de Júpiter, como um filho próximo da mãe.

    Isso só nos vem confirmar o exposto até aqui, que os satélites se originam de filamentos de gases da atmosfera dos planetas, e que a translação se origina juntamente com a origem do próprio satélite, ou mesmo pode-se dizer que eles antes mesmo de ser um astro já se encontram em dinâmica.

    A rotação do primário espirala e condensa próximo do equador a atmosfera, aonde deste espiralamento de gases vai formar novos astros, que estes gases já se encontram em dinâmica translacional e variação e densidade na sua forma e estrutura.

    O gás que formam um cinturão espiralado se processa e locomove para um só ponto próximo do equador, por dois motivos, magnetismo do astro e centrifuga de rotação, onde vai começar a dar inicio a uma esfera, que é o processo de esferificação que se tornará em astro. Ao se formar ele se distanciará dando condição a outros sucessivos que virão a se estruturar.

    Assim, os caminhos são,

    1-Formação da atmosfera pela radiação, e deslocamento desta atmosfera sobre o astro pela própria ação da radiação.

    2-Espiralamento da atmosfera pela rotação do astro e deslocamento da atmosfera, que se desloca próximo ao equador.

    3-Esferificação desta atmosfera espiralada com translação.

    4-A esfera além da translação e afastamento que já possuía, passa também a se distanciar do primário que o formou. E o processo continua, enquanto o astro se afasta e translada, também passa a produzir a sua rotação.

    Por isso que quantidade de translação, afastamento e rotação dependem de toda energia em processamento do astro, que vai produzir toda radiação do astro no espaço. E por isso que ao envelhecer toda dinâmica tende a diminuir, pois já gastou quase tudo que podia.

    DINÂMICA LIVRE, PRÓPRIA E DECRESCENTE PELA ENERGIA.

    Confirma-se que a dinâmica é própria do astro e proporcional a sua energia, e que os astros estão livres no espaço, e esta liberdade e radiação fazem com que eles se afastam de seus primários. Logo, se eles se afastam por radiação não podem ser atraídos.

    CONCLUSÃO.

    COSMOFÍSICA.

    Considerações.

    Provas de que o universo são processos de estruturação infinita.

    O que prova que o universo se estrutura por um processo lento é através da esferificação dos astros e que a terra ser formada de núcleo e camadas, pois prova que os astros são formados de sobreposição de materiais pequenos que foram expelidos por outros. Pois se o universo fosse produzido num só momento por uma grande explosão a terra seria formada por um bloco inteiriço.
    Com a esferificação e camadas se prova que o universo é bilhões de vezes mais velhas do que se pensa hoje.

    E se é infinitamente velho e considerando a velocidade e a aparência para o vermelho observada, com isto se conclui que não veríamos o sol e nenhuma estrela no espaço, pois o tempo que se encontra em velocidade elas estariam infinitamente distantes, e não seria capaz de observar nenhum astro no espaço.

    Considerações sobre uma teoria da cosmologia e astronomia.

    Uma teoria da cosmologia e astronomia deve se fundamentar no universo geral, da origem da matéria, das partículas, origem dos elementos químicos e sua estruturação, processamento, e evolução, fusão nuclear dos astros, radiação, temperatura, estruturação e estrutura dos astros, o universo como um sistema em evolução na sua constituição macro, geral e micro.

    O que é o universo.
    É espaço denso, matéria densificada, processos e estrutura, fluxos e evolução, sem inicio e fim.

    A estrutura do espaço denso.
    Como os gases que são leves, invisíveis e flutuam o espaço denso é milhões de vezes menos densificado.

    Hipótese falsa da grande explosão.
    Tudo antes de explodir primeiro tem que ser formado de algum elemento, ou alguma estrutura de matéria ou espaço denso, logo é falsa a hipótese da grande explosão.

    Sobre o tempo cosmológico.

    O tempo cosmológico é o tempo que representa a energia e processamento num sistema de astros.

    Cosmofísica.

    Universo de processos ínfimos.

    O que componhe e determina o cosmo na sua estrutura são os seus processos físicos, produção de partículas e elementos químicos e sua evolução, nos núcleos onde as fusões estelares acontecem, ou seja, o universo micro determina o macro e o geral, um sistema de galáxias só vai se abrir conforma a intensidade de processos físicos que são produzidos no sistema. Ele terá luzes e formas e fluxos, componentes químicos, fusões conforme o processamento físico geral.

    Da multiplicidade do universo.

    O universo é múltiplo, ou seja, são vários em vários estágios de origem, processamento, estruturação, fluxo e desintegração.
    Ele tem origem pela densidade do espaço que forma a matéria, depois a energia e durante o processo forma os elementos químicos e os astros.

    Do fluxo do universo.

    O universo se estrutura de fora para dentro [ por integração do espaço denso] depois de dentro para fora [ por desintegração da matéria ] pelos processos e fusões da matéria e nos núcleos dos astros.
    Volta a se reintegrar formando astros menores e com menos energia, depois se desintegra em radiação, e se reintegra em astro, e o fluxo e processos continua até a matéria se tornar difusa e com pouca energia.

    Como exemplo se tem do espaço denso e a matéria, da matéria ao astro, a estrela que produz radiação, que vai produzir planetas, que vai produzir radiação e atmosfera, que vai produzir radiação, anéis e satélites, e o fluxo e processos estruturantes e desistruturantes continua infinitamente até a matéria difusa.

    Onde leva a matéria evoluir e produzir os elementos químicos. Assim o universo é infinito e sem forma determinada.
    Assim, o universo se encontra em contração e alargamento interno, mas não em expansão e sim em afastamento ínfimo, se encontra em translação e rotação, estruturação, fluxos e evolução de seus componentes.
    Enquanto uns começam a sua origem, outros se encontram em fluxos e processos, enquanto outros já se encontram na fase final que é em matéria difusa.

    Cosmofísica nuclear.
    Fusões nucleares.

    As fusões nucleares das estrelas mantém por um bom tempo a temperatura dos astros, com isto faz com que o universo se processa lentamente, e possa manter o seu fluxo e evolução da matéria e elementos químicos e ajuda a transforma elementos leves em pesados, e vai produzir a energia e dinâmica dos astros, por isto que os secundários mais distantes possuem menos dinâmica e as órbitas são mais irregulares. Ou seja, satélites de planetas, planetas de estrelas.

    Assim, o universo e seu fluxo e estruturação se deve a sua produção de energia, como também a evolução dos elementos e a dinâmica dos astros.

    A produção de energia vai determinar também as camadas e esferificação dos astros.
    Universo não expansionista e não estacionário.
    Assim se confirma que o universo se encontra em afastamento ínfimo e não em expansão, e não se encontra estacionado pois possui rotação, translação, fluxos, evolução e outros fenômenos.

    Evolutivo.
    Encontra-se em evolução na sua estrutura micro e macro, dos elementos aos astros. E se eterniza como matéria com densidade difusa
    .
    Não é curvo e nem reto.
    Observação.
    A teoria da energeticidade e radiação que trata da astronomia será apresentada em outro texto. Com mais de cento e dez fórmulas provando as duas teorias, pois uso diâmetro, radiação, temperatura, rotação e velocidade equatorial. E não uso distancia massa ou gravitação.

    12:34 PM
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  2. QUARTA TEORIA DE ASTRONOMIA GRACELIANA.
    Autor – Ancelmo Luiz Graceli.
    Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.

    TEORIA DE ASTRONOMIA DA PROPORCIONALIDADE DE ÓRBITAS PELA ROTAÇÃO E VELOCIDADE EQUATORIAL.

    E IRREGULARIDADES DE ÓRBITAS E DE ROTAÇÃO PELA DESINTEGRAÇÃO DE ENERGIA.

    DO QUASE NADA TUDO PODE SURGIR – EXCETO DEUS. POIS É O ÚNICO ABSOLUTO.

    Referências.

    O trabalho se complementará com.

    1-A teoria do universo fluxonário estruturante e cosmofísica graceliana.
    2-Teoria de astronomia graceliana de energeticidade e radiação.
    3-Teoria de astronomia de alternancidade e variância.
    4-Teoria de astronomia da origem, rotação, afastamento e progressão.
    5-Teoria de astronomia de fisicidade, desintegração e reintegração.
    6-Teoria geral para a astronomia e o cosmo.
    7-Teoria da microfísica e da química.
    8-Teoria da unidade geral.

    CÁLCULOS DE ÓRBITAS PELA ROTAÇÃO OU VELOCIDADE EQUATORIAL.

    SOBRE A LUA.

    RELAÇÃO ENTRE VELOCIDADE DE TRANSLAÇÃO COM IO SATÉLITE DE JUPITER.

    A Lua por ser produzida por um astro com pouca energia, no caso a Terra, ela possui dezessete vezes menos velocidade de translação do que Io – satélite de Júpiter, uma vez que Júpiter possui maior diâmetro do que a Terra. Pois ambos estão quase à mesma distancia de seus primários, no caso Io de Júpiter e a Lua da Terra. Há também de se considerar que Io é um satélite mais energia do que a Lua, mesmo júpiter sendo mais velho do que a terra, pois ainda conserva atividades tectônicas, estas atividades já foram observadas por telescópicos.

    Io possui muito mais energia, radiação, atmosfera do que a Lua por ser sido produzido por um planeta – Júpiter – com muito mais energia do que a Terra. Isto se confirma na relação entre as dinâmicas entre os dois planetas.

    Io também possui aproximadamente o mesmo diâmetro da Lua.

    Diâmetro Lua 3470 quilometro. Velocidade de Translação Lua 1.03 km/seg.
    Io 3650 quilometro. Velocidade de Translação Io 17.4 Km/seg.

    Distancia de seus Primários- Io – 420.000 quilômetros.
    Lua-384.000 quilômetros.

    Rotação – Io possui uma rotação 16.44 vezes maior do que a Lua, ou seja, quase a mesma diferença do que a translação. Isto confirma todo o exposto até aqui que a rotação, como a translação e o afastamento são produzidos pela energia e radiação do astro.
    Aqui se confirma com clareza que há uma relação direta entre as dinâmicas.

    PARA SER CONFIRMADO.

    Que Io possui uma atmosfera 10 vezes maior do que a Lua. Pelo que é confirmado com a diferença de suas dinâmicas.

    Io possui uma atividade magnética, condução elétrica, atividade sísmica, atmosfera, atividade tectônica dez vezes maior do que a lua.
    Isto já foi provado pela experiência. O que confirma o exposto pela diferença nas dinâmicas e órbitas.

    EXCENTRICIDADE E INCLINAÇÃO DA LUA.

    A Lua possui uma inclinação orbital de 5,9 graus em relação à eclíptica, e uma excentricidade de 0.05 graus, e isto confirmam a relação com a velocidade translacional e rotação, ou seja, pouca dinâmica e grande irregularidade nas inclinações da órbita e da rotação, e com grande excentricidade.

    Como foi exposta acima, a Terra é o ultimo planeta a produzir satélite até hoje, pois a Terra foi produzida pelo Sol quando o mesmo já se encontrava numa fase de pouca produção de energia, vemos que a Lua produz pouca radiação e nenhuma atividade tectônica, enquanto Io produz grande atividade tectônica. Por que Io foi produzido por um planeta com muita energia e intensa radiação, pois é muito maior do que a Terra, por isso que a rotação e translação da Lua são 17 vezes menores do que Io. E uma excentricidade muito maior, e uma inclinação maior do que a de Io. Ou seja, o primário produz a energia no secundário que vai produzir os fenômenos.

    Assim, a inclinação e excentricidade dos satélites são sempre próximas ou maiores dos valores de seus primários.

    E aqui com a Lua e Io se confirma o exposto anteriormente, que quanto maior a energia e radiação, maiores serão a dinâmica, a estabilidade e a perfeição da circularidade da órbita, e menor a excentricidade e a inclinação da translação e da rotação. E vice-versa.

    Veremos que os satélites dos planetas mais distantes e os mais próximos de seus primários terão maiores rotações e translação e menores excentricidade e inclinação rotacional e translacional. E que ocorre na proporcionalidade do tempo de vida e de diâmetros que representa a sua energia e radiação.

    Isto se confirma com os satélites de todos os planetas.

    PRINCÍPIO DA PROPORCIONALIDADE DA RAZÃO ENTRE OS FENÔMENOS.

    A POSIÇÃO, A DISTANCIA E O AFASTAMENTO DEPENDE DA ENERGIA DO ASTRO.

    A razão entre o afastamento dos astros é crescente com o afastamento, em que os mais distantes aumentam o afastamento, por isto que a razão das distancias é sempre crescentes. Porém, o afastamento depende da energia no processamento da sua produção, e da própria energia representada pelo diâmetro, por isto que há os picos de afastamento, conforme o diâmetro do astro com o seu vizinho. Esta diferença se confirma entre Tritão e Nereida, dois satélites de Netuno, onde a diferença de afastamento entre os dois é enorme, comparado com satélites de planetas mais próximos do Sol.

    A razão das distancias sofrem pico crescente conforme o astro vai produzindo a sua dinâmica e o seu afastamento, isto se confirma entre Titã e Réia de Saturno, Febe e Jupet de Saturno, entre Titânia e Umbriel de Urano, e entre os Planetas Júpiter e Marte. E entre ganimedes e Europa de Júpiter.

    Pois ganimedes tem o dobro do diâmetro de Europa e o dobro da distancia. Ou seja, a energia do astro determina a sua posição no espaço, pois com mais diâmetro ele terá maior energia, maior rotação, maior afastamento do seu primário.

    O mesmo acontece com Titânia e Umbriel satélites de Urano, pois a razão do diâmetro é duas vezes, ou seja, e a razão das distancia entre os dois satélites é 1.8, enquanto os outros com razões de diâmetro mais próximos, e as razões das distancias também são mínimas.

    A teoria da gravitação não faz menção à posição da distancia pelo diâmetro, que representa a energia e o tempo de construção do astro e a sua ação de afastamento do astro mais próximo –vizinho –, e que isto influencia na posição e distancia do astro no espaço.

    Entre estes astros a velocidade de translação também acompanha aproximadamente num valor de razão entre astros vizinhos. Vemos que a diferença de translação é maior entre diâmetros e posições maiores.
    O mesmo acontece com a rotação, as inclinações, a excentricidade, e todos os outros fenômenos físicos e estruturais, como achatamento de astro, atmosfera, atividade tectônica, etc.

    Os satélites de saturno se afastaram menos do que os de Júpiter por serem menores de diâmetro e com menos energia.

    Os saltos de afastamento e posição pelo salto de diâmetro entre os planetas, satélites e cometas confirma a teoria da energeticidade e radiação.

    E como em Júpiter que há um intervalo maior de afastamento de Marte, por ser júpiter com maior diâmetro, o mesmo acontece entre Titã e Réia de Saturno, que é quatro vezes maior. Entre Febe e Jupet, e entre ganimedes e Europa, e entre Titânia e Umbriel de Urano. Esta diferença entre as razões também está presente nos asteróides e nos cometas.

    OBSERVAÇÃO GERAL DA TEORIA.

    O mesmo acontece com a velocidade de translação onde a diferença da razão é maior nos astros que mantém uma diferença de diâmetro, como é o caso entre os satélites de Saturno exposto acima, e entre Júpiter e Marte.
    Por isto que a há uma diferença enorme entre a velocidade de translação de júpiter e marte, pois mesmo júpiter sendo maior que marte ele teve mais tempo se afastando do sol, diminuindo progressivamente a influencia recebida pelo sol na origem da translação. Por isto que há uma razão vinte vezes maior no diâmetro, três vezes e meia no afastamento, duas vezes menor na velocidade de translação de júpiter para marte, duas vezes e meio maior na rotação. Isto confirma o exposto até aqui, que a translação tem uma origem pelo primário e diminui progressivamente, até o próprio astro coordenar toda dinâmica e translação, rotação e afastamento se equivale conforme a energia que o mesmo produz.
    Esta confirmação se aproxima para plutão, asteróides, cometas distantes e satélites distantes, onde rotação, translação e afastamento se equivalem nos seus valores.
    Temos aqui o porquê há um salto na razão da translação, afastamento, rotação, excentricidade e inclinações de órbita e rotação.

    Esta diferença de razão também se mantém na excentricidade e inclinação, e são crescentes com o afastamento.

    ASSIM TEMOS,

    1-a questão de saltos na razão entre os fenômenos conforme a sua energia e diâmetro,

    2-e a razão crescente de afastamento, inclinação orbital e rotacional, e excentricidade conforme o astro vão ficando velho e queimando a sua energia. Que depende do tempo de vida e da energia do astro, representada pelo diâmetro.

    Os satélites de Júpiter são aproximadamente cinco vezes maiores comparados com os de Saturno, por isto que eles em média estão duas vezes mais distantes dos de Saturno, se comparado com os de júpiter.

    A translação dos satélites diminui conforme o afastamento do planeta ao sol e diâmetro do planeta. Ou seja, a energia que ele conserva depende da energia que o formou, por isto que os satélites de saturno possuem maior translação do que os de urano, mesmo estando a mesma distancia e com o mesmo diâmetro.

    PRINCÍPIO DA PROPORCIONALIDADE.

    Órbita de Quíron – se confirma também no asteróide Quíron o princípio da proporcionalidade, pois pelo seu extenso afastamento do Sol, ele desenvolve a maior inclinação de órbita e a maior excentricidade.

    Confirma-se nos asteróides EROS, com excentricidade de 0.83 graus, Quiron, hidalgo, e outros. Inclusive em cometas, que a distancia do Sol não é o fundamental para o posicionamento do astro no espaço, mas sim a sua energia e radiação representada pelo seu diâmetro.

    Como já foi visto que o afastamento e posição que marca a distanciam do primário depende da energia do astro.

    E as inclinações e excentricidades dependem da energia dos mesmos, pois asteróides, cometas e satélites menores e mais distantes de seus primários possuem as maiores inclinações e excentricidades. E os maiores planetas as menores excentricidades e inclinações e o conjunto das dinâmicas – translação, rotação, e afastamento também acompanham a energia do astro.

    A RELAÇÃO ENTRE GANIMEDES DE JÚPITER E TITÃ DE SATURNO.

    GANIMEDES tem um diâmetro 5.250 km, e TITÃ tem um diâmetro 5.800 km.

    Ganimedes se encontra a uma distancia de 1.070.000 km do primário.
    TITÃ se encontra a uma distancia 1.222.000 km do primário.

    Ganimedes tem uma velocidade de 10.9 km/s.
    Titã tem uma velocidade de 5.6 km /s.

    E a diferença entre os diâmetros de Júpiter e Saturno é mínima.

    Logo se conclui que se a gravitação tivesse alguma influencia sobre a velocidade de translação a diferença da translação entre os dois seria mínima e não seria aproximadamente o dobro. Com isto se conclui que toda dinâmica depende da energia do astro, e se júpiter é mais novo do que saturno, logo o seu satélite também é mais novo, considerando também que enquanto ganimedes é o terceiro satélite de Júpiter, Titã é o sétimo satélite de Saturno. Logo, titã é mais velho e gastou mais energia, com isto desenvolve menos velocidade de translação.
    Por isto que a diferença da velocidade de translação é o dobro.

    Enquanto pela teoria da gravitação deveria se equivaler nos valores.

    Vemos aqui que a distancia com o diâmetro não influenciou na velocidade de translação, mas sim, o tempo de vida e a energia representada pelo diâmetro.

    Isto confirma a teoria da energeticidade e radiação.

    RELAÇÃO ENTRE PRIMÁRIOS E SECUNDÁRIOS.

    O diâmetro e o afastamento dos secundários variam conforme o diâmetro do primário e o seu tempo de vida.

    RELAÇÃO DE VELOCIDADE DE TRANSLAÇÃO ENTRE SATÉLITES CONFORME O DISTANCIAMENTO, TEMPO DE VIDA E DIÂMETRO DE SEUS PRIMÁRIOS.

    Confirma-se que o valor do diâmetro de Júpiter é próximo do de Saturno, e Júpiter com os seus satélites cinco vezes a distancia dos de Saturno, três vezes o diâmetro dos de Saturno e os valores da velocidade de translação se aproximam.

    Com isto se conclui que não é a distancia e alguma força que age sobre o astro, mas sim a própria energia do mesmo.

    OUTROS TÓPICOS.

    A distancia marca o tempo de vida do astro, e diâmetro do primário com o seu diâmetro e a distancia do primário marca o tempo de vida e energia já processada e a energia ainda para ser processada.

    RADIAÇÃO, ATMOSFERA, ANÉIS, DISCOS DE ESFERAS E ASTROS.

    Assim como Saturno e Urano também possui anéis, com velocidade de translação de mais de vinte Km/s, e que Júpiter possui uma atmosfera espiralada com translação e alargamento, próximo do seu equador. Isto confirma que a translação dos secundários se origina de energia e radiação do primário, e que parte desta radiação se transforma em anéis próximos do equador, e que vai se esferificar, dando início a um novo secundário. Vemos nos anéis de Urano que eles desenvolvem uma translação de mais de vinte quilômetros por segundo.

    E que a translação surge inicialmente do próprio secundário, e por isto que todos secundários produzem uma órbita com pouca inclinação e sempre próximo do equador.

    Ao se distanciar do primário, o secundário vai produzir a sua própria dinâmica, vai dar inicio a terciários que iniciarão a sua translação conforme a sua energia e radiação.

    E sairão do eixo de translação do primário, dando inicio a um novo sistema de astros, menores, mais lentos e com mais irregularidades na sua dinâmica de translação, rotação e afastamento.

    A ORIGEM DOS SECUNDÁRIOS.

    A ação centrifuga da rotação e o magnetismo do astro faz com que a sua radiação e atmosfera se desloquem para o equador, aonde vai se forma em filamentos de atmosfera e no futuro anel. Dos anéis vão se formar blocos cúbicos de gases e daí a esferificação, da onde vai se formar em secundários.

    Por isto que os secundários possuem uma translação decrescente dos próximos para os últimos. E que a órbita sempre está próxima do equador.
    Com o passar dos tempos, a energia diminui e os astros passam a produzir a sua órbita e irregularidades no espaço.

    No futuro provavelmente teremos novos astros e com novas energias, pois o processo é constante.

    OUTROS TÓPICOS.

    Os secundários mais afastados e menores são os mais irregulares nas suas inclinações de órbita e rotação, e excentricidade.
    Isto se confirma, nos satélites mais distantes, nos asteróides e nos cometas.

    MOVIMENTO RETRÓGRADO.

    O satélite quando muito pequeno e muito distante tende a aumentar a sua inclinação e excentricidade progressivamente, e este tipo de movimento invertido pode ser encontrado no satélite Febe de Saturno. Pois Febe possui uma inclinação de órbita de 160 graus e uma grande excentricidade.
    O que leva o astro a desenvolver a órbita retrógrada é que ele iniciou normalmente a sua translação desde o seu nascimento pelo seu primário. Só que todo astro que possui pouca dimensão e se encontra distante do primário ele possui pouca energia se processando, pois ele já gastou grande parte de sua energia, e assim, ele passa a produzir irregularidades na sua dinâmica no espaço. Que começa com uma crescente irregularidade até o movimento retrógrado.

    Urano é um planeta que anda de lado, ou seja, as irregularidades são maiores com o distanciamento, envelhecimento e diminuição de produção de energia e radiação.

    Com enormes distancias de seus primários, astros pequenos, terciários, com pouca energia e envelhecidos serão astros com pouca dinâmica, grandes distanciamentos, grandes excentricidades e inclinações e muitos com movimentos retrógrados.

    SOBRE SUPOSTA CAPTURA DE ASTROS POR PLANETAS.

    Isto não existe, pois todos os astros estão soltos no espaço, e não há isto de campo puxando para sua órbita, e também pela radiação os astros são afastados e não atraídos, como se pensa hoje. E o que produz as órbitas irregulares é a pouca energia do próprio astro para coordenar a sua dinâmica, isto acontece com todos os astros pequenos e distantes de seus primários, logo os satélites pequenos de Saturno nunca foram capturados, mas sim produzidos por saturno.

    Pode-se comparar que todo astro pequeno e distante possui grandes irregularidades na sua dinâmica, desde a rotação, a translação e o afastamento.

    SOBRE A SUPOSTA DENSIDADE DOS ASTROS.

    A densidade dos astros distantes é uma invencionice para se dar uma proximidade nos resultados para a velocidade de translação que é calculado pela gravitação, porém se mal conhecemos a densidade da Terra, como podemos conhecer a densidade de planetas distantes.

    Por isto que nos meus cálculos, uso diâmetro e temperatura por estarem mais próximos da realidade.

    RAZÃO CRESCENTE DE FENÔMENOS ENTRE ASTROS MENORES E
    DISTANTES.

    Nos mais distantes e menores a razão do afastamento, inclinações e excentricidade são sempre maiores e crescentes com o distanciamento e a diminuição do tamanho do astro.

    A distancia e o afastamento também são crescentes, pois com a diminuição de energia eles passam a produzir órbitas sempre mais irregulares.

    SOBRE O AFASTAMENTO DE SATÉLITES.

    Os satélites de Saturno se afastaram menos de seu primário por serem menores e com menos energia, enquanto os de Júpiter se afastaram mais, por serem maiores e com mais energia. Isto confirma que os astros alem da rotação e translação eles se afastam conforme a sua produção de energia.

    SOBRE TRITÃO E O SEU MOVIMENTO RETRÓGRADO.

    TRITÃO é um dos satélites gigantes e possui uma grande excentricidade e uma inclinação orbital de 160 graus, considerado um dos satélites que tem um movimento retrógrado por possuir tamanha inclinação em relação ao plano do equador de Netuno. Isto só vem a contribuir com a teoria exposta até aqui. Pois satélites de planetas distantes também possuem irregularidades grandes, mesmo sendo um gigante.

    NEREIDA, O SATÉLITE DE MAIOR EXCENTRICIDADE.

    NEREIDA é outro satélite de Netuno que possui uma grande inclinação de órbita de 28 graus e uma das maiores excentricidades, com 0.75 graus. Isto só vem a contribuir com a teoria da energeticidade, de que planetas distantes, satélites distantes e velhos e pequenos produzem grandes irregularidades, e Nereida é o satélite com maior excentricidade dos satélites até aqui descobertos.

    NEREIDA também possui um grande afastamento do satélite vizinho, no caso Tritão. Ou seja, os satélites mais distantes e de planetas mais distantes são os mais irregulares na sua excentricidade e inclinação.

    ONDE SE CONFIRMA O EXPOSTO PELA TEORIA AQUI PROPOSTA. EM QUE A DIMINUIÇÃO DA PRODUÇÃO DE ENERGIA LEVA AS CRESCENTES IRREGULARIDADES DOS ASTROS.

    Vemos que Tritão e o satélite de saturno – febe possuem movimento retrógrado.

    Provavelmente a sua rotação é mínima e com grande inclinação de rotação.

    Provavelmente os satélites de Plutão, menores e mais distantes dele serão os de maiores irregularidades e com movimentos retrógrados.

    SOBRE A ATMOSFERA DE TITÃ.

    Provavelmente titã com a sua atmosfera produzirão uma quarta geração de astro. Que será o primeiro satélite com satélite.

    SOBRE CARONTE.

    Provavelmente Caronte, satélite de Plutão possui uma grande excentricidade e inclinação orbital.

    Caronte gira em torno de Plutão em 6,39 dias, que é o mesmo tempo que o planeta leva para girar em torno do seu eixo, mantendo sempre a mesma face um para o outro. Isto se confirma no exposto até aqui, que a translação do secundário começa antes mesmo do secundário se esferificar, ou seja, ainda como filamentos e anéis de atmosfera e radiação do primário, que com a sua rotação passa a transladar os anéis e filamentos de atmosfera, até se esferificar. Se esferificando passa a produzir esta translação inicial em volta do primário. Ao se afastar passa a produzir a sua própria translação.

    Ao se esferificar passa a produzir a própria rotação.
    Com o tempo e afastamento este secundário, vai produzir outro secundário, tornando-se um primário.

    Conforme o astro vai se distanciando e ficando sem energia, ele abandona a órbita inicial, produzindo sistemas orbitais irregulares e aleatórios no espaço. Sempre novos com menos energia e com menos dinâmica e mais irregularidades de inclinações e excentricidades. Isto pode ser confirmado com os asteróides e cometas.

    ÓRBITAS ERRANTES E ALEATÓRIAS.

    Isto é um processo que começa com pouca irregularidade, passa a estabilidade e retorna a irregularidade e grandes instabilidades e órbitas errantes e aleatórias.

    AÇÃO DA VELOCIDADE EQUATORIAL DO PRIMÁRIO SOBRE A TRANSLAÇÃO INICIAL DO SECUNDÁRIO.

    Isto se confirma entre os satélites dos planetas, pois com as mesmas distancias os satélites de Urano desenvolvem três vezes menos o período de revolução comparado com os de Saturno. Pois a velocidade equatorial de Saturno é três vezes maior do que as de Urano.

    E a diferença entre os satélites de Júpiter e de Saturno é de 1,25 de período de revolução maior para os satélites de Júpiter para a mesma distancia, pois a diferença da velocidade equatorial entre os dois é de 1,25 maiores para Júpiter. Como também a diferença é próximo da razão um para diâmetro e rotação, e 1.3 para translação.

    É bom ressaltar que a energia produz a rotação, que produz a velocidade equatorial que com a radiação vai produzir a translação do secundário. E o secundário será produzido pelo material expelido como forma de radiação do primário. Ao se esferificar e tornar-se astro ele vai iniciar a sua rotação, por isto que os secundários muito próximos possuem pouca rotação, pois ainda estão começando a acelerar-se rotacionalmente. Isto se confirma em todos os primários muito próximos.

    AQUI TEMOS EXPLICAÇÕES CONTUNDENTES DA ASTRONOMIA.

    1 – o primário produz o secundário que também inicia a sua translação.
    Então temos aqui o inicio da translação e a origem do astro.

    2 – porque o terciário acompanha o secundário, e ambos acompanham o primário pelo espaço.
    Pois, no inicio tiveram uma origem da translação produzida pelo primário, porem, ao se afastar e perder energia este secundário, ou terciário vai sair do sistema completamente, pois, ele mesmo dentro do sistema solar já produz a sua própria dinâmica, só que fora do sistema, ele não mais acompanhará o primário pelo espaço. Isto já acontece com alguns cometas e asteróides, que às vezes entram dentro do sistema solar e saem sem sofrer a e influencia de ação nenhuma do Sol.

    3- por que todo astro muito próximo do primário possui pouca rotação. Pois ainda está em formação e toda sua dinâmica ainda é mínima.

    PRINCÍPIO DA ORIGEM DO ASTRO E DA DINÂMICA.

    Assim, temos aqui o inicio do astro, o inicio da rotação e velocidade equatorial, da translação.

    Assim, ao se afastar ele vai produzir a sua própria rotação e translação, e com a sua energia e radiação vai produzir novos filamentos de gases, daí novas esferas, que com a sua velocidade equatorial vai produzir a translação no novo astro, e daí a sua esferificação e rotação.

    Antes mesmo de ser esfera o astro já possui translação.

    Ele vai sendo afastado pela radiação e temperatura do primário, e passa a produzir a sua própria translação e rotação.

    Por isto que um terciário acompanha a translação do secundário, mesmo este secundário acompanhando a translação do primário. Porem com o afastamento ele tenderá a produzir uma órbita isolada, com outras inclinações e excentricidades.

    Ao se distanciar ele terá menos energia, e conseqüentemente menos dinâmica e mais irregularidades. VER PRINCÍPIO DA CIRCULARIDADE.

    A ENERGIA DETERMINA E PRODUZ A DINÂMICA E A ESTABILIDADE NO ASTRO.
    ISTO SE CONFIRMA DE JÚPITER A TRITÃO.

    CÁLCULO DA TRANSLAÇÃO PELA ROTAÇÃO DO PRÓPRIO ASTRO EM RELAÇÃO À ROTAÇÃO DA TERRA MULTIPLICADA POR CINCO. PARA PLANETAS EXTERIORES.

    Júpiter – 2.3 * 5 = 13.
    Saturno – 2.1 *5= 10.
    Urano – 1.1 * 5= 5.5
    Netuno – 1 * 5 = 5.
    Plutão – 0.2 * 5=5.

    Esta relação entre rotação e translação para planetas, também se confirma para os satélites exteriores de Júpiter, Saturno, e Urano.

    SOBRE URANO.

    Urano anda de lado por possuir pouca energia e estar iniciando uma órbita e rotação com grande inclinação.

    A tendência é que no futuro os astros sejam em maior numero e mais lentos e todos com órbitas aleatórias e irregulares. E muitas retrógradas.
    E que também não acompanham os primários pelo espaço

    SOBRE A ROTAÇÃO DE URANO.

    Urano possui três vezes menos diâmetro do que Júpiter e quatro vezes mais do que a Terra, e sendo mais velho e com menos energia, pois teve mais tempo gastando a energia, logo o valor da sua rotação tem que se aproximar do valor da Terra, ficando entre vinte e vinte cinco horas.

    E isto já se confirmou com a observação.

    A rotação de Netuno também é próxima a da Terra.

    ASTERÓIDES.

    O ASTERÓIDE ÍCARO possui uma excentricidade de 0.83 graus e vai próximo a Mercúrio e Marte, e no periélio fica a 28.000.000 quilômetros do Sol, e no afélio fica a 307.000.000 quilômetros do Sol. Com isto se conclui que a órbita depende da energia do astro, e não da gravitação. Pois astros menores produzem órbitas mais irregulares.

    O ASTERÓIDE HIDALGO, com um período orbital de 13.7 anos, e uma excentricidade de 0.67 graus, e com uma inclinação orbital de 43 graus.

    QUÍRON possui uma excentricidade orbital de 0.379, e com uma inclinação orbital de 6.9 graus.

    Com isto constatamos que a órbita não é determinada pela gravitação do astro ou do Sol, mas sim pela sua energia, pois aproximadamente na mesma distancia dos planetas ao Sol, os asteróides produzem órbitas muito irregulares, por possuírem pouca energia, e com um período de revolução um pouco menor do que os planetas.

    Com isto se constata que os astros estão livres e produzindo a sua própria dinâmica.

    Com isto, confirma-se o exposto até aqui, de que astros pequenos possuem pouca dinâmica e órbitas irregulares, por produzem pouca energia, e isto independe da distancia do Sol.

    CÁLCULO DE VELOCIDADE DE TRANSLAÇÃO DO SECUNDÁRIO COM A VELOCIDADE EQUATORIAL DO PRIMÁRIO MULTIPLICADA COM O DIÂMETRO E DIVIDIDO PELO AFASTAMENTO.

    É BOM RELACIONAR QUE A VELOCIDADE EQUATORIAL DO PRIMÁRIO INICIA A TRANSLAÇÃO, CONFORME A ENERGIA, RADIAÇÃO, DIÂMETRO E ROTAÇÃO DO PRIMÁRIO.

    O DIÂMETRO REPRESENTA A ENERGIA E RADIAÇÃO DO SECUNDÁRIO.

    O AFASTAMENTO REPRESENTA O TEMPO DE VIDA E O GASTO DE ENERGIA DURANTE ESTE TEMPO.

    A VELOCIDADE EQUATORIAL DO PLANETA EM QUILOMETRO POR HORA.

    O diâmetro é dividido por 1.000.

    O afastamento é dividido por 100.000 para satélites, cometas e asteróides.

    O afastamento é dividido por 100.000.000 para planetas.

    VELOCIDADE DE TRANSLAÇÃO PELA VELOCIDADE EQUATORIAL DO PRIMÁRIO.
    1680 / 1000 = 1.68 velocidade equatorial da Terra.
    3470 / 1000 = 3.47 diâmetro da Lua
    384.000 / 100.000 = 3.87 afastamento da Lua em relação Terra.
    Lua – 1.68 * 3.47 / 3.84 = 1.5 /2 = 0.75 km / s.

    Para satélites de Júpiter.

    Io –
    45000/1000 = 45
    3670 / 1000= 3.67
    420000/100000=4.2
    45*3.67/ 4.2 =39.3 /2= 19.5 km/segundo.

    Europa.
    45000/1000=45
    2980/ 1000 =2.98
    671000/100000=6.71
    45*2.98/ 6.71 = 19.9/2=10

    Ganimedes.
    45000/1000= 45
    5250 / 1000=5.250
    1.070.000/ 100000= 10
    45*5.2/10.7=22/ 2 = 11

    Calisto.
    45.000/1000=45
    4900 / 1000=4.9
    1.884.000/100000= 18,8
    45*4.9/18.8=11.7 /2= 6 km/segundo.

    Para os satélites de Saturno.

    Satélite janus
    37000/ 1000 = 37 quilometro/segundo.
    300/ 1000= 0.3
    159000/100000=1.59
    37*0.3/1.59=7

    Titã
    37 *5.8/12.2 =17.5

    OUTRA FORMA DE SE CALCULAR A TRANSLAÇÃO PELO PRIMÁRIO.

    Para se calcular órbita de planeta se divide a distancia por 100 000 000.
    Para se calcular órbita de satélite se divide a distancia por 100 000.

    A velocidade equatorial se divide por 1000 tanto no cálculo para planetas quanto para satélites. Em quilometro por hora.

    O diâmetro se divide por 1000 tanto para cálculo para planetas quanto para satélites.

    A fórmula é velocidade equatorial do primário /1000 + [diâmetro /1000] / [distancia / por 100 000 000 para planetas +1].

    Mercúrio.

    Velocidade equatorial do Sol por hora = 60.000 km/s / 1 000=60.
    Diâmetro do planeta= 4.500 quilometro / 1 000 = 4.5.

    Distancia do planeta ao Sol.= 58.000 000 quilometro / 100.000.000. + [1].

    60 + 4.5 / [0.58 +1] = 41 quilometro por segundo.

    Vênus.
    60 + 8 / [1.08 + 1] =32.7 quilometro por segundo.

    Terra = 60 + 12 / [1.5 +1] = 28.8.
    Marte = 60 + 6 / [2.2+1] =20.6.
    Júpiter= 60 + 144/ [7.8+1]=20.
    Saturno= 60+120/ [14+1] = 12.
    Urano = 60+46 / [28 +1] = 3.6.
    Netuno = 60 +45/ [45+1]= 2.3
    Plutão = 60 + 6/ [59+1] = 1.1

    PARA SE CALCULAR A VELOCIDADE DE TRANSLAÇÃO DOS SATÉLITES PELA VELOCIDADE EQUATORIAL DOS SEUS RESPECTIVOS PLANETAS.

    Velocidade equatorial do primário em quilometro por hora dividida por 1.000.
    O diâmetro do satélite dividido por 1.000.
    A distancia do satélite de seu primário dividido por 100.000 [cem mil].
    Observação. Para os planetas é 100 000 000 [cem milhões].

    FÓRMULA.

    VELOCIDADE EQUATORIAL DO PRIMÁRIO/ 1.000 + DIÂMETRO DO SECUNDÁRIO / 1.000 / [DISTANCIA / 100.000].

    PARA O SATÉLITE DA TERRA, A LUA.

    Lua.
    [1680 / 1.000] + [3.470 / 1.000] / [384.000/100.000] = 1.3 km / segundo.

    PARA OS SATÉLITES DE JÚPITER.

    Velocidade Equatorial de Júpiter /1.000 + diâmetro do satélite /1.000 / distancia do satélite / 100.000.
    Io.
    [45.000 /1.000] + [3.650 /1.000] / [420.000/100.000]=11.5 km/segundo.
    Europa. 45 +2.98 / 6.71 = 7.1 quilometro por segundo.
    Ganimedes. 45 + 5.25 / 10.7 = 4.7.
    Calisto. 45+ 4.9 / 18.8 = 2.6

    PARA OS SATÉLITES DE SATURNO.

    [velocidade Equatorial de Saturno / 1.000] + [diâmetro do satélite / 1.000] /
    [distancia /100.000].

    JANUS.
    [37.000/1000] + [300 /1000] / [159 000/100 000]=23.4 km por seg.
    MIMAS. 37 +0.4 / 1.86 = 20.1 quilometro por segundo.
    ENCÉLADO. 37 +0.6 /2.38 = 15.7.
    TÉTIS. 37 +1. / 2.95 = 12.8
    DIONÉIA 37 +0.8 /3.77 = 10
    RÉIA 37 +1 /5.27 = 7.2
    TITÃ 37 +5.8/12.2 = 4.3
    HIPÉRION 37 +0.4 /14.8= 2.5
    JAPET. 37 +1.6 /35.5= 1.
    FEBE 37 + 0.2/129= 0.28

    CÁLCULO DE VELOCIDADE DE TRANSLAÇÃO POR VELOCIDADE EQUATORIAL DO PRIMÁRIO.

    PARA SATÉLITES DE URANO.

    A velocidade equatorial do primário por hora / 1.000 + o diâmetro do satélite / 1.000 / da distancia / de 100.000.

    MIRANDA – 13.7 +0.24 / 1.3 =10 quilometro por segundo;
    ARIEL- 13.7 +0.7 / 1.92= 7.5
    UMBRIEL – 13.7 +0.5 / 2.67= 5.3
    TITÂNIA – 13.7 +1 / 4.38= 3.3
    0BERON – 13.7 +0.9 / 5.86= 2.3

    CÁLCULO PARA TRITÃO, SATÉLITE DE NETUNO, POR VELOCIDADE EQUATORIAL POR HORA.

    [9.000 / 1.000] + [3.800 /1.000] / [340.000 / 100.000]=
    9 + 3.8 / 3.2 = 4 quilometro por segundo.

    CÁLCULO PARA CARONTE, SATÉLITE DE PLUTÃO.

    Velocidade equatorial de PLUTÃO [140 / 1.000] + [diâmetro 1.200 / 1.000] / [Distancia 20 000 / 100 000]. =
    0.14 + 1.2 / 0.5 = 3.1 quilometro por segundo.

    Dá para se observar que conforme os planetas vão se afastando do Sol, a órbita de seus primários também se torna mais lenta, pois satélites com o mesmo diâmetro e a mesma distancia em relação a satélites planetas distantes, estes diminuem progressivamente a sua dinâmica e aumenta as irregularidades na excentricidade e nas inclinações. Com isto só se tem a confirmar mais ainda a teoria da energeticidade e radiação.

    De que os planetas mais distantes foram os primeiros a serem produzidos, e produziram primeiro os seus satélites, com isto eles possuem menos energia, pois tiveram mais tempo gastando e processando a energia. E isto foge completamente qualquer relação com efeitos de gravitação. E vai de encontro ao sustentado aqui pela teoria da energeticidade e radiação. De que a energia e o tempo de processamento desta energia determinam a vida, os processos, estrutura, órbita, atividades térmicas, sismos, energia, magnetismo, atividade tectônica, radiação, atividade tectônica, órbita, dinâmica e atmosfera.

    Nesta forma de cálculo para se encontrar a translação do secundário pela velocidade equatorial do primário, fica expresso que conforme o diâmetro diminui a energia também é menor, decresce a radiação. Também decresce e as atividades tectônicas e a atmosfera acompanha o decréscimo, a rotação do primário diminui decrescendo a sua velocidade equatorial, com isto vê que conforme decresce o diâmetro, diminui a translação do secundário, por isto que os menores e mais distantes possuem dinâmicas menores.

    UNIVERSO DE CONSTRUÇÃO E DESCONSTRUÇÃO.

    O universo é um processo constante de construção e desconstrução, e alguns universos se encontram em fase de decréscimo de energia e de seus fenômenos, que é o caso do nosso.
    Observação. Ver teoria do universo fluxonário e estruturante.

    Os resultados encontrados pelo cálculo de translação pela velocidade equatorial e sua proximidade com a exatidão só vêm a confirmar a ação da velocidade equatorial produzida pela energia e radiação na produção da translação e órbita do secundário no espaço. E que os satélites dos planetas mais distantes, com a mesma distancia em relação a outros satélites, e que os dos planetas distantes desenvolvem menos dinâmica. Isto se confirma também no afastamento e na rotação dos satélites. E suas órbitas são os mais irregulares pelo afastamento e pelo diâmetro.

    É bom saber que não uso fantasia de valores de densidades de astros para chegar a resultados que não venham a bater com a fórmula, como é usado na teoria da gravitação.

    Confirma-se que os anéis e as atmosferas também possuem translação, com isto mesmo antes de existir como esfera, pois o astro como filamento já desenvolve a sua translação.

    PRINCÍPIO DA EQUIVALÊNCIA.

    Há um salto de valores de diâmetro entre satélites de Saturno, e este salto se repete entre as distancias dos mesmos satélites. Que é entre Réia e Titã, e entre JAPET e Hipérion todos de Saturno, e esta diferença é de três vezes para os diâmetros e para os fenômenos dos satélites. Inclusive com o afastamento.

    Esta diferença se faz presente também entre a distancia e diâmetro de Titânia e Umbriel satélites de Urano. Como já foi visto este salto equivalente também está presente entre Júpiter e Marte. E como já foi vista este salto se deve a energia que o astro produziu a mais e o tempo que o mesmo levou para se distanciar do vizinho próximo que está em formação.

    O salto, ou melhor, o tempo de produção do astro com o tempo de aceleração pelo acréscimo de energia registrado pela diferença do diâmetro, determinam um salto no afastamento e todos os outros fenômenos, órbita e estrutura.

    Está equivalência de saltos vai também estar presente no afastamento, translação, revolução, rotação, inclinações rotacional e translacional, excentricidade, achatamento da esfera do astro, e outros fenômenos, variações de estrutura e irregularidades, temperatura, atividade tectônica, anéis e atmosfera, e todos os outros fenômenos e formações estruturais e orbitais.

    Este salto equivalente prova todos os fenômenos expostos até aqui, desenvolvidos e expostos pela teoria do universo fluxonário estruturante e pela teoria da energeticidade e radiação.

    Os fluxos também acompanham e variam conforme variam estes saltos.

    O NASCIMENTO DA TRANSLAÇÃO.

    A energia produz a radiação, a radiação produz a rotação, a atmosfera, anéis, e astros que se formam e que são partes dos primários, e como parte do primário o que temos noção de translação é na verdade ainda parte da rotação do primário. Só mais afastado que este secundário vai produzir a sua rotação e a sua própria translação. Mesmo antes de ser esfera o astro já possui translação e rotação.

    Vemos em Mercúrio que o mesmo possui grande translação e pouca rotação, por que ele ainda é parte do Sol e de sua rotação e velocidade equatorial. O mesmo acontece com o Amaltéia primeiro satélite de Júpiter, e com Janus primeiro satélite de Saturno.

    Ao se distanciar todos produzirão a sua própria rotação e translação, saindo do primário e produzindo a sua própria órbita.

    Isto confirma porque mesmo produzindo a sua dinâmica e afastamento o satélite acompanha o seu planeta, e este por sua vez o Sol.

    Porém existem cometas que produzem órbitas sem acompanhar o seu primário.

    A translação do astro se inicia ainda como atmosfera, depois filamentos de atmosfera que é o caso dos anéis de Júpiter, depois como anéis que é o caso de Saturno e Urano, e finalmente como esfera.

    SOBRE A ORIGEM DA ROTAÇÃO.

    Quando ainda novo a rotação ainda está se iniciando, por isto que todos os astros mais próximos de seus primários possuem pouca rotação, isto se confirma dos planetas aos satélites.

    O mesmo acontece com o afastamento do primário. Pois é conforme a energia que o astro adquiriu durante a formação que o mesmo desenvolverá toda sua dinâmica, órbita, fenômenos e estrutura física e química. E processamentos químicos.

    CÁLCULO PARA EXCENTRICIDADE DOS SATÉLITES DE SATURNO.

    Considerando o diâmetro e o afastamento, confirma-se que os maiores e mais próximos possuem menos excentricidade, e vice-versa.

    O mesmo se sucede com a inclinação orbital e de rotação.

    Segue assim, o princípio da estabilidade e circularidade pela produção de energia.
    O diâmetro em quilometro e não em relação à Terra.

    JANUS – 0.2 / diâmetro / 100 + progressão retrocedendo de 10 até um conforme o número dos satélites.

    JANUS – 0.2 / 3+10 = 0.038
    MINAS – 0.2 / 4+ 9 = 0.038
    ENCÉLADO- 0.2/ 6+ 8= 0.035
    TÉTIS – 0.2 /10+ 7= 0.03
    DIONÉIA – 0.2 / 8+ 6= 0.035
    RÉIA – 0.2/ 16+5 =0.023
    TITÃ – 0.2 / 58+4= 0.008
    HIPÉRION – 0.2 / 4+3= 0.07
    JAPET – 0.2 / 16+2=0.028
    FEBE – 0.2 / 2.4+1=0.147

    Este cálculo se aproxima da realidade e é exato para a maioria dos satélites de Saturno.

    Aqui se confirma que quanto mais distante e menor, maior é a excentricidade do astro.

    E como júpiter, titã por ser imenso e mesmo estando distante, possui uma excentricidade mínima.

    CÁLCULO PARA AFASTAMENTO DE SATÉLITES.
    EQUIVALÊNCIA DE DIFERENÇA ENTRE DIÂMETRO E AFASTAMENTO.

    FEBE A JAPET – diâmetro 16 de febe, dividido pelo diâmetro de Japet 2.4, é igual a seis vezes – que se aproxima do afastamento entre os dois.

    Entre Japet E Hipérion = diâmetro de Japet 16 divididos pelo diâmetro de Hipérion quatro, = a razão da diferença do afastamento se aproxima de dois.

    Entre Titã e Réia – titã possui um diâmetro de 58 quilometro, e Réia é 16, 58 / 16 = 3, logo a razão da distancia se aproxima de três.

    Entre RÉIA E DIONÉIA – o diâmetro de Réia é 16 quilômetros e dionéia é oito, dividindo 16 por oito, logo a razão do afastamento entre os dois se aproxima de dois.

    Para os outros, a razão entre os diâmetros diminui para menos do que dois, logo a razão entre o afastamento também bate para menos do que dois.

    O mesmo acontece entre os satélites de URANO, em que todos possuem uma razão de diâmetro abaixo de dois, e todos possuem uma razão de afastamento abaixo de dois, porém entre Titânia e umbriel a razão do diâmetro chega próximo de dois, em que também a razão do afastamento chega próximo de dois.

    O mesmo acontece com os outros satélites de outros planetas, e entre os planetas, esta diferença de afastamento por diâmetro, que na verdade é a energia processada que afasta o astro, se tem com clareza ENTRE JÚPITER E MARTE.

    Esta diferença acompanha para todos os fenômenos, variação de estrutura, desintegração, intensidade de fenômenos, dinâmica e órbita.

    Com isto se prova que os astros estão em afastamento produzido pela energia e radiação.

    E que a teoria da gravitação usou a distancia, mas não conseguiu calculá-la. Porém aqui calculei tanto para planetas, quanto para satélites. E não foi preciso fazer uso da distancia como constante para se encontrar a dinâmica, órbita e outros fenômenos e estruturas dos astros.

    Isto confirma que os astros se afastam pela energia, e não se atraem pela gravitação.

    E que a razão da distancia é maior entre os mais distantes, isto se confirma entre Tritão e Nereida, e entre Japet e Fege.

    CÁLCULO PARA INCLINAÇÃO DOS SATÉLITES DE SATURNO

    Com o diâmetro em quilômetros dividido por 100, com a progressão de 1 a 10 para os respectivos satélites, divididos do resultado do diâmetro.

    JANUS -1 / 3 = 0.3
    MIMAS – 2/ 4= 05
    ENCÉLADO – 3/ 6= 05
    TÉTIS – 4/ 10=04
    DIONÉIA – 5/ 8=0.62
    RÉIA – 6/ 16=0.37
    TITÃ – 7/ 58=0.12
    HIPÉRION – 8/ 4= 2
    JAPET – 9 / 16=0.5
    FEBE – 10/ 2.4=4.1

    Confirma-se por este cálculo que a inclinação é crescente com o afastamento, e que os maiores e com mais energia se processando a inclinação é menor.

    IRREGULARIDADES COM O DECRÉSCIMO DE PRODUÇÃO DE ENERGIA.

    Assim, mais distantes possuem menos energia, pois já teve mais tempo processando e gastando a energia, e os menores possuem menos energia por ser a sua estrutura menor. Com isto a instabilidade é maior, levando o astro nestas condições a desenvolver grandes excentricidades, grandes inclinações orbitais e rotacionais, e alguns até com movimentos retrógrados, que são os mais afastados e menores e os mais instáveis.

    Esta forma de cálculo com o diâmetro representando a energia podem ser para todos os planetas, satélites, cometas e asteróides. Do diâmetro pode ser encontrados a rotação, da rotação a velocidade equatorial, da velocidade equatorial a translação, inclinação, excentricidade, e todos os outros fenômenos. Ou mesmo pode ser calculado diretamente.

    É mais prático usar o diâmetro representando a energia, pois o diâmetro pode ser calculado diretamente no próprio astro.

    Enquanto na teoria da gravitação a massa é calculada com o movimento do astro no espaço, e daí encontrar o movimento, ou seja, o resultado é arranjado, criado para um fenômeno já medido. Pois a massa é a soma do diâmetro com a densidade, porém se não sabemos direito nem a densidade da Terra ou da Lua, como saber a densidade de astros distantes.

    SOBRE OS MENORES E MAIS DISTANTES.

    Os menores e mais distantes são os mais irregulares, pois são os que possuem menor quantidade de energia se processando.

    SOBRE A ROTAÇÃO.
    O achatamento não determina a rotação, pois, o astro que tem o menor achatamento é júpiter e produz a maior rotação. Porem rotação e achatamento é produzido pela energia do astro, representado por diâmetro e afastamento.

    SOBRE O PRINCÍPIO DO AFASTAMENTO.

    Já se confirmou que a Terra está diminuindo a sua rotação em dezesseis segundos por um milhão de anos. Isto confirma o princípio do afastamento e a diminuição da dinâmica.

    SATÉLITES DE MARTE.

    O achatamento dos satélites de Marte é grande por serem mínimos, logo passaram pouco tempo se formando.

    E com grande achatamento possui rotação mínima, o que confirma que a rotação se deve a energia e radiação do astro.

    PRINCÍPIO DA RELACIONALIDADE.

    Confirma-se pelo exposto acima que há uma relação direta entre energia, diâmetro, radiação, rotação, velocidade equatorial e translação entre os astros e seus secundários.

    SOBRE A LUA.

    PARADÓXIDOS DA LUA PARA SEREM RESPONDIDOS COM A TEORIA DA ENERGETICIDADE E RADIAÇÃO.

    A lua é o mais novo satélite do sistema solar, por que a Terra já se formou do sol quando o mesmo se encontrava com pouca energia, por isto que possui pouca dinâmica em relação ao seu diâmetro, mesmo sendo produzido pela Terra. Pois o planeta Terra só é mais velho do que Vênus e Mercúrio.

    Por isto que a lua possui tantas irregularidades na sua órbita e rotação no espaço.

    Com diâmetro de 3.470 quilômetros, desenvolve só uma translação de 1.03 quilometro por segundo, e uma rotação de 708 horas, ou 29,6 dias terrestre.

    CÁLCULO PARA TRANSLAÇÃO E ROTAÇÃO.

    Diâmetro do júpiter em relação à terra 12 vezes, dividido pelo diâmetro da terra, 11 / 1 = 11 vezes a translação de Io, que é mais rápido do que a lua, se comparado que se encontra aproximadamente na mesma distancia e aproximadamente com o mesmo diâmetro.

    O mesmo se compara entre a rotação dos dois satélites.

    Estes números não são exatos, mas se for necessário a fórmula pode ser aproximada.

    Comparado com o satélite de Júpiter o Io, ele possui aproximadamente a mesma distancia do primário, e aproximadamente o mesmo diâmetro, confirma-se que Io produz uma translação 16.8 vezes maior do que a Lua. Com isto se confirma que Júpiter produziu Io com muito mais energia do que a Terra produziu a Lua. E Io – satélite de júpiter possui muito mais energia se processando, com maior temperatura, sismos, magnetismo e atividade tectônica.

    Com a rotação o mesmo se repete, Io produz a velocidade de rotação 16.8 vezes mais rápido do que a Lua.

    Por incrível que pareça a diferença entre rotação e translação é mínima.

    A excentricidade varia de 0.0432 a 0.0667 de graus, e uma inclinação de 5.0 a 5.08 graus na eclíptica. A eclíptica é o plano em relação ao sol.

    Io desenvolve inclinação orbital de 3 graus e excentricidade praticamente nula, confirmando assim que a irregularidade da Lua é fruto da sua condição de produção de energia, que o primário lhe concedeu na sua formação.
    Esta comparação com Io é importante por que os dados da Lua, as suas irregularidades são fruto da produção de energia que o formou e que ele processa.

    PARA SER PROVADO COM A TEORIA PROPOSTA.

    Vai ser provado por esta teoria que a Lua e seus fenômenos irregulares – grande enigma da astronomia, que estas irregularidades são produzidas pela condição de produção de energia em que se encontra, e como todo astro com pouco tempo de existência e jovem é muito irregular em seus fenômenos.
    É o que veremos adiante.

    ÓRBITAS FLUXONÁRIAS.

    EVECÇÃO E O PRINCÍPIO DO OVO DE GALINHA IRREGULAR.

    A radiação solar produz a evecção da órbita da lua.

    O que produz o fenômeno de evecção é a variação de radiação e energia do astro, e a lua por estar mais próxima do Sol, sofre mais a ação da temperatura e radiação solar, por isto que a sua elipse possui uma maior variação do que outros satélites.

    Como também a sua inclinação é maior variação.

    O seu afastamento, rotação e translação também possuem grande variação.

    FLUXO E EVECÇÃO.

    O fluxo de variação que é a evecção na excentricidade varia de 0.0432 a 0.0667 graus quando a elipse se encontra esticada, ou seja, até cinqüenta por cento a mais da excentricidade da elipse quando esticada.

    SOBRE A EVECÇÃO – QUANDO A TERRA SE APROXIMA DO SOL.

    A evecção da lua sempre é maior quando a Terra se aproxima do sol, com isto se confirma que as desigualdades anuais da evecção são maiores quando a Terra se aproxima do Sol. Pois não é que a elipse aumenta, mas sim que durante este período de aproximação a evecção é maior. Ou seja, a radiação térmica solar acelera a energia da lua e o fluxo também aumenta.
    Este fluxo também acontece com a terra, porém é mínima a variação.

    SOBRE VARIAÇÃO DE DISTANCIAMENTO DE SATÉLITES AOS SEUS PLANETAS.

    Os satélites não desenvolvem exatamente a mesma posição voltada ao centro, como o planeta como referência, ou seja, há satélites que mesmo dentro da elipse desenvolve órbita com um lado mais próximo do centro e outro mais distante. Ou seja, a maioria dos primários não se encontra no centro exato em relação à órbita de seus secundários.
    Com isto se conclui que a energia desenvolve o próprio movimento.

    Mesmo com a excentricidade e a Inclinação Plutão E Netuno produzem a sua órbita mantendo sempre um afastamento para um dos lados da elipse. Isto se confirma também nos satélites Nereida, Caronte e Febe com os seus respectivos planetas. O cometa de Halley e o asteróide Quíron também produzem este afastamento para um dos lados em relação ao Sol.
    Este distanciamento de um dos lados é maior nos astros mais afastados do sol e de seus primários. Ou seja, a irregularidade aumenta com o distanciamento, tamanho, produção de energia e tempo de vida.

    CONDIÇÕES PARA A VARIAÇÃO DA EVECÇÃO.

    1-A evecção é maior quando a Terra se encontra próxima do sol, no periélio.
    2-a lua desenvolve elipse imperfeita, quando a lua se aproxima do Sol, na lua nova, ela é acelerada pela radiação térmica solar, fazendo com que esta se aproxime de um formato de um ovo de galinha, sempre com uma das partes mais pontuda, que a parte menos pontuda é a mais próxima do sol. Ou seja, uma mesma órbita pode começar com 0.432 graus de arco e na outra ponta terminar com 0.0667 graus. ISTO RESPONDE AS QUATRO COMPLICAÇÕES DA ÓRBITA DA LUA.

    O PRINCÍPIO DO OVO DE GALINHA, A ELIPSE COM UMA DAS EXTREMIDADES MAIS PONTUDAS.

    Por que quando a lua nova sempre está mais próxima do sol, com isto ela recebe energia térmica solar, acelerando e aumentando os seus processos e produção de energia.

    E quando ela sai da nova e se afasta e começa a ser a crescente, mesmo com sua energia aumentada a gravitação do sol a atrai e a puxa para o centro, retardando o seu movimento. E como a quantidade de energia determina a circularidade da órbita e dinâmica do astro no espaço, com o acréscimo de energia na passagem da lua nova para a crescente faz com que a lua fecha a sua órbita, pois a produção e processos de energia tiveram um acréscimo.

    Por isto que após a passagem próxima do sol a lua sai com a órbita fechada, que vai abrindo passando pela cheia e no quarto minguante já se encontra bem aberta, e entra aberta com 39,5 graus de arco de deslocamento em longitude. Por isto temos na evecção o principio do ovo. E isto acontece principalmente com a lua por ser o satélite mais próximo do Sol.

    Assim, não é o Sol que ora estica a elipse, e ora a comprime, mas sim, a condição natural de energia da lua na produção de sua órbita presente no quarto minguante. E a influencia da energia térmica do sol que faz com a órbita venha a ser comprimida, pois pelo princípio da circularidade a proporção de que a energia aumenta o circulo da órbita tende sempre mais a perfeição.
    Assim, com a condição de energia da lua, com a temperatura do Sol faz com que a lua tenha grandes irregularidades na sua órbita e dinâmica.

    DESACELERAÇÃO CRESCENTE NO QUARTO CRESCENTE.

    O outro ponto é a variação da dinâmica, pois no quarto crescente a lua mesmo recebendo o acréscimo da dinâmica pela proximidade com a radiação térmica solar, quando ela entra no quarto crescente que vai sair da proximidade do sol, a lua passa a receber a influencia da gravitação solar, retardando e desacelerando a sua saída. Está desaceleração não é uniforme, é uma desaceleração que vai perdendo intensidade. Logo é uma desaceleração crescente.

    ACELERAÇÃO CRESCENTE NO QUARTO MINGUANTE.
    E quando chega à lua cheia ela já se encontra com a sua própria dinâmica, ao passar para o quarto minguante ela passa a ser acelerada, pois a gravitação solar neste ponto passa a agir, fazendo com que a lua aumente a sua dinâmica em direção ao sol. Esta aceleração é crescente.

    VARIAÇÃO DA EVECÇÃO E DA DINÂMICA.
    1- Assim, temos uma desaceleração crescente no quarto crescente.
    2-Uma aceleração própria na lua nova e cheia.
    3-E uma aceleração crescente em direção ao sol no quarto minguante.

    4- A ELIPSE DO OVO DE GALINHA TAMBÉM NÃO É UNIFORME,

    Pois o lado que se inicia no quarto crescente é bem fechado, enquanto o lado que acaba e vai em direção ao sol no final do quarto minguante é mais aberto do que a lado que se inicia no crescente. Logo, mesmo sendo um oval mais pontudo numa das extremidades, um dos lados também é mais fechado do que o outro.

    EM RELAÇÃO AO QUARTO CRESCENTE A DINÂMICA É RETARDADA.

    Assim temos –

    Velocidade natural da lua pela sua produção de energia, subtraído da ação contrária da gravitação do sol, é igual à desaceleração da lua no quarto crescente.

    EM RELAÇÃO AO QUARTO MINGUANTE A DINÂMICA É CRESCENTE E ACELERADA.

    Assim, temos.

    Velocidade natural da lua pela sua produção de energia, somado da ação favorável da gravitação do sol, é igual à aceleração da lua em direção ao sol no quarto minguante.

    SOBRE A VARIAÇÃO DA EVECÇÃO, OU DO PRINCÍPIO DO OVO DE GALINHA DEFORMADO EM UMA DE SUAS EXTREMIDADES.

    Deformação do ovo para dentro.

    Assim temos.

    No quarto crescente a energia natural da lua soma-se com a radiação térmica do sol fazendo com que a lua desenvolva a sua órbita para dentro. E o ovo de galinha com um achatamento para dentro.

    Pois a lua começa a fechar a sua órbita ainda quando na fase de lua nova, pois é a fase mais próxima do sol, e se a circularidade é produzida pela energia, logo quanto mais energia, mais perfeita a circularidade.

    Energia natural somado com a energia solar é igual à órbita da lua para dentro.

    VARIAÇÃO DA INCLINAÇÃO EQUATORIAL DA LUA.

    A lua possui uma variação de nove minutos de arco para mais ou para menos, nos seus cinco graus e nove minutos de inclinação orbital média, esta variação ocorre no período de 173,3 dias. Sendo máxima de nove segundos para mais quando a linha que passa pelos nodos, passa também pelo sol. Ou seja, nada tem haver com ação de gravitação, pois se houvesse deveria acontecer no período do periélio da terra, quando a terra se encontra mais próxima do sol, que é durante a lua nova. Pois o que acontece que a inclinação fica pra dentro durante os períodos dos nodos em nove minutos. Porem isto é um processo constante de dinâmica que já faz parte da natureza da dinâmica irregular da lua, produzida pela sua condição de produção pequena de energia.

    Esta variação de nove minutos teve uma origem que começou com o inicio da órbita da lua, que conforme a lua se distancia da terra, ela alarga a sua inclinação, diminuindo esta variação com o passar dos tempos e diminuição a produção de energia. Mais as frentes verão que os astros passam por três fases.

    Isto acontece nos nodos de eclipse, ou seja, no plano de órbita da lua em relação à eclíptica, pois a lua se formou da terra, e passou a desenvolver a sua órbita a partir do alinhamento da terra com o sol, porém como todo astro, ele se afasta, perde energia e dinâmica, e passa a aumentar a sua inclinação e excentricidade.

    Nisto há uma variação de nove minutos de arco para dentro durante os nodos, que ocorre a cada 173,3 dias. Ou seja, foge completamente qualquer relação com a dependência da gravitação, pois se confirma aí que o que determina esta irregularidade é a condição da origem do astro e a produção de energia.

    Também há um fluxo na excentricidade, no afastamento e na inclinação de rotação.
    Se fosse proveniente da gravitação isto ocorreria durante todo periélio da terra, quando a terra se encontrasse mais próxima do sol, ou mesmo durante a lua nova.

    Logo, este fenômeno se deve a condição da origem da lua, pois ela tem seis de cada fase de luas que vai se envergando até chegar à época do nodo, ou seja, meio ano de eclipse, que é 173.3 dias, e não é ano de 365 dias como o nosso.

    Logo, isto é todo um processo que se desenvolve durante todo o tempo, para naquela época de nodo de eclipse isto venha ocorrer no seu máximo. Ou seja, ele vai se envergando lentamente durante 173,3 dias, ou seja, este envergamento está ocorrendo em cada segundo que durante a fase de eclipse esteja na posição máxima para dentro.

    FÓRMULA PARA SE CALCULAR A VARIAÇÃO DIÁRIA DA INCLINAÇÃO.
    9/2 =4.5
    4.5 / 86,65 = 0.05193 minutos de arco crescente, iniciando no nodo de eclipse.

    E 0, 05193 minutos de arco decrescente, prosseguindo e fechando o arco até o nodo de eclipse e formar toda variação, e volta a refazer a variação.
    É o tempo que o sol leva para passar de um nodo a outro, ou seja, meio ano de eclipse, que é o período de 173,3 dias.

    A média é 5,9 graus de inclinação orbital.

    Depois lentamente volta a se abrir.

    Esta diferença pode se calcular com 4.5 minutos crescentes iniciando no nodo de eclipse que chega até a metade de 173,3 dias, ou seja, em cada dia há uma fração crescente dos 4.5 minutos até 86,65 dias, depois começa a decrescer em cada dia dividido em fração dos 4.5 minutos de arco.

    Porém, este fluxo esta diminuindo com os milhões de anos.
    A terra e todos os astros produzem este fluxo de irregularidades.

    DEFORMAÇÃO DO OVO PARA FORA.

    No quarto minguante a lua prossegue algum tempo, da cheia até a minguante longe do sol e um bom tempo sem receber com mais intensidade a radiação térmica solar, assim com menos energia a lua abre a sua órbita, deformando-a para fora, e o ovo de galinha com uma protuberância para fora.

    Energia natural, sem acréscimo de energia solar é igual à órbita para fora.

    SOBRE O AFASTAMENTO DA LUA E DA TERRA, E DE TODOS OS OUTROS ASTROS.

    A lua possui um afastamento da terra de quatro centímetros por ano, e isto já foi comprovado por observações em eclipses anteriores. Isto parece pouco, mas se tratando de milhares de anos vemos que a lua se afasta da terra proporcional a sua produção de energia, e não se atrai pela gravitação.

    A IDADE DA LUA E DO UNIVERSO.
    Há de confirmar também que a lua é bem mais velha do que se pensa, se levar em consideração o tempo de afastamento relativo a quatro segundos por ano, e o tempo de esferificação, logo, a idade da lua, da terra e do universo deve ser bem mais velha.

    O afastamento, o fluxo de órbita e o princípio do ovo de galinha que é a evecção todos os outros astros também produzem, só que em escala menores, pois estão muito longe do sol.

    EXCRESCÊNCIAS DE POSIÇÃO DA TERRA EM RELAÇÃO À LUA, E INSTABILIDADE DE ÓRBITA DA LUA EM RELAÇÃO A TERRA.

    Por que um lado da terra está mais próximo da lua do que o outro lado, pois a lua como será visto adiante se originou da terra e se afasta, e como já foi visto a origem do astro se inicia na fase de gases e atmosfera até filamentos, esferificando e formando o astro secundário. Assim por ser a terra e manter sempre um lado próximo do equador mais próximo da lua se deve a sua formação e fase inicial. Como já foi exposto pela teoria da energeticidade e radiação de que todo astro muito jovem tende as irregularidades, e está irregularidade não só da terra, mas sim do seu secundário, que se formou e no inicio da sua translação se posicionou de lado do primário.

    Esta excrescência não se deve as chamadas marés da terra, mas sim a própria lua que se posicionou de lado do planeta terra, seu primário, durante o seu processo de formação, que começou da radiação, atmosfera, filamentos de atmosfera até anéis, depois rolos de camadas de atmosfera, até a fase de esfera.

    RECESSÃO DE ROTAÇÃO DA TERRA PELA PRODUÇÃO DE ENERGIA.

    Como já foi visto e calculado que a rotação se deve à produção de energia do próprio astro, confirma-se que o planeta terra está desacelerando a sua rotação em dezesseis segundos em cada milhão de anos. Pois este fenômeno e variação se devem ao consumo de energia da produção da mesma, e não a marés e efeito Terra-lua, e muito menos se deve ao efeito da gravitação.

    ACELERAÇÃO SECULAR DA LUA.

    A aceleração secular da lua é na verdade o afastamento progressivo da lua em relação à terra que já foi comprovado pela experiência, que a lua se afasta da terra numa velocidade de ordem de quatro centímetros por ano, ou numa aceleração secular de 10,3 segundos de arco por século. Este afastamento é infinito, isto se comprova nos satélites dos planetas mais distantes. Logo, não tem nada haver com marés da lua atuando sobre a terra, ou com a gravitação, pois se a mesma atrai não estaria afastando.

    Parece pouco, mas é este mínimo afastamento que mantém a ordem e as órbitas dos astros numa progressão de distancia e dinâmica, excentricidade e inclinação no espaço. Isto fundamenta a teoria da energeticidade e radiação.

    POR QUE A LUA MANTÉM SEMPRE UMA FACE VOLTADA PARA A TERRA E UMA OUTRA FACE OCULTA.

    Isto se deve a origem da lua que se formou pela terra, dos filamentos de atmosfera terrestre que a lua se formou, e com pouca densidade por ser a terra um astro com pouca energia, pois a terra já se formou do sol numa fase de envelhecimento. Assim a terra formou a lua lentamente com bordos de filamentos de atmosfera que se esferificaram produzindo a lua. Por isto a lua possui pouca densidade e pouca radiação, ou seja, é como se a lua fosse ainda atmosfera da terra, com sempre um dos bordos voltados para a terra.

    Com o passar dos milhões de anos a lua produzirá uma rotação mais forte, fazendo com que as faces da lua sejam todas duas observadas.

    Logo, este fenômeno se deve a esta origem e produção de pouca energia, pois mesmo a lua sendo novo, o seu primário que é a terra se formou do sol quando o mesmo se encontra numa produção energética de mediana para final.

    MASCON.
    Logo, e fenômeno da face virada não se deve a mascon de densidade de material radiativo inventado para explicar este fenômeno. De que a lua por ter sempre uma face virada para a terra, esta face deveria conter mais densidade e radiatividade do que a outro lado. Fazendo com que este lado pendesse para a terra, que segundo esta maior densidade faria com que o centro de massa da lua fosse mais próximo deste lado virado para a terra, fazendo com que a mesma sempre se mantivesse com o mesmo lado virado para a terra.

    JÁ A TEORIA DE ASTRONOMIA DA ENERGETICIDADE E RADIAÇÃO.

    Explica que isto é uma conseqüência da lua de ser jovem, e seria como se um dos bordos dos filamentos de atmosfera ainda estivesse mais próximo da terra.

    Mercúrio e Vênus também passam boa parte do seu tempo com a face virada para o sol, pois desenvolvem pouca rotação. Por causa das mesmas condições de origem deles e produção de energia.

    Confirma-se que os anéis de saturno e Urano também possuem bordos mais próximos e outros mais distantes, como já foram visto pela teoria aqui defendida de que a radiação forma a atmosfera, a atmosfera se filamenta, dos filamentos se divide em bordos, dos bordos em anéis, e dos anéis em rolos que se esferifica, produzindo o secundário.

    MARÉS, RECESSÃO, EVECÇÃO E FLUXOS.

    A noção de maré proveniente da ação da lua sobre a rotação da terra, inventada pela astronomia para explicar o retardamento da rotação terrestre, não é necessária, pois o retardamento da rotação terrestre se deve a diminuição da produção de energia do próprio astro. E se confirma que a própria lua possui este retardamento durante os séculos, e todos os outros astros.

    Este ret

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